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Redes Sociais

WhatsApp diz que vai tomar medidas legais contra envio de mensagens em massa

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A empresa passará a tomar as medidas legais a partir do dia 7 de dezembro de 2019 contra as ocorrências

Folhapress

O WhatsApp informou que vai levar à Justiça casos de violação dos termos de serviços da plataforma com práticas abusivas, como envio de mensagens em massa ou automatizadas. A informação foi publicada em um comunicado na página da empresa.

Segundo a nota, o texto serve como aviso de que a empresa passará a tomar as medidas legais a partir do dia 7 de dezembro de 2019 contra as ocorrências, mesmo que as informações obtidas sobra as violações vierem de fora da plataforma, como anúncios de empresa que dizem ter a habilidade de fazer os disparos.

Se as atividades forem detectadas pela tecnologia da plataforma, a empresa diz que as medidas podem ser tomadas antes dessa data.

“Este é um desafio que requer uma abordagem holística. O WhatsApp está comprometido a utilizar todos os recursos à disposição dele, incluindo processar, se necessário for, para evitar abusos contra nossos Termos de serviço, como o envio de mensagens em massa ou utilização comercial”, diz um trecho do comunicado.

Nas eleições brasileiras de 2018, reportagens da Folha revelaram que empresários pagaram por disparos de mensagens em massa. O sistema para os envios usa bases de usuários que cederam seus números de forma voluntária ou bases de terceiros, vendidas por agências de estratégia digital.

Ainda no ano passado, o WhatsApp chegou a enviar notificação extrajudicial para as agências Quickmobile, Yacows, Croc services e SMS Market, citadas nas reportagens da Folha, e baniu as contas associadas.

Neste ano, a empresa alertou para abusos na campanha eleitoral da Índia e disse que já havia banido 6 milhões de contas no mundo todo por envios em massa.

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Aplicativos

Covid-19: checadores de fatos e WhatsApp criam robô contra fake news

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© Marcello Casal Jr./Agência Brasil

Serviço envolve redes de agências de checagem em 74 países

O WhatsApp e a Rede Internacional de Checadores de Fatos (IFCN, na sigla em inglês) criaram um serviço de esclarecimento para tirar dúvidas e combater notícias falsas envolvendo a pandemia do novo coronavírus. A iniciativa envolve redes de agências de checagem em 74 países, que já produziram mais de 4,8 mil desmentidos em 43 idiomas.

disseminação de conteúdos enganosos sobre a covid-19 vem crescendo e gerando preocupação entre autoridades de saúde, bem como medidas por parte das plataformas digitais onde essas mensagens circulam.

 

O serviço consiste em um robô virtual (ou bot, no termo técnico utilizado). Para tirar dúvidas, basta o usuário de WhatsApp clicar neste link ou enviar a mensagem “hi” para o número +1 (727) 291-2606.

Ao acessar o serviço, é possível buscar checagens por tema, conferir as últimas verificações, obter dicas sobre como não cair em boatos e mensagens falsas e encontrar iniciativas de checagem próximas ao usuário.

 

Na procura pelas últimas verificações, a informação é oferecida de forma cronológica. Nesta seção, o interessado pode conhecer os últimos conteúdos avaliados e quais são as informações oficiais relativas a ele.

Para buscar uma checagem, o usuário insere uma palavra, assim como ocorre em mecanismos de busca. Por enquanto, esse procedimento funciona apenas em inglês, mas nas próximas semanas o aplicativo deve disponibilizar a busca em outras línguas. Não há previsão para quando o serviço será ofertado em português.

 

No Brasil, diversas agências trabalham com análise de conteúdos falsos, especialmente neste momento de pandemia. O Ministério da Saúde tem uma página específica para desmentir notícias falsas.

 

//EBC

 

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Notícias

Facebook começa a banir eventos que violam as regras de isolamento e quarentena

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CJ Gunther / EPA

A divulgação de eventos que violam as regras de distância social não terão mais vez no Facebook. A companhia confirmou, nesta segunda-feira (20), que reuniões que vão contra os esforços de evitar a alta propagação do novo coronavírus serão banidos da rede social por espalharem desinformação.

A confirmação foi feita para o repórter Donie O’Sullivan, da CNN, com um porta-voz do Facebook revelando ainda que foi feita a remoção de promoção de protestos antiquarentena na Califórnia, em Nova Jersey e no Nebraska, todos após consulta com o governo do estado.

A empresa afirmou também que está buscando orientações sobre a possível violação de quarentena de protestos marcados em Nova York, Wisconsin, Ohio e Pensilvânia

Na declaração, o Facebook fez questão de afirmar que o banimento está mais relacionado às regras governamentais do que julgamento editorial, dizendo que a organização dos eventos é permitida na rede social, ao menos se houver a proibição por parte do governo.

 

Resumindo, os organizadores de eventos não podem criar encontros que violem as regras de saúde e não podem desencorajar as precauções tomadas para evitar a propagação do novo coronavírus.

Em entrevista ao Good Morning America, programa matinal norte-americano, Mark Zuckerberg, CEO do Facebook, disse também na manhã desta segunda-feira que esses tipos de eventos são classificados como “desinformação perigosa” e são removidos. O executivo afirmou ser importante que as pessoas possam debater políticas, mas que muitas das informações citadas são falsas e podem ser consideradas prejudiciais em um cenário de emergência de saúde.

 

Nos Estados Unidos, muitos eventos vêm sendo criados contra a quarentena, alegando que o direito de ir é vir é mais importante do que impedir a rápida propagação do vírus, que vem lotando hospitais em todo o mundo e causando milhares de mortes.

// Canaltech

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Redes Sociais

Maior parte da população acredita que redes sociais espalham mais notícias falsas que confiáveis

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Dados de pesquisa do instituto Datafolha também revelam que 51% dos que usam o Whatsapp desistiram de fazer comentários ou de compartilhar conteúdos políticos para evitar brigas

Estima-se que mais da metade da população brasileira acha que redes sociais espalham mais fake news que informação verdadeira. Segundo pesquisa do instituto Datafolha, do jornal Folha de São Paulo, divulgada nesta terça-feira (24), 59% dos entrevistados desconfiam de informações por redes sociais.

A pesquisa também indicou outros comportamentos, como 51% dos que usam o Whatsapp desistiram de fazer comentários ou de compartilhar conteúdos políticos para evitar brigas.

Além disso, 27% disseram que saíram de grupos para não discutir, e 19% chegaram a deixar de seguir ou até bloquear amigos, familiares e empresas devido a posicionamentos políticos.

Ainda assim, 77% dos entrevistados acreditam que as redes sociais podem ajudar a dar voz a grupos sem espaço na sociedade; 54% acham que são muito importantes para fazer com que políticos prestem atenção em assuntos relevantes e 48% assumem que são muito importantes para criar movimentos sociais.

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