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Petrobras

Preço da gasolina cai 4% nas refinarias da Petrobras a partir desta sexta

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Crédito: Divulgação/Petrobras

Gasolina fica QUATRO POR CENTO mais barato nas refinarias a partir desta sexta-feira.

É o segundo reajuste do combustível feito pela Petrobras em outubro.

Desta vez, o preço cai no mesmo percentual que havia subido desde o dia 10.

Na prática, o recuo iguala os valores praticados no início do mês.

O cálculo, segundo a estatal, reflete as variações da política de preços internacional.

A fórmula adotada tem por base a paridade de importação, que leva em conta a cotação do petróleo no mercado externo, o câmbio e outros fatores.

O preço do diesel, que subiu CINCO POR CENTO no início do mês, permanece no mesmo patamar.

Vale lembrar que a diferença nem sempre é repassada ao consumidor nas bombas.

Isso porque a composição dos valores no varejo é uma soma de custos das distribuidoras e dos postos, que considera, por exemplo, a localização e impostos locais.

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Combustível

Petrobras aprova reajuste de 4% na gasolina, e de 5% no diesel

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Preços dos dois combustíveis acumulam queda no ano, diz a empresa. Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil

A Petrobras aprovou nesta sexta-feira (9) um reajuste médio de 4% no preço da gasolina em suas refinarias, o que equivale a R$ 0,07 por litro. O aumento vale a partir deste sábado (10).

Também será reajustado o diesel vendido pela Petrobras. O combustível ficará 5% mais caro, o que equivale a 0,08 centavos.

Com o reajuste, o litro da gasolina passará a custar R$ 1,82 nas refinarias, enquanto o diesel, R$ 1,76. Após ser vendido pela Petrobras aos distribuidores, o combustível aumenta de preço até chegar ao consumidor final devido a imposto estaduais e federais, custos de distribuição e revenda e adição de biocombustível.

O preço praticado pela Petrobras em suas refinarias correspondeu, entre julho e agosto, a 30% do preço final da gasolina e a 49% do preço final do diesel vendidos nos postos de combustíveis.

Ao divulgar os reajustes, a Petrobras informou que, ao longo do ano, os preços dos dois combustíveis acumulam queda. No caso da gasolina, o preço está 5,3% mais baixo que o de janeiro. Já o diesel vendido nas refinarias está 24,3% mais barato que no início do ano.

O Sul

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Economia

Petrobras aumenta em 4% o preço da gasolina nas refinarias

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O repasse do reajuste ao consumidor final, nos postos de combustíveis, depende dos donos dos estabelecimentos Foto: Agência Brasil

A Petrobras aumenta em 4%, nesta quarta-feira (23), o preço da gasolina nas refinarias. O reajuste interrompe uma sequência de três quedas no valor do combustível. Já o diesel não sofre alterações, conforme a estatal.

Apesar da elevação, o valor da gasolina nas refinarias segue 13,4% abaixo dos preços máximos de 2020, registrados no começo do ano, quando o combustível era vendido nas refinarias da Petrobras a R$ 1,9173 por litro.

Os preços caíram a partir de março, em meio aos impactos da pandemia de coronavírus sobre o mercado de petróleo e combustíveis, e chegaram a mínimas abaixo de R$ 1 por litro em meados de abril, antes de voltarem a subir.

A Petrobras defende que a sua política de preços tem como base a paridade de importação, o que leva em conta fatores como as cotações do petróleo no mercado internacional e o câmbio.

O repasse dos reajustes ao consumidor final, nos postos de combustíveis, depende dos donos dos estabelecimentos, que consideram fatores como a margem de lucro e a incidência de impostos.

O Sul

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Economia

Petrobras eleva gasolina em 12% e reduz defasagem ante produto importado

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Agência Petrobras/Geraldo Falcão

Por Marta Nogueira

RIO DE JANEIRO (Reuters) – A Petrobras elevará o preço médio da gasolina cobrado das distribuidoras nas refinarias em 12% a partir de quinta-feira, na primeira alta do combustível fóssil desde 20 de fevereiro, reduzindo uma defasagem na comparação com o produto importado após ganhos no mercado de petróleo, informou companhia nesta quarta-feira.

