Connect with us

Policia

Polícia prende jovem durante live que ensinava a “traficar sem ser preso”

Publicado

em

Quer receber notícias do G10News pelo whatsapp? Clique aqui

por r7

Polícia recebeu a denúncia e realizou a prisão ao vivo.

Um jovem acabou preso na última terça-feira (3) enquanto realizava uma live com ensinamentos do mundo do tráfico, na cidade de Cascavel, no oeste do Paraná. Durante a transmissão ao vivo, em uma rede social, o suspeito não se intimidou, mostrou como se deve embalar a droga e revelou informações de “como traficar sem ser preso”’. Entretanto, a aula não acabou bem para ele.

Nas imagens é possível ver que o jovem está acompanhado de outro rapaz na live. Entretanto, apenas um é o mais participativo. O acompanhante fala apenas quando o suspeito que foi preso tira uma arma da mochila e exibe no vídeo. De imediato o parceiro pede para ele parar de exibir o armamento.

O que os tutores do tráfico não imaginavam, é que uma denúncia anônima foi realizada e a Polícia Militar identificou o local da live. Enquanto os suspeitos interagiam com os parceiros na transmissão, os militares chegaram e realizaram a prisão. As imagens foram transmitidas ao vivo.

O caso aconteceu no bairro Floresta, em Cascavel. De acordo com os jovens, eles iriam abrir o Canal dos Favelas, com dicas sobre o mundo do tráfico. Apenas um dos rapazes foi preso.

 

Continue Lendo
Patrocinado
Clique para comentar

Deixe seu Comentário!

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Policia

Imagens fortes: Mulher morre ao ter membros arrancados por motosserra pelo ex-marido

Publicado

em

Por

Quer receber notícias do G10News pelo whatsapp? Clique aqui

Na última segunda-feira (23), uma mulher identificada como Márcia Luísa dos Santos Melgacio, de 40 anos, foi morta a golpes de motosserra, em Itabuna, no sul da Bahia. Segundo informou a Polícia Militar da cidade, o crime foi cometido pelo ex-companheiro dela. A Polícia Civil disse que o homem cometeu suicídio em seguida.

Segundo a polícia, Márcia foi morta no início da tarde, na zona rural da cidade. A Polícia Militar chegou na estrada Ribeirão dos Cachorros, no bairro Santa Clara, por volta das 14h, e encontrou o corpo dela.

De acordo com a PM, o suspeito de cometer o feminicídio foi o ex-marido, José Francisco dos Santos, de 49 anos. Ele foi encontrado morto na casa dele, na Rua Ribeirópolis, no bairro Sarinha, logo depois do crime. Não se sabe a motivação do crime.

O carro dele estava estacionado em frente à casa e tinha algumas marcas de sangue. Depois de uma perícia no local, a polícia informou que ele cometeu suicídio.

Uma vizinha, que preferiu não se identificar, conhece as famílias de José e Márcia. Ela disse que eles estavam separados e que tinham dois filhos. Ela também contou que ficou chocada com o que aconteceu. “Ele era uma pessoa pacífica, aí foi um choque muito grande”, disse.

Devidos as imagens perturbadoras, para você ver, CLIQUE AQUI 

Com informações do G1.

