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Profissionais de saúde contam com suporte psicológico no SUS

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A ação estratégica ¿O Brasil Conta Comigo¿ garante atendimento psíquico aos profissionais que estão na linha de frente do combate à COVID-19

 

Os profissionais de saúde, da ação estratégica “O Brasil Conta Comigo”, que estão na linha de frente no combate ao COVID-19, têm disponível suporte psicológico ofertado pelo Ministério da Saúde. Essa medida visa cuidar da saúde mental dos profissionais contratados pelo Governo Federal para auxiliar os gestores do Sistema Único de Saúde (SUS) nas ações de enfrentamento à pandemia nos estados.  Até o momento, cerca de 300 profissionais foram contratados temporariamente, no âmbito da estratégia, e estão trabalhando no Amazonas. Para esses trabalhadores, o suporte psiquiátrico conta com a parceria da Associação Médica do Amazonas (AMB-AM) e da Associação dos Psiquiatras do Amazonas (AAP). Basta agendar atendimento com psicólogos ou psiquiatras das associações.

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Internacional

Noruega detecta novo tipo de coronavírus com capacidade de transmissão mais rápida

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© AFP 2020 / Stian Lysberg Solum / NTB Scanpix
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O país do norte da Europa descobriu uma nova estirpe do SARS-CoV-2, tendo encontrado oito novos casos da doença e colocado em quarentena mil pessoas em Trondheim recentemente.

As autoridades sanitárias norueguesas detectaram uma nova mutação do coronavírus no município central de Trondheim, afirmou na segunda-feira (19) a médica-chefe local Tove Rosstad.

“Não sabemos de onde veio este vírus. Nenhum desses tipos de vírus foi visto antes na Noruega. Pesquisamos bancos de dados internacionais, mas também não encontramos esse tipo lá”, revelou Rosstad à emissora NRK.

De acordo com a funcionária de saúde, as autoridades sanitárias norueguesas concluíram que o vírus sofreu mutações após começar a se comportar de forma diferente e a infectar as pessoas mais rapidamente do que antes. Rosstad acredita que o número de novos casos só vai crescer à medida que o número de testes aumenta.

Durante o fim de semana foram registrados em Trondheim oito novos pacientes com COVID-19 leve, sete dos quais correspondendo a jovens de mais de 20 anos.

A emissora disse que cerca de mil pessoas haviam sido colocadas em quarentena em Trondheim na semana passada, incluindo 800 que visitaram um clube noturno nos subúrbios. No entanto, as autoridades locais afirmaram que a situação continua sob controle.

Na segunda-feira (19), o número de casos de COVID-19 na Noruega chegou a 16.456, incluindo 278 mortes, de acordo com a Universidade Johns Hopkins, EUA.

//Sputniknews

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Geral

Setembro de 2020 foi o mais quente desde que há registros

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Departamento contra Incêndios de São Francisco Bombeiros na Califórnia e em outras partes da costa oeste dos Estados Unidos tentaram conter incêndios florestais.
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Todos os 10 setembros mais quentes ocorreram desde 2005; após um declínio temporário causado pelo bloqueio e desaceleração econômica causado pela crise da Covid-19, emissões estão agora caminhando para os níveis antes da pandemia.

O mês  passado foi “o setembro mais quente de que há registro em todo o mundo”, informou a Organização Meteorológica Mundial, OMM.

A agência da ONU cita ainda dados Administração Nacional Oceânica e Atmosférica dos Estados Unidos, Noaa, mostrando que os primeiros nove meses de 2020 foram os segundos mais quentes, depois de 2016.

Vale da morte, nos Estados Unidos, onde terá sido registrado o novo recorde de temperatura, by Unsplash/Sarah Lachise

Recordes

Todos os 10 setembros mais quentes ocorreram desde 2005. Além disso, os sete setembros mais quentes ocorreram nos últimos sete anos, entre 2014 e 2020, continuando a tendência de aquecimento de longo prazo.

A variação da temperatura da superfície terrestre e oceânica do hemisfério sul da média em setembro de 2020 foi a maior já registrada. Enquanto isso, o Hemisfério Norte teve seu terceiro mês de setembro mais quente já registrado.

Em relação à extensão do gelo marinho do Ártico, foi a segunda menor já registrada. Por outro lado, o gelo marinho da Antártica ficou acima da média.

