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Redes Sociais

WhatsApp lançará função muito pedida pelos usuários

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© CC0 / Pixabay

A próxima versão do WhatsApp finalmente dará aos seus usuários a oportunidade de entrar em contato com a equipe de suporte do aplicativo em um chat especial.

Segundo o portal WABetaInfo, os desenvolvedores do aplicativo de mensagens do Facebook prepararam uma versão de atualização que inclui a nova funcionalidade para testes.

No menu de configurações da versão beta do aplicativo 2.20.202.7 para o sistema operacional Android, aparecerá uma nova opção em que o usuário poderá criar uma solicitação. Nesta nova área, há informações sobre o aparelho do usuário e é possível descrever o problema técnico, o que ajudará o WhatsApp a investigar a origem do erro.

Em seguida, a pessoa receberá uma mensagem do suporte técnico do aplicativo em um chat especial, onde poderá falar com um funcionário da empresa. Quando a conversa terminar, o chat será encerrado automaticamente.

O recurso está em desenvolvimento, então ainda não se sabe quando estará disponível para todas as pessoas.

Até o momento, para entrar em contato com o suporte do WhatsApp era necessário enviar um e-mail, o que às vezes era inconveniente, pois na maioria das vezes os usuários, que só queriam relatar um erro, recebiam uma resposta automática.

//Sputniknews

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Entretenimento

Mulher oferece Instagram para testar namorados infiéis e viraliza

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“Alugo meu insta pra testar seu boy. R$15 pra conversar de boa, R$30 pra dar em cima”. Foi desta maneira simples e direta que a goiana Bianca Matos, 24, quase se lançou em um negócio que poderia render muito dinheiro. Mas foi quase.

O que começou como uma brincadeira logo enfrentou uma rejeição em massa, não porque a infidelidade caiu em desuso, mas porque os homens se juntaram para denunciar o post. E deu certo. Em menos de uma hora a publicação foi apagada do Instagram.

“Eu comecei essa brincadeira porque já tiveram amigas minhas que pediram pra eu fazer teste com o namorado delas e também já observei algumas fazendo perfis fakes para testar seus boyzinhos. Aí eu pensei ‘quer saber, então vou começar a cobrar’. Mas postei super na brincadeira, não esperava que ia ter uma repercussão tão grande”, contou a assistente jurídica ao R7.

Quase dois anos depois, e mesmo o post tendo sido retirado da rede social, o print da postagem segue circulando pela internet causando aflição em quem, porventura, costuma flertar mesmo estando comprometido.

A proposta de alugar o perfil não vingou, mas depois da repercussão Bianca chegou a fazer o experimento a pedido de uma internauta.

“Teve uma moça que pediu tanto, fez um texto tão bonito que me convenceu a testar o marido dela. Aí ela pediu pra eu sair curtindo todas as fotos dele, e aí se ele ele curtisse as minhas e me seguisse de volta, era para eu avisá-la que ela me diria qual seria o próximo passo”, conta.

No final das contas, o cara caiu direitinho, mas Bianca não quis continuar. “Não tive coragem de contar pra ela, porque ela já era mãe, tinha filho e no perfil dele as fotos eram só de casal. Não tive coragem de falar, ela não sabe disso”, afirma.

Leia também:  O WhatsApp Web começa a testar chamadas de voz e vídeo pelo computador

“Na época eu fiquei muito surpresa, era muita gente mandando mensagem, então eu acabei desativando meu Instagram por um tempo”, conta. Mas, hoje, a goiana coleciona mais de 18 mil seguidores na rede social e na publicação em que comenta a exclusão da postagem, deu o papo: “não levem a sério o que eu falo, recomendo”.

Fonte: R7

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Notícias

Facebook removerá conteúdos que neguem o Holocausto

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O Congresso Mundial Judaico e o Comitê Judaico Americano elogiaram a decisão Foto: Reprodução

O Facebook informou, nesta segunda-feira (12), que alterou a sua política sobre discursos de ódio para proibir qualquer conteúdo que negue ou distorça o Holocausto.

A rede social afirmou que, a partir do final deste ano, direcionará as pessoas que procuram por termos associados ao Holocausto ou a sua negação a informações confiáveis.

