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Coronavírus

RFPI e farmacêutica Dr. Reddy’s recebem aprovação para testes clínicos da vacina russa na Índia

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© Sputnik / RFPI e Centro Nacional de Pesquisa de Epidemiologia e Microbiologia Gamaleya

A primeira vacina contra o coronavírus registrada no mundo foi aprovada para testes clínicos da Fase II e Fase III na Índia, após a Bielorrússia, Emirados Árabes Unidos e Venezuela permitirem o mesmo.

O Fundo Russo de Investimentos Diretos (RFPI, na sigla em russo) e a empresa farmacêutica indiana Dr. Reddy’s receberam aprovação da Controladoria Geral de Medicamentos da Índia (DCGI, na sigla em inglês) para conduzir a segunda e terceira fases de testes clínicos da vacina Sputnik V no país do sul da Ásia, informa o RFPI.

“Serão realizados no país ensaios controlados multicêntricos e randomizados, que incluirão testes de segurança e imunogenicidade”, disse a entidade.

O RFPI e a Dr. Reddy’s acordaram uma parceria para conduzir testes clínicos da Sputnik V na Índia em setembro. O RFPI também fornecerá 100 milhões de doses da vacina à farmacêutica da Índia após receber aprovação das autoridades reguladoras do país, segundo o acordo.

“Temos o prazer de trabalhar com os reguladores da Índia e forneceremos dados sobre segurança e imunogenicidade da vacina obtidos nos ensaios da Fase III na Rússia para complementar os dados dos ensaios clínicos na Índia e apoiar os ensaios bem-sucedidos da Sputnik V no país”, disse Kirill Dmitriev, diretor do RFPI.

Além dessa, três vacinas contra o coronavírus estão sendo testadas na Índia, Covaxin, ZycovD e ChAdOx1, a última das quais, desenvolvida pela Universidade de Oxford, Reino Unido, tem o Instituto do Soro da Índia conduzindo testes de Fase II em 17 centros médicos, estando perto de entrar na Fase III.

O RFPI e seus parceiros também estão realizando ensaios clínicos na Bielorrússia, Emirados Árabes Unidos e Venezuela.

//Sputniknews

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Boas Notícias

Coronavac: Ministério da Saúde do Brasil fecha acordo por 46 milhões de doses da vacina

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© Folhapress / Bruno Escolástico

Nesta terça-feira (20), o governo federal brasileiro anunciou a compra de 46 milhões de doses da vacina Coronavac, desenvolvida em parceria entre o Instituto Butantan e a farmacêutica chinesa Sinovac.

Conforme publicou o portal G1, o investimento até janeiro será de R$ 2,6 bilhões e a vacina será incluída no calendário nacional de vacinação para todo o país. O anúncio foi feito durante reunião do ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, com 24 governadores.

A Coronavac integrará o Programa Nacional de Imunizações (PNI) do SUS, responsável no Brasil pelas campanhas de vacinação. A expectativa é de que a vacinação tenha início no primeiro semestre de 2021.

Anteriormente, o governo federal previa ter 140 milhões de doses de vacinas no primeiro semestre do ano que vem, sendo 100 milhões de doses da vacina da AstraZeneca, em parceria com a Universidade de Oxford, e outras 40 milhões por meio da iniciativa COVAX, da Organização Mundial da Saúde (OMS).

A vacina Coronavac vem sendo defendida pelo governo de São Paulo, que negociava há semanas o investimento anunciado para as doses. O governo paulista já havia afirmado que caso não houvesse acordo faria a distribuição por conta própria. Na semana passada, o Ministério da Saúde chegou a divulgar um calendário de vacinação sem a inclusão da vacina chinesa, que está em fase avançada de testes.

Segundo os dados da Universidade Johns Hopkins, o Brasil é o segundo país com mais mortes causadas pela COVID-19, com mais de 154 mil óbitos, atrás apenas dos Estados Unidos, que acumulam 220.649 mortes atribuídas ao novo coronavírus.

//Sputniknews

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Coronavírus

Unicef prepara estoque de 1 bilhão de seringas para futura vacina contra Covid-19

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Unicef/Patrick Brown Funcionária de sáude prepara vacina em assentamento de refugiados rohingya em Bangladesh

Chefe da agência diz que vacinar o mundo contra o novo coronavírus será um dos maiores empreendimentos da história da humanidade; vários parceiros trabalham para garantir segurança, rapidez e eficácia da cadeia de distribuição.

O Fundo das Nações Unidas para a Infância, Unicef, vai reservar 520 milhões de seringas até o final do ano para garantir o abastecimento quando uma vacina contra a Covid-19 estiver pronta. Até 2021, o plano é chegar a 1 bilhão destes equipamentos.

Assim que as vacinas forem licenciadas, o mundo precisará de tantas seringas quantas doses de vacina. O objetivo é garantir que o tipo de equipamento chegue aos países antes das vacinas.

Cada dose de vacina precisa de uma seringa diferente, Unmiss/Tim McKulka

Preparação

Supondo que haja doses suficientes, o Unicef prevê a entrega de mais de 1 bilhão de seringas. Além disso, comprará 620 milhões para programas contra outras doenças, como o sarampo e febre tifoide.