Pandemia

Os dados mais recentes sublinham a principal conclusão do recente relatório Unidos pela Ciência, coordenado pela OMM, de que as alterações climáticas não pararam com a Covid-19.

As concentrações de gases de efeito estufa na atmosfera estão em níveis recordes e continuam aumentando. Após um declínio temporário causado pelo bloqueio e desaceleração econômica, as emissões estão agora caminhando para os níveis antes da pandemia.

Em comunicado, o secretário-Geral da OMM, Petteri Taalas, disse que os anos entre 2016 e 2020 “estão se tornando o quinquénio mais quente já registrado.”

Taalas contou que “embora muitos aspectos de nossas vidas tenham sido interrompidos em 2020, a mudança climática continuou inabalável.”

Os anos entre 2016 e 2020 estão se tornando o quinquénio mais quente já registrado

Segundo ele, “o mundo não está no caminho certo para cumprir as metas acordadas para manter o aumento da temperatura global bem abaixo de 2 ° C ou 1,5 ° C acima dos níveis pré-industriais.”

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Temperaturas

Entre janeiro e setembro, a temperatura da superfície do oceano e da terra no hemisfério norte empatou com os valores de 2016, se tornando o período mais quente desde que os registros globais começaram em 1880.

Já o Hemisfério Sul, teve seu quarto período mais quente registrado.

Nesses meses, Europa, Ásia e Golfo do México tiveram seu período mais quente. No norte da Ásia, as temperaturas estavam pelo menos 3° C acima da média. A região da América do Sul e do Caribe teve uma temperatura que se classificou como a segunda mais alta já registrada.

Enquanto isso, condições mais frias do que a média apenas aconteceram no Alasca, oeste do Canadá, norte da Índia e oceanos do sul.

Fonte: Nações Unidas

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Notícias

Número de homicídios volta a crescer no Brasil em 2020, mas cai no Rio Grande do Sul

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As estatísticas incluem latrocínios e lesões corporais que acabaram resultando em morte Foto: Polícia Civil/Divulgação
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O número de homicídios no Brasil voltou a crescer, após uma queda recorde em 2019. A alta foi de 7,1% no primeiro semestre de 2020, quando comparado com o mesmo período do ano passado, de acordo com anuário publicado pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública nesta segunda-feira (19). As estatísticas incluem latrocínios e lesões corporais que acabaram resultando em morte.

O levantamento frustra quem esperava uma redução nos assassinatos durante a pandemia, por conta de as pessoas passarem mais tempo em casa. A expectativa era de redução, até porque 2019 teve uma queda de 17,7% nos homicídios em relação ao ano anterior (a maior, desde 2011).

A estatística do semestre também frustra os defensores do uso de armas para defesa pessoal. Eles não consideram que exista uma relação direta entre mais armamento e mais homicídios e usaram a estatística recente como exemplo: em 2019, o número de registro de armas por CACs (Caçadores, Atiradores e Colecionadores) aumentou 55,7% em relação ao ano anterior, enquanto o número de homicídios caiu 17,7%. Só que a venda de armas continua em aceleração e, agora se sabe, os assassinatos voltaram a crescer.

É preciso esperar a estatística até o final do ano para ver se a relação direta entre venda de armas e homicídios vai se consolidar (como defendem os antiarmamentistas) ou não existe essa relação (como acreditam os defensores do direito de se armar).

Outra faceta do levantamento mostra que a alta no número de assassinatos é bastante desigual no país. O crescimento é puxado pelos Estados do Nordeste, com o Ceará liderando o ranking nacional: 96,6% de aumento no primeiro semestre de 2020. Especialistas acreditam que parte da alta se deve à crise na segurança pública naquele Estado em fevereiro, com a greve da PM.

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Em 14 Estados, o número de assassinatos teve alta. Já nos demais, caiu. E o Rio Grande do Sul está nesse grupo de felizardos. O Estado teve queda de 7,2% no número de homicídios, segundo o levantamento. Foram 960 assassinatos no primeiro semestre, contra 1.035 no mesmo período de 2019.

Os gaúchos, aliás, têm vivenciado quedas sucessivas nas estatísticas de homicídios: o ano passado teve a menor taxa da década, com 22,6% de redução em relação a 2018. Entre os fatores que podem explicar estão investimento em delegacias de homicídio, cercamento eletrônico das cidades mais violentas e até pactos de não-agressão firmados pelas facções criminosas.

O Sul

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