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Família

Velhofobia? Maduros não querem ser chamados de “grupo de risco”

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Pesquisa da Maturi revela que público 50+ não concorda com a denominação “grupo de risco” e busca no empreendedorismo uma nova fase de vida profissional. Plataforma investe, incentiva e fomenta a recolocação dos maduros no mercado“

Uma visão errônea que muitos empregadores possuem é de que os maduros não são digitais. Pelo contrário!

A pandemia do novo coronavírus virou o mundo de cabeça para baixo. Além de enfrentar o isolamento social, a perda de pessoas próximas e as consequências econômicas, a terceira idade precisa lidar com mais um obstáculo: a velhofobia do mercado de trabalho. Se antes o público maduro já enfrentava preconceito em um mercado competitivo e que não reconhece sua experiência e comprometimento, agora quem tem mais de 50 anos precisa enfrentar o estigma do “grupo de risco”.

Uma pesquisa realizada pela Maturi, plataforma voltada para a geração de oportunidades e capacitação do público 50+ (os “maturis”), revela que, entre os mais de 4 mil entrevistados, 39,2% consideram que a denominação “grupo de risco” fez aumentar, ainda mais, o preconceito em torno desses profissionais. Para essa parcela da população, o nome causa uma impressão errada de que pessoas maduras sejam mais fragilizadas e suscetíveis a adoecerem e que, por isso, não são positivas para empresas. Além disso, quem discorda da nomenclatura afirma que, na atual situação do mundo, comportamentos de risco são o que verdadeiramente importam, os quais não são ditados pela idade.

O CEO da Maturi, Mórris Litvak, destaca que o preconceito é um dos maiores obstáculos dos maturis, quando o assunto é a busca por oportunidades. “Uma visão errônea que muitos empregadores possuem é de que os maduros não são digitais. Pelo contrário, percebemos uma participação muito ativa deles em nossos cursos e eventos online, além da familiaridade com as ferramentas tecnológicas”, diz.

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Oportunidades e capacitação

Para driblar os obstáculos que o público acima dos 50 anos enfrenta na hora de procurar uma vaga, nasceu a Maturi. No início, a plataforma, que é pioneira no Brasil, tinha como objetivo principal conectar profissionais maduros e experientes a empresas. Porém, a transformação do mercado foi grande nos últimos anos e a Maturi, que completou cinco anos este mês, também evoluiu, ampliando sua atuação e abrindo novos horizontes.

Mais que buscar a recolocação dos profissionais, a plataforma percebeu a necessidade de oferecer mais ferramentas para os profissionais buscarem oportunidades e irem além do modelo de emprego tradicional, com forte incentivo ao empreendedorismo. “O mundo mudou, os 50+ mudaram e nossa mentalidade dentro da Maturi também. Nós percebemos que mais que encontrar vagas e incentivar que empresários abrissem as portas para a experiência e comprometimento dos maturis, era preciso investir em conhecimento, capacitação e estímulo de novos horizontes para que esses profissionais possam abrir seus próprios negócios”, comenta Litvak.

Uma das ações da plataforma é a realização do MaturiFest, um evento anual e pioneiro com três edições, que, por meio de palestras, workshops e salas de networking, fomenta o empreendedorismo 50+. Este ano, em formato digital, o MaturiFest reuniu mais de 8 mil participantes de todo o país.

Em 2019, José Coelho (60) foi um dos mais de 500 participantes do evento presencial, que se jogou de cabeça no mercado e, hoje, é sócio da The Plot Company. “O MaturiFest me ajudou a ter uma visão diferenciada, exatamente no momento em que eu, como maturi, experimentava uma transição de vida e carreira super impactante. O evento abriu portas, me conectou com pessoas que viviam o mesmo contexto e me inspirou a seguir caminhos próprios no mundo das startups e do empreendedorismo”, conta.

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Atualmente, a plataforma registra mais de 80 mil acessos mensais, o que demonstra a vontade e o engajamento desse público em buscar oportunidades. Nos seus cinco anos de atuação, mais de mil empresas e 150 mil profissionais já se cadastraram na plataforma, que busca sempre desenvolver ambos os lados com seus conteúdos e treinamentos.

