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Santuário do Caraça recebe estudantes durante todo o ano

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Aulas de Ciências, História, Biologia, Geografia e estudos práticos na área de Matemática, Botânica, Ecologia, Engenharia Ambiental, Fotografia, Arquitetura, entre outras, são ministrados no complexo, que recebe alunos desde o ensino fundamental até a pós-graduação

Trabalhar conteúdos de forma prática e imersiva, fora da sala de aula, em um ambiente cercado por história, religiosidade, natureza e belezas naturais. Tudo isso é possível no Complexo Santuário do Caraça, que é destino de estudantes do ensino fundamental até da pós-graduação. Situado a cerca de 120 Km de Belo Horizonte, entre os municípios de Catas Altas e Santa Bárbara, o local é conhecido no Brasil e no mundo pelas suas belezas naturais e pela riqueza histórica do local, onde já estudaram dois Presidentes do Brasil. A vocação educacional do complexo é comprovada pela alta procura de escolas e até mesmo de agências de viagens especializadas no turismo pedagógico.

O Complexo Santuário do Caraça é centro de peregrinação católica e especialmente da Família Vicentina, polo de cultura e turismo. Da área total do complexo (12.475,45 hectares), são Reserva Particular do Patrimônio Natural 10.187,89 hectares com objetivos de preservação ambiental e de produção de conhecimento científico.

Agências de viagens especializadas operam com roteiros exclusivos de instituições de ensino para o Santuário do Caraça. A Turismo Educacional, de Belo Horizonte, é uma das empresas que levam Estudantes para o complexo. “Estamos trabalhando com o Santuário há mais de 10 anos e temos demanda interessante de escolas e faculdades, principalmente com Estudantes do ensino fundamental, para aulas de Ciências, História, Biologia e Geografia, e do ensino superior, sobretudo nos cursos de Engenharia Ambiental, Geologia, Geografia, Direito Ambiental e muitos outros”, como informa Alessandro Martins, gerente operacional da empresa, que, só em 2018, levou cerca de 500 alunos ao Caraça.

Fonte de conhecimento

O Caraça é uma estrutura cultural em constante formação. Começou por volta de 1770, quando o Irmão Lourenço de Nossa Senhora iniciou a construção do ‘hospício’, como então era chamada a hospedaria para acolher peregrinos, e uma ermida – capela barroca, dedicada a Nossa Senhora Mãe dos Homens. Posteriormente, a instituição transformou-se em Colégio e Seminário. Atualmente o lugar mantém a sua essência, proporcionando às pessoas a chance de interagir com sua história.

O complexo é tombado como Patrimônio Histórico e Artístico Nacional e Estadual e foi escolhido como uma das 7 Maravilhas da Estrada Real. Conta com um amplo Conjunto Arquitetônico onde estão a primeira igreja de estilo neogótico do Brasil, o prédio do antigo Colégio (hoje Museu e Biblioteca), o hotel com 54 apartamentos e quartos, com capacidade para até 230 pessoas, e a Fazenda do Engenho, com 26 apartamentos.

O Complexo do Caraça possui enorme diversidade de fauna e flora, com raridades de animais e plantas no meio ambiente. Na ampla diversidade de sua fauna, há 386 espécies de aves, 42 espécies de répteis, 12 espécies de peixes e 76 espécies de mamíferos.

A Reserva Particular do Patrimônio Natural do Santuário do Caraça faz parte de duas importantes reservas ecológicas, as Reservas da Biosfera da Serra do Espinhaço Sul e a da Mata Atlântica, em que há diversas espécies de flora e fauna, algumas encontradas somente no Complexo do Santuário do Caraça, que fica na transição entre Mata Atlântica e Cerrado, onde também há campos rupestres. Em suas serras há nascentes, ribeirões e lagos que possuem águas de coloração escura, que carregam material orgânico em suspensão.

