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Economia

Salário mínimo pode ficar ainda menor

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O salário mínimo do ano que vem pode ser ainda mais baixo do que o esperado.

A estimativa é da secretaria de política econômica do ministério da economia. A princípio, a previsão era de que o mínimo chegasse a 1040 reais. Depois abaixou para 1039, e agora, caiu para 1034 reais. O valor tem variado por conta da redução da inflação, que serve como base de cálculo do salário. O índice estava em 4 por cento e chegou a 3,7. No entanto, isso pode mudar. Porque o mínimo de 2020 só vai ser divulgado em janeiro, após o ibge informar em quanto fechou a inflação de 2019. Hoje, o salário mínimo é de 998 reais.

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Brasil

Caixa libera R$ 600 nesta quinta

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Foto: Divulgação Internet

A caixa libera para saque nesta quinta-feira, o auxílio emergencial dos aniversariantes de maio.  

 

Este pessoal teve o benefício depositado nas contas digitais no último dia cinco. Estarão liberadas para saque e transferência a quarta, terceira, segunda e primeira parcela do auxílio. Tanto o saque quanto a transferência devem ser feitos pelo aplicativo caixa tem. No saque é preciso gerar um código no celular e depois ir em uma agência da caixa ou casa lotérica e retirar o dinheiro.

 

A outra opção é transferir os 600 reais para qualquer conta bancária sem cobrança de taxa. Os beneficiários do auxílio emergencial podem também realizar pagamentos online por meio do aplicativo caixa tem.

 

O pagamento da quinta e última parcela do auxílio está previsto para começar no dia 28 deste mês. De acordo com o governo, mais de 65 milhões de pessoas recebem o benefício de 600 reais criado na pandemia.

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Economia

Gasolina e diesel sobe de preço

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Gasolina e diesel estão mais caros.

 

A Petrobrás reajustou o valor dos combustíveis nas refinarias, ficando a gasolina, em média, 4 por cento mais cara, e o diesel dois por cento. Para se ter ideia, esse já é o sexto aumento consecutivo no preço do diesel, com litro nas refinarias chegando a um real 733. Já a gasolina, ela pode chegar a um real 721 o litro na refinaria.

Os aumentos vêm como reflexo da retomada do uso de automóveis, devido a flexibilização do isolamento pelo país. Os reajustes podem, ou não, serem passados aos clientes nas bombas.

Isso depende dos donos de postos, que têm liberdade para dar preço ao que vendem. Segundo balanço semanal da anp, a agência nacional do petróleo, o litro mais caro de gasolina vendido no brasil foi encontrado em posto no estado do Tocantins, sendo vendido a 5 reais e 69 centavos. O diesel mais caro, também, foi em verificado no Tocantins, com o litro comercializado a 4 reais e 95.

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Economia

Ministério da Economia estuda o fim da meia-entrada

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Com a consulta pública sobre a obrigatoriedade do privilégio da meia-entrada nos cinemas brasileiros, o segmento de eventos acredita na possibilidade de acabar com essa ‘injustiça histórica’

A polêmica da meia-entrada volta a tomar conta das discussões. O Ministério da Economia defendeu publicamente a extinção de todas as regras que garantem o benefício e a Agência Nacional de Cinema (Ancine) realiza uma consulta pública sobre a obrigatoriedade legal da cobrança e seus impactos. Com isso, produtores de eventos de todo o país enxergam a possibilidade de ter as suas reinvindicações atendidas.

De acordo com nota da Associação Brasileira dos Promotores de Eventos – ABRAPE, entidade que representa 300 associados do segmento da cultura e entretenimento de 23 Estados brasileiros, a extinção do privilégio da meia-entrada em eventos culturais no Brasil corrigiria uma injustiça histórica. “É uma intervenção estatal na economia que toma 50% da receita de alguns setores sem compensação, ao contrário do que ocorre em outros segmentos”, ressalta Doreni Caramori Júnior, empresário e presidente da ABRAPE.

A luta pelo fim da meia-entrada é antiga em Minas Gerais. Para Tiago de Brito, diretor regional da ABRAPE-MINAS, é necessário analisar racionalmente a questão. “O produtor de eventos é obrigado a oferecer a meia-entrada, mas não existe nenhum tipo de subsídio ou compensação por parte do poder público, por ser obrigado a dar esse desconto. O resultado disso, é que a maioria da população brasileira é penalizada, pagando dobrado,  para que uma minoria possa pagar a metade. Essa é uma equação onde todos perdem, produtores de eventos e principalmente o público com menor poder aquisitivo, ou seja, alguns pagam muito mais para ter acesso ao mesmo evento no mesmo lugar”, finaliza.

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