A Maturi além dos Jobs
Quando nasceu, há cinco anos, a Maturi tinha o foco na geração de empregos e oportunidades para o público 50+. Atualmente, a plataforma conta com diversos outros serviços que contemplam muito mais que apenas essa conexão entre empresas e profissionais.

No final de 2019, a empresa lançou a MaturiServices, um marketplace para freelancers 50+, seguro e inovador para a compra e venda de serviços online. A plataforma oferece, também, a oportunidade de transformar conhecimento, talento ou hobby dos maturi em uma fonte de renda.

Outra iniciativa lançada recentemente pela Maturi foi a MaturiAcademy, uma plataforma que oferece conteúdo produzido especialmente para pessoas maduras que buscam novos horizontes de carreira ou mesmo a atualização necessária para se manter no trabalho atual. Com formato leve e dicas práticas, experts trazem conteúdo relevante em produções de altíssima qualidade, ao vivo e gravadas, para os mais de 5 mil cadastrados.

Principais resultados da Pesquisa Maturi
Sexo: 52% mulheres e 48% homens;
Estado civil: 61% casados ou em união estável, 22% divorciados, 14% solteiros e 6% viúvos
Durante o isolamento social: 77% só saem para o essencial, 12% não saem de casa de modo algum, 9% saem para trabalhar e 2% não aderiram ao isolamento.
Renda: 27,9% tem renda entre R$5mil e R$10 mil; 20,5% tem renda entre R$3mil e R$5mil; 20,3% ultrapassam os R$10mil e 27,1% possuem rendimentos até R$3 mil.
Estratégias financeiras durante a pandemia: 60,1% reduziram ou cortaram gastos, 31,4% não precisaram recorrer a nenhuma estratégia a curto e médio prazo, 30,5% procuraram por um novo ou segundo emprego, 26,8% retiraram alguma quantia da poupança e 0,4% recorreu ao auxílio emergencial do Governo Federal. Obs: Nesta questão, os entrevistados poderiam assinalar mais de uma opção.
Os maturis no mercado: 38,1% são empresários ou empregadores; 34,7% têm empregos formais; 32,5% são autônomos, prestadores de serviço ou profissionais liberais; 10,9% estão desempregados; 10,3% têm empregos informais e 2,4% são aposentados.

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Website: https://www.maturi.com.br/

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Eventos

11 de outubro: Dia de Combate à Obesidade alerta para aumento de peso na infância

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Pixabay

A cada 10 crianças brasileiras, três estão acima do peso. Os dados do Ministério da Saúde são para a faixa entre CINCO E NOVE anos.

A obesidade abaixo de CINCO anos atinge cerca de 16 POR CENTO dos pequenos. Além de festejar o Dia das Crianças, é importante os pais ficarem atentos para o ganho de peso, alerta a endocrinologista pediátrica Georgette Beatriz de Paula:

 

Criar uma rotina alimentar mais saudável é uma boa opção aos pais, sugere a médica:

 

A especialista dá dicas para aproveitar os intervalos das atividades escolares online para brincar com os filhos em atividades que proporcionem mais gasto calórico:

Georgette Beatriz de Paulo lembra que o excesso de peso pode predispor a criança, com o avanço da idade, a outros problemas, como o diabetes tipo 2, aumento da pressão arterial e do colesterol.

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Entretenimento

Um casamento pode ser salvo após um caso?

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Leia  esse artigo e aprenda a ver os sintomas de que tem algo errado

Muitos de nós crescemos ouvindo sobre como os casamentos são bonitos, mas tente contar isso aos 40% dos casais que acabam se divorciando e você receberá uma resposta negativa. Esse é um número bastante alto que até faz algumas pessoas questionarem a instituição do casamento.

Um casamento pode terminar devido a uma variedade de razões, mas o mais comum entre todos é um parceiro de traição.

Não são poucos os casos de homem que estão num relacionamento e que ao mesmo tempo tem um caso amoroso, muitas das vezes exercendo o papel até de sugar baby.

Neste artigo, falaremos sobre o impacto da infidelidade em um relacionamento e se um casamento pode ser salvo após um caso.

Homens ou mulheres? Quem trai em um relacionamento?

