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Presa mãe de bebê recém-nascido que foi encontrado morto dentro de contêiner em Canoas

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Corpo do bebê recém-nascido foi encontrado dentro de um contêiner em Canoas, na Região Metropolitana, na tarde de quarta-feira (6). — Foto: Reprodução/RBS TV

Mulher afirma em depoimento que não sabia da gravidez e foi surpreendida na hora do parto. Menina foi encontrada enrolada em roupas femininas.

 

A Polícia Civil prendeu na madrugada deste sábado (9) a mãe do bebê recém-nascido que foi encontrado dentro de um contêiner em Canoas, na Região Metropolitana, na tarde da quarta-feira (6). Ela estava em casa, na mesma cidade, no bairro Harmonia, quando foi capturada pelos policiais.

Segundo o delegado Thiago Carrijo, o trabalho de investigação para encontrar a mulher durou 48 horas e analisou 60 câmeras de segurança das redondezas de onde a menina foi encontrada.

Em depoimento, a presa, de 38 anos, afirmou que não sabia da gravidez e conta que fez o próprio parto, sozinha em casa, usando um alicate de unha para cortar o cordão umbilical. O trabalho teria durado três horas.

“Ela alega que na terça-feira (5) sentiu uma “coisa” descendo pelas pernas dela e percebeu que era um bebê. Ela achava que pudesse estar com algum problema estomacal”, conta o delegado.

Com base na análise das imagens de câmeras de segurança, a Delegacia de Polícia de Homicídios e Proteção à Pessoa de Canoas conseguiu reconhecer todo trajeto desde a saída de casa até o abandono do bebê no contêiner. A rotina da suspeita também foi observada para por fim, efetuar a prisão.

“Ela confessou toda a dinâmica”, afirma Carrijo.

A investigação aponta para o crime de homicídio, mas o delegado ainda aguarda o laudo oficial do Instituto Geral de Perícias (IGP) com a determinação da causa da morte da criança. O trabalho segue com objetivo de identificar se há indícios do conhecimento da gravidez.

Por Josmar Leite, RBS TV

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RS tem mais de 170 casos de fraudes ao auxílio emergencial em investigação pela PF

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Polícia concentrou nesta quinta-feira (1º) uma série de ações de combate à fraude — Foto: Divulgação/PF

Nesta quinta-feira (1º), polícia cumpriu diligências, ouvindo e intimando suspeitos. Entre os investigados, estão agentes políticos, servidores públicos e empresários, que recebiam o benefício destinado a autônomos ou desempregados.

A Polícia Federal investiga 172 casos de fraudes ao auxílio emergencial no Rio Grande do Sul. Agentes realizam ação cumprindo diligências nesta quinta-feira (1º). Do total, 156 casos já viraram inquérito policial. Todas as suspeitas são encaminhadas para a Base Nacional de Fraudes ao Auxílio Emergencial (BNFAE).

Segundo a PF, empresários, agentes políticos, advogados e servidores públicos estão entre os suspeitos de receberem ilegalmente o benefício, criado pelo governo federal para auxiliar autônomos, microempreendedores e desempregados, afetados pela pandemia do coronavírus.

Na ação desta quinta, investigados foram intimados e ouvidos. Além disso, os agentes também instauraram novos procedimentos nos casos em que não houve a devolução do benefício após a constatação da irregularidade.

Só em Porto Alegre, oito pessoas foram intimadas a depor.

A Polícia Federal integra uma estratégia integrada, juntamente com Ministério Público Federal, Ministério da Cidadania, CGU, TCU, e CAIXA para o combate às fraudes.

Os crimes praticados pelos fraudadores são de invasão de dispositivo informático, furto mediante fraude e estelionato majorado.

Para quem recebeu o auxílio indevidamente, o governo federal disponibilizou um site para a devolução da quantia, o que evita questionamentos futuros.

Por G1 RS

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Governo do Rio Grande do Sul pode demitir servidores que receberam auxílio emergencial de forma irregular

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Créditos: Agência Brasil

O governo do Rio Grande do Sul está determinado a descobrir os motivos que levaram servidores públicos a receber irregularmente o auxílio emergencial para, então, estabelecer punições. O procurador-geral do Estado, Eduardo Cunha da Costa, disse nesta quinta-feira (01) que as sanções administrativas podem, inclusive, implicar em demissão.

Cruzamento de dados revelou que mais de 3,5 mil pessoas incluídas na folha de pagamento do Executivo gaúcho receberam irregularmente o benefício – criado em meio à pandemia de coronavírus. São 472 servidores ativos, 1.568 inativos e 1.448 pensionistas, além de 75 já desligados e quatro sem identificação do órgão de origem.

A PGE (Procuradoria-Geral do Estado) encaminhou ofício às secretarias e órgãos que têm servidores na lista e orientou que abram procedimento, notificando as pessoas para se defenderem no prazo de 10 dias.

Devolução dos valores

Como a punição só pode ser aplicada a servidores ativos, a PGE redigiu um projeto de lei complementar que deve ser encaminhado à Assembleia pelo governador Eduardo Leite nos próximos dias.

O texto prevê o desconto em folha dos valores recebidos indevidamente – depois disso, o Estado fará o repasse do dinheiro à União. Antes disso, os servidores ainda poderão se defender e informar se tiverem sido alvo de fraude, como uso indevido do nome e CPF.

Casos no Estado

Pelo menos 172 casos de fraude no auxílio emergencial são investigados pela PF (Polícia Federal) no Rio Grande do Sul. O benefício, concedido pelo Governo Federal às famílias de baixa renda por causa da crise provocada pela pandemia de coronavírus, teria sido repassado, até mesmo, a agentes políticos gaúchos.

Empresários, advogados e servidores públicos de várias regiões do Estado também são suspeitos de envolvimento na prática. Até agora, foram instaurados 156 inquéritos policiais. Os investigados estão sendo convocados para depor, e há a previsão de novas ações nos casos em que não houve a devolução do benefício após a constatação da fraude.

Como a força-tarefa acontece em âmbito nacional, os cadastros sob suspeita são encaminhados para uma Base Nacional de Fraudes do Auxílio Emergencial, onde passam por análise. Só depois desse processo é que são cumpridas as medidas judiciais – como buscas e apreensões e, até mesmo, prisões.

Segundo a PF, os investigados podem responder pelos crimes de invasão de dispositivo informático, furto mediante fraude, modificação ou alteração não-autorizada de sistema de informações, estelionato majorado e inserção de dados falsos em sistema de informações.

//O Sul

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Meio Ambiente

Meteoro fez a noite virar dia no norte do Estado e em SC

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O bólido foi observado em diversas cidades da Metade Norte gaúcha e do Leste Catarinense

Um bólido iluminou o céu do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina no começo da madrugada de hoje, a 1h09 (hora de Brasília). Especialistas descrevem que se tratou de um superbólido devido a sua grande luminosidade que fez a noite se iluminar como se fosse dia por poucos segundos.

Imagens divulgadas pela Bramon (Brazilian Meteor Observation Network), o bólido foi observado em diversas cidades da Metade Norte gaúcha e do Leste Catarinense.

O bólido, explicam astrônomos, provoca uma claridade muito maior do que um meteoro do tipo fireball, além de vibrações. Há casos em que chegam a gerar estampidos sônicos com vibrações a ponto de as pessoas sentirem a terra tremer. A queda de um bólido dificilmente traz risco. Em regra,  cai fragmentado e danos são raríssimos.

 

 Fonte: Metsul

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