Seu solo é rico em minérios, explorados nos séculos anteriores, e com grande concentração de quartzito ou rocha metamórfica. Desde 2011, passou a ser preservado contra exploração comercial. O clima tem baixas temperaturas e elevada umidade do ar, comuns em ambientes de mata.

O território do Complexo do Caraça integra a Área de Proteção Ambiental ao Sul da Região Metropolitana de BH, onde começam duas grandes bacias hidrográficas, a do rio São Francisco e a do rio Doce, que abastecem aproximadamente 70% da população de Belo Horizonte e 50% da população de sua região metropolitana.

Biblioteca

A Biblioteca hoje está instalada no prédio onde funcionava o célebre Colégio, que hoje abriga também o Museu, o Arquivo e um Centro de Convenções.

Museu

O museu, montado a partir de mobiliário e de artefatos diversos de uso diário, pertencentes ao próprio Caraça e com algumas peças remanescentes de séculos passados, constitui um instigante lugar de visitação, que visitantes e hóspedes procuram diariamente, por conta própria ou guiados pelos monitores.

Igreja Neogótica

O Santuário do Caraça é a primeira igreja neogótica do Brasil, construída sem mão de obra escrava e toda com material regional: pedra-sabão (retirada de perto da Cascatona), mármore (das proximidades de Mariana e Itabirito, Gandarela) e quartzito (da região do Caraça e da vizinhança), unidos com produtos de base de cal, pó de pedra e óleo.

Trilhas

Por meio de trilhas seguras e de trajetos mais ou menos longos e bem sinalizados, é possível ter acesso às diversas atrações naturais e contato direto com a biodiversidade local.

Santuário do Caraça

Local: Estrada do Caraça, Km 9 – Entre os municípios de Barão de Cocais, Catas Altas e Santa Bárbara – CEP 35960-000

Fácil acesso pelas rodovias BR 381 e MG 436, além do cômodo acesso por trem (Estação Dois Irmãos – Barão de Cocais/MG)

Horário para visitação: Todos os dias, das 8h às 17h

Taxa de entrada: a partir de R$ 12,00 (em dias de semana)

Mais informações: www.santuariodocaraca.com.br

Instagram: @santuariodocaraca

Facebook: www.facebook.com/complexosantuariocaraca/

Reservas: [email protected]

Sugestão de agência de viagens especializada no turismo pedagógico:

Turismo Educacional – www.turismoeducacional.com.br

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Saiba o que é falência emocional e como evitá-la

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Especialista em ambientes psicologicamente saudáveis, Paulo Alvarenga diz que é preciso entender os cinco estágios de luto para conseguir sair desse estado

Nos últimos 4 meses, lemos ou assistimos notícias sobre o índice de empresas e negócios que faliram. Tão habitual e real quanto a insolvência econômica, apesar de pouco debatida, é a falência emocional.

Como será que essas pessoas que perderam seus empregos, negócios e renda ou, até mesmo, as que não fazem parte desse cenário, mas que também vivem a crise, estão fazendo para sobreviver emocionalmente a esse período de insegurança e incerteza? O especialista em ambientes psicologicamente saudáveis e escritor dos best-sellers “Atitude que te move” e “Dance com os Seus Medos” dá dicas de como superar esse momento difícil e direcionar os seus esforços para o futuro.

“O primeiro passo é entender qual é o significado da palavra falência, que em nosso imaginário é sempre povoada pela esfera financeira, pela “quebra”, ruína, fracasso, decadência de algum negócio.E para que você entenda de maneira objetiva, vou usar essa analogia do mundo dos negócios, que faz parte do nosso imaginário, para você assimilar o que é Falência Emocional.Trabalho com CEOs e grandes organizações no Brasil há mais de 20 anos e, geralmente, quando uma empresa decreta falência, o principal motivo é porque a taxa de mudança externa dessa organização é maior do que a taxa de mudança interna. Ou seja, quando as mudanças no ambiente são maiores do que as mudanças de cada indivíduo, ela está fadada ao fracasso e à falência.Porque o mundo, o mercado, o posicionamento, tudo está mudando e, se a empresa não muda os seus processos, valores, posicionamento, tecnologia, ficará designada à falência.E quando olhamos para nós, podemos imaginar a mesma situação”, pontua o mentor.