Vamos chegar a uma conclusão com base nos números disponíveis. Tecnicamente falando, seu sexo não define o quão fiel você será em relação ao seu parceiro. Homens e mulheres são encontrados traindo, mas, segundo relatos, é mais provável que os homens traiam.

Uma Pesquisa Social Geral recentemente realizada concluiu que 20% dos homens dormiram fora do casamento, em comparação com 13% das mulheres.

No entanto, o número não é suficiente para chegar a uma conclusão, pois a diferença de gênero varia de acordo com a idade e também depende em grande parte da localização geográfica. Em algumas partes do mundo, as mulheres têm mais chances de trair.

Portanto, não podemos dizer que os homens são infiéis. Agora, vamos falar sobre o que força uma pessoa a trair.

Por que as pessoas traem em um relacionamento?

Pessoas diferentes têm razões diferentes para ter um caso. Alguns fazem isso por hábito, outros por desejo e outros simplesmente perdem o amor.

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Aqui estão algumas das principais razões pelas quais os casais traem:

Falta de respeito: As pessoas são mais propensas a trair se não se sentirem respeitadas em um relacionamento. Um casamento tem muito a ver com respeito. Se você não der ao seu parceiro o respeito que ele merece, você deve estar pronto para vê-lo se afastar.

O respeito aqui significa muitas coisas. Quando as pessoas se casam, elas começam a compartilhar muitas coisas, inclusive suas vidas. As decisões que uma pessoa toma podem ter um impacto na vida da outra pessoa.

Portanto, você deve sempre discutir tudo com a outra pessoa e mostrar a ela o respeito que ela merece.

Pressões financeiras: más condições financeiras podem forçar as pessoas a trair. De fato, alguns casais evitam frustrações e necessidades financeiras. Ter um caso pode fazê-los sentir-se liberados.

Baixa compatibilidade: Muitos casais não são compatíveis entre si. Como resultado, eles precisam encontrar amor e conforto em outro lugar.

Sexo ruim: homens e mulheres provavelmente trairão se não estiverem totalmente satisfeitos com sua vida sexual. Pessoas diferentes têm expectativas diferentes e, afinal, o sexo é uma parte importante de um casamento.

Você deve conversar com seu parceiro sobre as expectativas dele e suas e ser claro sobre as coisas que podem e não podem ser feitas no quarto.

Falta de comunicação: a falta de comunicação pode fazer com que as pessoas traiam. Humanos são animais sociais. Precisamos nos comunicar e discutir as coisas uns com os outros. Se o seu parceiro estiver muito ocupado fazendo outras coisas, você pode se mudar para outro lugar para se comunicar, eventualmente iniciando um caso.

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Desconexão emocional: os casais precisam se sentir conectados não apenas fisicamente, mas também emocionalmente. Somos atraídos por pessoas com as quais nos sentimos conectados e essa atração pode se transformar em um caso em pouco tempo.

Falta de autorização: a falta de clareza no casamento pode fazer com que os parceiros traiam. É mais provável que você traia se o seu casamento já estiver nas pedras. Ser claro sobre onde você está indo pode consertar as coisas.

Então, podemos salvar um casamento após um caso?

Isso depende de muitas coisas. Como mencionado anteriormente, às vezes as pessoas têm um caso não porque querem, mas porque estão desamparadas.

Vamos falar sobre a situação em dois cenários:

  • Você traiu

  • Se você traiu, primeiro deve saber o porquê. Foi um erro ou você realmente não está interessado em seu parceiro?

É importante obter respostas para essas perguntas antes de pensar em salvar seu casamento. Não faz sentido salvar um casamento se você não quiser morar com seu parceiro ou se achar que os dois não são compatíveis.

Você pode acabar traindo novamente se esse for o cenário, pois nenhum dever pode forçá-lo a seguir uma pessoa com a qual não está feliz.

Se você quiser tentar outra vez o seu casamento, encontre coragem para se abrir sobre a situação. Converse com seu parceiro sobre como você se sente e por que deseja dar a este casamento outra chance.

Pode ser uma situação difícil, portanto, pode ser uma boa ideia discutir o cenário com um amigo antes de ir na frente do seu parceiro. É melhor confessar do que esperar que seu parceiro descubra naturalmente.