Em comunicado, a diretora executiva do Unicef, Henrietta Fore, disse que “vacinar o mundo contra a Covid-19 será um dos maiores empreendimentos em massa da história da humanidade e é preciso agir tão rápido quanto a produção de vacinas.”

Segundo a chefe da agência, para isso acontecer, é preciso atuar agora. Para Fore,  as seringas “poderão ser enviadas de forma rápida e econômica.”

A agência está trabalhando com o seu parceiro Aliança Global de Vacinas, Gavi.

Distribuição

Além das seringas, o Unicef também está comprando 5 milhões de caixas de segurança para que os materiais possam ser descartados de maneira segura, evitando o risco de ferimentos e doenças transmitidas pelo sangue. Cada caixa contém 100 unidades.

Equipamentos de injeção têm vida útil de cinco anos. Os prazos de entrega também são longos, pois esses itens são volumosos e precisam ser transportados por frete marítimo.

As vacinas sensíveis ao calor são normalmente transportadas mais rapidamente por via aérea. Além de economizar tempo, a compra antecipada de seringas e caixas de segurança também reduz a pressão no mercado e previne picos iniciais de demanda.

Compra antecipada de seringas e caixas de segurança reduz a pressão no mercado e previne picos iniciais de demanda

Parceria

Como o principal coordenador de compras da Gavi, o Unicef já é o maior comprador individual de vacinas do mundo, adquirindo mais de 2 bilhões de doses de vacinas anualmente para imunização de rotina e resposta a surtos em nome de quase 100 países.

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Todos os anos, a agência fornece vacinas para quase metade das crianças do mundo, adquirindo e fornecendo entre 600 e 800 milhões de seringas para programas regulares de imunização. As vacinas contra a Covid-19 devem triplicar ou quadruplicar esse número.

Em comunicado, o diretor executivo da Gavi, Seth Berkley, lembrou que, ao longo de duas décadas, a Aliança Global de Vacinas ajudou mais de 822 milhões de crianças dos países mais vulneráveis ​​do mundo a ter acesso a vacinas essenciais.

Segundo ele, “isso não teria sido possível sem a parceria com o Unicef e é essa mesma colaboração que será fundamental para o trabalho da Gavi com o Covax.”

Segurança

Funcionário de saúde faz teste de Covid-19, Unicef Nepal

Para garantir que as vacinas sejam transportadas e armazenadas na temperatura certa, o Unicef e a OMS estão mapeando os equipamentos da cadeia de frio e a capacidade de armazenamento, tanto no setor privado quanto no público. Também estão preparando as orientações para os países receberem as vacinas.

Henrietta Fore disse que as agências estão “fazendo tudo o que podem para entregar esses suprimentos essenciais de forma eficiente, eficaz e na temperatura certa, como já fazem tão bem em todo o mundo.”

Mesmo antes da pandemia, com o apoio da Gavi e em parceria com a OMS, o Unicef estava atualizando o equipamento da rede de frio existente nas unidades de saúde dos países para garantir que as vacinas permaneçam seguras e eficazes durante toda a viagem.

Desde 2017, mais de 40 mil geladeiras de cadeia de frio foram instaladas em unidades de saúde, principalmente na África. Na maioria dos países, o Unicef promove tecnologias solares para ajudar a manter as cadeias de abastecimento.

No Sudão do Sul, por exemplo, o país menos eletrificado do mundo, onde as temperaturas frequentemente excedem 40 º C, mais de 700 unidades de saúde foram equipadas com geladeiras de energia solar, aproximadamente 50% das unidades de saúde do país.

Fonte: Nações Unidas

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Coronavírus

Vacina chinesa pode ter eficácia comprovada em dezembro, diz diretor do Butantan

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© AP Photo / Eraldo Peres

O diretor do Instituto Butantan, Dimas Covas, declarou nesta segunda-feira (19) que a eficácia da vacina chinesa CoronaVac deve ser comprovada até dezembro.

Desenvolvida pela empresa chinesa SinoVac em parceria com o Instituto Butantan, a CoronaVac está na terceira fase de testes, realizados com 9.000 voluntários brasileiros.

“É uma vacina muito segura, isso já é esperado pela própria tecnologia envolvida nessa vacina. Na realidade, neste momento, é a vacina que tem o perfil de segurança melhor entre todas as vacinas que estão sendo testadas”, afirmou Dimas Covas, citado pelo G1.

De acordo com o diretor do Butantan, os voluntários brasileiros tiveram reações adversas leves com os testes da vacina, apresentando “um perfil de segurança muito apropriado”.

“Nós aguardamos o fim dessa fase de estudos, obviamente que é um estudo clínico que ainda demanda outras fases, principalmente a fase de eficácia, e que nós aguardamos aí até o fim do ano que possa ocorrer a demonstração da eficácia para que a nossa Anvisa possa registrar a nossa vacina“, completou o diretor.

Também nesta segunda-feira (19), o diretor-geral do Fundo Russo de Investimentos Diretos (RFPI, na sigla em russo), Kirill Dmitriev, confirmou a produção da vacina russa Sputnik V no Brasil.

//Sputniknews

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