Alvarenga destaca que estamos no meio de uma crise sem precedentes, vivenciando inúmeras mudanças em um curto espaço de tempo e tendo que lidar com todo tipo de sentimento e emoção: ansiedade, medo, frustração, raiva, vazio, oscilação de humor, impulsividade..

“Por isso, da mesma forma como acontece nas organizações, se a taxa de mudança externa for maior do que a taxa de mudança interna, esse indivíduo está predisposto a viver uma Falência Emocional. Se você se torna uma pessoa rígida, que não se adapta, que segue apenas as próprias regras, que é obsessivo por emoções e pensamentos negativos, vai chegar um momento em que você vai nutrir apenas emoções desgastantes”, explica o coach.

Ele diz que esse sentimento de falência emocional está diretamente conectado à nossa carência e necessidades emocionais.

E quando o indivíduo decreta falência emocional, ele está num forte estágio de sobrevivência, literalmente, lutando para sobreviver. Ele não consegue nutrir boas emoções e se percebe sempre sem direção, ansioso, com medo, o que intensifica ainda mais essas emoções, levando a casos de depressão, síndrome do pânico, burnout…

O empresário diz que para sair desse estado de Falência Emocional é preciso entender e respeitar os 5 estágios de luto. São eles: negação, raiva, tristeza, barganha e aceitação.

Primeiro estágio: negação

“É nesse estágio que a pessoa mais sente e nega que chegou à falência emocional. Existe muita confusão, choque e um medo excessivo. E faz parte negar, evitar e reagir com oposição à esse sentimento de falência”

“É importante respeitar esse processo, principalmente, num momento forte de crise, mas tendo consciência de que isso vai passar. A dor existe, e ficar preso ao sofrimento e a negação é uma questão de escolha. Mas passar por esse estágio faz parte da vida”.

Segundo estágio: raiva

“Nesse estágio, a pessoa entra num processo de irritação, frustração, muita raiva e ansiedade e, assim como no estágio de negação, é preciso reconhecer que a raiva também é uma emoção que existe e que faz parte da nossa vida”.

“A diferença está em quanto tempo a pessoa foca e permanece nisso, Se ela fica obsessiva em sentir raiva, ou, presa a situação que ocasionou isso, consequentemente ficará cada vez mais num estado de falência emocional. É muito importante respeitar cada estágio, mas reconhecer que é preciso avançar”.

Terceiro estágio: tristeza

“O terceiro estágio, na maioria das vezes, é o lugar em que as pessoas só conseguem focar na perda, e isso gera um desgaste profundo. Quando por exemplo, se perde alguém, o emprego, uma oportunidade, um estado emocional.. e para esse indivíduo o único caminho é enxergar a perda, como se não houvesse outra saída”

“Falta disposição, falta vontade, é como “jogar a toalha”. A pessoa não tem força para brigar, discutir, não se posiciona, é uma crise de energia”.

Quarto estágio: barganha

“É nesse estágio que a pessoa começa a lutar para encontrar um novo significado além da falência emocional. É a grande virada e é quando ela começa a se preparar para sair disso. Ela quer contar uma nova história para si mesmo, quer trocar de experiências, de estado emocional, e isso gera um novo significado interno”

“Nessa luta, ela começa a ter mais clareza de que é possível vencer a falência emocional, e é quando ela entra no último e quinto estágio, o de aceitação”.

Quinto estágio: aceitação

“Aqui, o indivíduo percebe claramente que passou por um processo de falência emocional e, por aceitar isso, consegue colocar um novo plano em ação. No estágio de aceitação é quando ele se move, é quando ele consegue colocar com vigor um plano em ação para realmente sair do estado de falência emocional”.