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Alguns parceiros estão perdoando, mas outros podem não estar dispostos a tentar outra vez. Seu dever é dar o melhor de si. Os casamentos podem sobreviver à infidelidade, mas apenas quando há amor no meio.

Seu parceiro traiu

Se seu parceiro estiver errado, você deve estar disposto a deixá-lo ir e dar ao seu casamento outra chance, se quiser que ele funcione.

Isto é mais fácil dizer do que fazer. A maioria dos parceiros acha difícil superar essas situações, e é por isso que poucos casamentos sobrevivem a um caso.

Além disso, você deve discutir a situação com seu parceiro. Descubra se eles querem sair do casamento ou se querem dar outra chance. Você não pode estar com alguém que não quer estar com você.

Se vocês dois decidem ficar juntos, devem trabalhar em suas deficiências. Descubra por que seu parceiro teve um caso. É porque eles se sentiram negligenciados? É porque eles não gostaram do sexo? É porque vocês dois não se comunicam o suficiente? Saber as respostas para essas perguntas facilitará as coisas.

No final do dia, você pode salvar seu casamento, se realmente quiser tentar outra vez. Uma pessoa sozinha não pode salvar um barco que está se afogando. No entanto, lembre-se de que não é aconselhável viver com uma pessoa habitual em trair.

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Especial

Ser mãe, ter mãe…

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A psicóloga e escritora Ellen Moraes Senra fala sobre o papel de mãe, de filha e os aprendizados do que é ser mãe, ter mãe…

Por Ellen Moraes Senra

Hoje o peito aperta de saudades, mas também de gratidão.

São quase três anos de saudade, mas foram 27 anos de amor, acolhimento, exemplos, alguns desentendimentos, mas, principalmente, muita cumplicidade.

Hoje não escrevo como psicóloga, hoje escrevo como filha e como mãe, pois sabemos que dia das mães é todo dia, porém, esse clichê não precisamos se repetir.

Essa madrugada tive um pesadelo, foi tão real que fui acordada pelo meu marido preocupado. Não importa o teor do sonho, mas ela estava lá, a mulher mais corajosa que conheci, aquela que me ensinou a me importar com os outros e a não me contentar com pouco, pois se ela lutava por mim, tenho obrigação de lutar por mim mesma: Elza, minha mãe, avó do Rafael.

Sempre que posso eu falo dela, entretanto, hoje quero falar do que aprendi com ela e, quem sabe, me parabenizar por saber que tenho sido para o meu filho um pedacinho do que ela foi pra mim.

Afinal, ouvir diariamente “eu te amo”, “você é a melhor mãe do mundo” e “como você é maravilhosa” me convence de que alguma coisa estou fazendo certo.

Ser mãe é uma mistura única

Culpa? Temos muitas, algumas válidas, outras nem tanto.

Berros diários, melhor nem comentar.

Amor? Sim, muito amor, amor esse que cresce a cada dia e a cada aprendizado que meu filho me traz, afinal, aprendi a ser filha para ser mãe. E estou há cinco anos em um curso intensivo, que irá durar a vida toda.

Agradeço à minha mãe por ter me ensinado tanto, por ter sido referência e é aqui que falo para você que, assim como eu, que é filha e também mãe, está dando o seu melhor.

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Então, continue seguindo em frente, você é referência para alguém.

Por isso, se pensar em desistir, peça ajuda, mas não jogue a toalha, pois entramos nesse jogo para ganhar e cada vitória conta, a menos que seja você quem se dê por derrotada.

Mas, lembre-se: ser mãe é um ato de coragem e, sendo assim, você já é vencedora nesse jogo.

Feliz Dia das Mães!

Quem é Ellen Moraes Senra?

 Ellen Moraes Senra é psicóloga, palestrante, escritora e professora universitária. Escreve livros para todas as faixas etárias, assim como também para o público negro, sempre com a proposta de que o diálogo, o autoconhecimento e o autoamor são as bases para a felicidade tanto consigo mesmo, quanto com as demais relações a serem construídas na vida.

Dentre suas obras estão “Autoamor: um caminho para a autoestima e regulação emocional feminina”, “A psicologia e a essência da negritude” e “Feiurinha Sabe tudo”. Também é colunista do Jornal Empoderado e da Revista Statto. Saiba mais em @psicologaellensenra.

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