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Notícias

Primeira-dama deve passar por cirurgia nos próximos dias, diz Bolsonaro

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O presidente Jair Bolsonaro afirmou nesta sexta-feira (27) que a primeira-dama, Michelle Bolsonaro, deve passar por uma cirurgia nos próximos dias. Mais tarde, a própria primeira-dama falou com jornalistas e disse que o problema que pode fazer com que ela passe por cirurgia “não é grave”, mas não deu detalhes.

O presidente também não detalhou o procedimento, mas disse que, em razão dessa possibilidade, Michelle não viajará com ele à Base Naval de Aratu, na Bahia. Bolsonaro embarca para a área privativa da Marinha no litoral baiano nesta sexta-feira, e volta para Brasília em 5 de janeiro.

Bolsonaro mencionou a cirurgia ao ser questionado por jornalistas quem o acompanharia na viagem à Bahia. O presidente estava em frente ao Palácio da Alvorada, onde cumprimentava simpatizantes. “Não [Michele não vai à Bahia], ela está com um problema de…Problema não, vai fazer uma, talvez uma cirurgia nesses dias aí”, disse ele.

Primeira-dama diz que “não é grave”

Pouco depois de o presidente ter feito as declarações, a própria primeira-dama foi até entrada do Palácio da Alvorada. Questionada por jornalistas sobre a possibilidade de cirurgia, ela respondeu apenas que “Não, não é grave”. Michelle não deu mais detalhes.

O Palácio do Planalto foi questionado sobre a cirurgia a que a primeira-dama pode ser submetida. Em nota, o Planalto disse que não comentará o assunto. Com isso, Bolsonaro deve passar o réveillon em Aratu acompanhado de uma irmã e da filha mais nova, Laura, e de “alguns parentes perdidos”, segundo ele.

Na conversa com jornalistas, em frente ao Palácio do Alvorada, Bolsonaro fez piada sobre o fato de viajar sem a primeira-dama e disse que Michelle “cedeu a Laura para ele”, em referência à filha.

“Outra coisa, eu vou para pescar, mas geralmente ela não gosta de pescar. Então, para ela não ficar chateada, deixa ela ficar aqui. E tem o pessoal da Ceilândia, para ficar aqui com ela”, declarou Bolsonaro. A família de Michelle Bolsonaro mora em Ceilândia, região administrativa a 40 km do centro de Brasília.

O Sul

Economia

Gasolina e diesel sobe de preço

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Gasolina e diesel estão mais caros.

 

A Petrobrás reajustou o valor dos combustíveis nas refinarias, ficando a gasolina, em média, 4 por cento mais cara, e o diesel dois por cento. Para se ter ideia, esse já é o sexto aumento consecutivo no preço do diesel, com litro nas refinarias chegando a um real 733. Já a gasolina, ela pode chegar a um real 721 o litro na refinaria.

Os aumentos vêm como reflexo da retomada do uso de automóveis, devido a flexibilização do isolamento pelo país. Os reajustes podem, ou não, serem passados aos clientes nas bombas.

Isso depende dos donos de postos, que têm liberdade para dar preço ao que vendem. Segundo balanço semanal da anp, a agência nacional do petróleo, o litro mais caro de gasolina vendido no brasil foi encontrado em posto no estado do Tocantins, sendo vendido a 5 reais e 69 centavos. O diesel mais caro, também, foi em verificado no Tocantins, com o litro comercializado a 4 reais e 95.

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Notícias

Pharma Acácia faz aniversário de 6 anos com visão inovadora e diferenciada na manipulação

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A Pharma Acácia está completando seis anos de existência e trás uma grande novidade para seus clientes. A farmácia de manipulação situaada no bairro do Tatuapé, na capital paulista, trabalha om manipulação de fórmulas alopáticas e homeopáticas, para todas especialidades médicas, utilizando matérias-primas nacionais e importadas dos melhores laboratórios com procedência garantida e eficácia comprovada.

Devido ao anivesário da Pharma Acácia, uma nova linha difrenciada exclusiva para atender os pacientes e os médicos, onde temos um conceito diferenciado com uma visão inovadora para os médicos que possuem parceria.

A farmácia de manipulação acredita que seus produtos diferenciados e seu ótimo atendimento são os pontos fortes para quem deseja comprar na Pharma Acácia, onde o maior compromisso da farmácia é com os clientes.

A Pharma Acácia possui laboratórios modernos e profissionais capacitados, tudo para lhe atender com precisão e na medida em que você precisa, onde o rigor da qualificação dos fornecedores em conformidade com a legislação resulta em tranquilidade para o médico que prescreve o medicamento e para o paciente que vai utilizá-lo.

Para entrar em contato com a Pharma Acácia, basta seguir os contatos abaixo e saber mais sobre a

Localização: Rua Itapura, 722 – Tatuapé – São Paulo
Fone: (11) 98626-6633
Instagram: @pharma.acacia
Site: https://pharmaacacia.com.br/

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Economia

Ministério da Economia estuda o fim da meia-entrada

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Com a consulta pública sobre a obrigatoriedade do privilégio da meia-entrada nos cinemas brasileiros, o segmento de eventos acredita na possibilidade de acabar com essa ‘injustiça histórica’

A polêmica da meia-entrada volta a tomar conta das discussões. O Ministério da Economia defendeu publicamente a extinção de todas as regras que garantem o benefício e a Agência Nacional de Cinema (Ancine) realiza uma consulta pública sobre a obrigatoriedade legal da cobrança e seus impactos. Com isso, produtores de eventos de todo o país enxergam a possibilidade de ter as suas reinvindicações atendidas.

De acordo com nota da Associação Brasileira dos Promotores de Eventos – ABRAPE, entidade que representa 300 associados do segmento da cultura e entretenimento de 23 Estados brasileiros, a extinção do privilégio da meia-entrada em eventos culturais no Brasil corrigiria uma injustiça histórica. “É uma intervenção estatal na economia que toma 50% da receita de alguns setores sem compensação, ao contrário do que ocorre em outros segmentos”, ressalta Doreni Caramori Júnior, empresário e presidente da ABRAPE.

A luta pelo fim da meia-entrada é antiga em Minas Gerais. Para Tiago de Brito, diretor regional da ABRAPE-MINAS, é necessário analisar racionalmente a questão. “O produtor de eventos é obrigado a oferecer a meia-entrada, mas não existe nenhum tipo de subsídio ou compensação por parte do poder público, por ser obrigado a dar esse desconto. O resultado disso, é que a maioria da população brasileira é penalizada, pagando dobrado,  para que uma minoria possa pagar a metade. Essa é uma equação onde todos perdem, produtores de eventos e principalmente o público com menor poder aquisitivo, ou seja, alguns pagam muito mais para ter acesso ao mesmo evento no mesmo lugar”, finaliza.

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