“Lutei com a tensão entre defender a liberdade de expressão e os danos causados por minimizar ou negar o horror do Holocausto”, disse o presidente do Facebook, Mark Zuckerberg.

“Meu próprio pensamento evoluiu quando vi dados mostrando um aumento na violência anti-semita, assim como evoluiu nossas políticas mais amplas sobre discursos de ódio”, declarou o dono da rede social.

O Congresso Mundial Judaico e o Comitê Judaico Americano elogiaram a decisão e disseram que a mudança ocorreu após conversas contínuas com o Facebook.

Em 2018, em uma entrevista, Zuckerberg havia dito que, embora achasse a negação do Holocausto profundamente ofensiva, ele não acreditava que o Facebook devesse excluir tal conteúdo.

Durante o Holocausto, ocorrido na Alemanha nazista nas décadas de 1930 e 1940, cerca de 6 milhões de judeus foram mortos.

O Sul

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Redes Sociais

Fim da privacidade e proteção de dados? Por que não é mais seguro usar WhatsApp

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© Foto / Pixabay / geralt

Apesar do foco em Google, Amazon, Facebook, Apple e às vezes Microsoft no que toca às práticas de coleta de dados agressivas, o WhatsApp do Facebook tem passado mais despercebido.

Com dois bilhões de usuários por mês, o WhatsApp é o serviço de mensagens mais popular do mundo. Desde que a criptografia de ponta a ponta foi implementada em 2016, a maioria das pessoas acredita que o conteúdo de suas mensagens no WhatsApp está seguro. Mas há outros aspectos a considerar ao escolher uma plataforma de mensagens adequada, escreve a revista VICE Alemanha.

A privacidade do usuário e a proteção de dados não são mais a prioridade da empresa detida por Mark Zuckerberg, inclusive com os planos para fundir esse aplicativo com outros serviços pertencentes ao Facebook, como o Facebook Messenger e as mensagens diretas do Instagram, argumenta a mídia.

Um dos vários problemas do WhatsApp é pedir acesso ao seu número de celular e posteriormente requerer e receber acesso também a todos os contatos do mesmo para fazer chamadas, escrever mensagens de grupo ou fazer transmissões, o que é requerido pelos termos de serviço da plataforma. Os dados do aplicativo acabam por ser vinculados aos outros programas da empresa, incluindo, claro, o Facebook.

O WhatsApp também pode compartilhar suas informações com a polícia. O aplicativo em si não é uma ferramenta de aplicação da lei, mas sob certas circunstâncias, os agentes da lei podem solicitar suas informações ao serviço de mensagens.

Além disso, o WhatsApp pode não saber o conteúdo das mensagens que você está enviando, mas coleta praticamente todo o resto, incluindo como você interage com os outros no tempo, frequência e duração de suas atividades.

Dependendo de suas configurações de segurança, o WhatsApp poderá ver sua foto de perfil, seu nome, seu status e a hora em que foi “visto por último”.

Leia também:  Instagram deixa de mostrar número de curtidas das postagens

Rumo do aplicativo

VICE Alemanha também refere que Brian Acton, cofundador do WhatsApp, deixou a empresa em 2017 por preocupações com privacidade e monetização, após ser vendida ao Facebook por US$ 22 bilhões (R$ 121,9 bilhões) em 2014. É difícil confiar na gestão do WhatsApp sob Mark Zuckerberg, quando seu cofundador também não o faz, diz a mídia.

“Vendi a privacidade de meus usuários para um benefício maior”, disse Acton à revista Forbes em 2018.

Em março desse ano, o ex-colega de Mark Zuckerberg deu uma mensagem simples no Twitter.

Está na hora. #deleteofacebook

O WhatsApp também pede às vezes que você quebre sua criptografia de ponta a ponta, devido a mensagens pop-up para fazer cópia de segurança para os serviços Google Drive ou iCloud, esses sem criptografia de ponta a ponta, como observa a página oficial de perguntas e respostas do aplicativo.

Como última razão apresentada pela revista, o código do WhatsApp não é público, impedindo que especialistas independentes possam examiná-lo cuidadosamente em busca de possíveis defeitos.

//Sputniknews

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