 

Ainda assim, a gasolina da petroleira estatal – responsável por quase 100% da capacidade de refino do país– acumula queda de 46,5% neste ano, impactada por uma diminuição dos preços do petróleo e de seus derivados diante da propagação do novo coronavírus, que reduziu a demanda global.

O reajuste da Petrobras, no entanto, ocorre após uma recuperação recente dos preços do barril do petróleo, à medida que alguns países da Europa e da Ásia, assim como diversos Estados norte-americanos, começaram a flexibilizar medidas de isolamento tomadas em função da pandemia.
“O ajuste vem em linha com o que aconteceu no mercado internacional nas últimas semanas. Precisava mesmo, a gente estava com defasagem com relação à importação já faz mais de semana…”, disse o chefe da área de óleo e gás da consultoria INTL FCStone, Thadeu Silva.

 

“Eu acredito que a Petrobras esperou para ver se o preço não devolvia, a volatilidade está muito grande no mercado internacional.”

O barril de petróleo Brent –referência internacional– fechou na véspera com alta de 13,9%, acumulando ganhos pelo sexto dia consecutivo, enquanto o petróleo nos EUA (WTI) subiu 20,5% na terça-feira, tendo também cinco dias seguidos de alta.
A Petrobras manteve o preço do diesel, o combustível mais consumido no país. No caso desse produto, a queda acumulada nas refinarias no ano é de 44%.

Leia também:  Petrobras aumenta preço da gasolina em 3,5% nas refinarias

 

COMPETITIVIDADE DA GASOLINA

O avanço do preço da gasolina ocorre após o setor sucroenergético ter pedido ao governo federal um aumento da Cide no combustível fóssil, como forma de ajuda ao segmento em meio aos impactos do coronavírus na economia do país e no preço do combustível.
A demanda desse setor, no entanto, encontra forte resistência de outros segmentos do mercado, como da própria Petrobras, dos revendedores e dos importadores de combustíveis.
Notícias veiculadas recentemente apontaram que o Ministério da Economia deveria elevar a Cide da gasolina de 10 para 30 centavos por litro e impor um imposto de importação de 15% sobre o combustível fóssil. O governo não comentou.
O presidente da Associação Brasileira dos Importadores de Combustíveis (Abicom), Sérgio Araújo, afirmou à Reuters que o aumento anunciado nesta quarta-feira pela Petrobras sinaliza que a estatal está buscando acompanhar os preços do mercado internacional.

 

No entanto, ponderou que “devido à alta volatilidade do câmbio e das commodities, os preços ainda se encontram com importantes defasagens”.
“O alinhamento dos preços à paridade internacional pode devolver a competitividade para o etanol e eliminar definitivamente a necessidade de imposto de importação, como sugerido”, destacou.
Para o Credit Suisse, a alta do preço da Petrobras é um sinal positivo, mas a gasolina e o diesel da empresa ainda estão 6% e 9% abaixo da paridade de importação.

 

A política de preços da Petrobras busca seguir valores de paridade de importação, que leva em conta preços no mercado internacional mais os custos de importadores, como transporte e taxas portuárias, com impacto também do câmbio. No entanto, a empresa tem evitado repassar volatilidade ao mercado interno.

O repasse de ajustes em valores da gasolina cobrados nas refinarias aos consumidores finais, nos postos, não é imediato e depende de uma série de questões, como margem da distribuição e revenda, impostos e adição obrigatória de etanol anidro.
A queda acumulada da gasolina nas bombas somou 13,8% neste ano, segundo dados da reguladora ANP.

Leia também:  Petrobras lança edital para projetos inovadores com startups

Por Marta Nogueira – Reuters

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