Para saber mais, acesse: bit.ly/maratonamatrizdaemocoes para se inscrever no curso Maratona Matriz das Emoções. Um curso100% on-line e gratuito, com mais de 10 horas de conteúdos totalmente exclusivos que vai te ajudar a evitar a Falência Emocional.

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Como gerar valor na crise?

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O modo como o cliente observa seu negócio é a chave para sobreviver – ou não – a crise

O ano de 2020 tem sido desafiador em vários aspectos. Em diversos setores da economia, pequenos e grandes empresários tentam encontrar a melhor forma de driblar a crise cada vez maior e evitar danos definitivos para o próprio negócio. Nesse sentido, manter o negócio vai muito além de apenas continuar vendendo. O objetivo deve ser fidelizar o cliente para que ele continue adquirindo os serviços e produtos durante períodos críticos, garantindo, assim, a sobrevivência da empresa.

Porém, como fazer isso de forma realmente eficaz? De acordo com a especialista em marketing e encantamento do cliente, Aline Oneda, o segredo está em gerar valor para o negócio mesmo durante a crise. “Muita gente já sabe a importância desse objetivo, mas poucas sabem colocar em prática e gerar os resultados necessários. Gerar valor não é somente estar presente na vida do seu cliente, é transformar a sua marca em uma espécie de ‘amigo’ e tornar o seus serviços essenciais na vida de alguém”, conta.

Aline declara que não existe uma “receita de bolo” para alcançar esse objetivo. Por isso, o planejamento e pesquisa são fundamentais. “Gerar valor exige conhecimento sobre o meio em que você trabalha. É necessário conhecer o seu público-alvo, a presença dele nas redes sociais, as mídias que interagem mais e outros aspectos para direcionar a sua atuação. A partir disso, você precisa criar as estratégias para alcançar esse público, fazê-lo se interessar pelo seu produto e se manter fiel a marca”, esclarece.

Por onde começar?

Ao entender todo o caminho que precisa percorrer para gerar valor de qualidade, muita gente imagina que é necessário diversas ferramentas complicadas de conseguir em meio a crise. Aline destaca que o importante é começar com o que tiver disponível. “O período de crise é difícil para todos. Então, o ideal é buscar alternativas acessíveis nesse momento. Existem aplicativos, grupos e ferramentas gratuitas ou mais baratas para esse momento. Muitos empreendedores também resolveram se juntar para criar uma rede de apoio. Além disso, vale buscar perfis nas redes sociais sobre marketing e profissionais que compartilham conteúdo do gênero nesse momento”, recomenda. “A essência de tudo é se colocar no lugar do seu cliente, ouvir o cliente e melhorar a vida dele. E lembrar que é nos detalhes que fidelizamos nossos clientes”, finaliza.

Fonte: Aline Oneda, publicitária, especialista em marketing e encantamento do cliente.

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Psiquiatra Vicente Gomes pede respeito no Dia do Orgulho LGBTQIA+

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No último dia 28 de junho, onde se comemora o Dia do Orgulho LGBTQIA+, o médico psiquiatra, psicogeriatra e hipnoterapeuta Dr. Vicente Gomes, fez um postagem em suas redes sociais, pedindo respeito para todos.  “Sabemos que muitos indivíduos são vítimas de práticas discriminatórias, de violência física e psicológica”, disse.

De acordo com o Presidente da Associação Psiquiátrica do Piauí-APPI: “ Preconceito, intolerância e exclusão causam bastante sofrimento e geram impactos na saúde mental das pessoas. Sintomas ansiosos, depressivos, diminuição no desempenho acadêmico, uso de drogas e tentativas de suicídio são consequências desses impactos”, afirmou o Dr. Vicente Gomes.

Infelizmente, no Brasil registra uma morte por homofobia a cada 26 horas. “ É lamentável, mesmo diante do cenário delicado que vivemos nesse momento, ainda exista ódio e atitudes preconceituosas contra o ser humano. Devemos dizer NÃO a qualquer tipo de preconceito e dizer SIM à vida. Todos merecem respeito” relata o médico psiquiatra.

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