Continue Lendo

Segurança

Célio quer proibir que agressores de mulheres condenados ocupem cargos públicos

Publicado

em

Por

Foto: Pixabay/Ilustrativa
Quer receber notícias do G10News pelo whatsapp? Clique aqui
A medida é mais uma forma de combater os altos índices de violência contra a mulher
O deputado federal Célio Studart (PV-CE) apresentou projeto de lei para proibir que os condenados pelos crimes de violência doméstica e familiar contra a mulher sejam nomeados para cargo ou emprego público em qualquer órgão da administração direta e indireta e nas empresas estatais.
O PL 5214/20 destaca que, apesar dos avanços legislativos dos últimos anos na questão da proteção aos direitos das mulheres, com as leis 13.104/2015 (“Lei do Feminicídio”) e 11.340/2006 (“Lei Maria da Penha”), ainda são comuns os casos de desrespeitos aos direitos das mulheres na sociedade brasileira.
“O objetivo deste projeto é criar barreiras para que infratores da Lei Maria da Penha ocupem cargos públicos em qualquer esfera administrativa, afastando-os de elaboração de políticas públicas, poderes decisórios e servindo como mais uma forma de inibir novos crimes”, explica o deputado Célio Studart.
A proposição está inserida em uma realidade preocupante, como mostram as estatísticas.  De acordo com estudo do Escritório das Nações Unidas para Crime e Drogas, divulgado em 2018, a taxa de feminicídios no Brasil é, aproximadamente, 70% superior à média global.
Já os dados do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) apontam que o número de casos de feminicídios cresceu em 2018, comparando-se a 2016, na proporção de 34%, passando para mais de quatro mil processos.
DESTAQUE NACIONAL
Em âmbito nacional, o deputado federal foi apontado em junho como destaque da bancada cearense em defesa da pauta feminina, conforme ranking elaborado pelo projeto “Elas no Congresso”, de iniciativa da Revista AzMina.
Na ocasião, apareceu em quinto lugar no levantamento que analisa as proposições apresentadas pelos parlamentares que versam sobre direitos femininos, tendo uma análise positiva do conteúdo das proposições.
Entre os projetos em tramitação na Câmara de autoria dele, estão o que altera a Lei Maria da Penha e o Código Penal para estabelecer punições mais efetivas para casos de violência doméstica e familiar contra a mulher. Um outro PL cria o selo “mulheres acolhidas” como forma de certificação oficial às pessoas jurídicas que contratarem mulheres vítimas de violência doméstica ou em situação de vulnerabilidade social.  O aumento da pena para vazamento indevido de conteúdo íntimo é tema de outra proposição.
Além disso, Célio fez sugestões oficialmente ao governo federal visando a adoção de políticas públicas, como a encaminhada à ministra da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos defendendo a implementação das chamadas “Patrulhas Maria da Penha” nos municípios com mais de 100 mil habitantes.
Continue Lendo

Justiça

Homem é condenado a 31 anos de prisão por estupro de vulnerável no Oeste de SC

Publicado

em

Por

Foto: Arquivo/ClicRDC
Quer receber notícias do G10News pelo whatsapp? Clique aqui

De acordo com o Ministério Público, o réu abusava das cunhadas – uma delas criança e a outra adolescente

Um homem, acusado por estupro e estupro de vulnerável pelo Ministério Público de Santa Catarina (MPSC) em Pinhalzinho, no Oeste de Santa Catarina, foi condenado a 31 anos, sete meses e seis dias de reclusão, em regime inicial fechado. A informação foi divulgada pelo MP nesta segunda-feira (23).

De acordo com o Ministério Público, o réu abusou sexualmente das cunhadas – uma delas criança e a outra adolescente – repetidas vezes. Ainda segundo o MP, ele ameaçava-as com mais violência caso elas realizassem uma denúncia, para silenciá-las. A imputação apresentada pelo Promotor de Justiça Douglas Dellazari relata que as vítimas, em momentos distintos, residiram na casa da irmã – que era esposa do homem. Os crimes contra a adolescente aconteceram entre 2016 e 2018, e contra a criança entre 2018 e 2019.

O MP aponta que o homem aproveitava dos momentos em que a esposa não estava em casa para abusar das meninas. Ainda segundo a denúncia, ele chegou a consumar o ato sexual com a mais jovem, de cerca de 11 anos de idade. Com a adolescente, que na época tinha entre 14 e 16 anos, o ato só não chegou a ser consumado porque ela conseguiu impor resistência.

Os abusos só se tornaram conhecidos pela família quando o réu, alcoolizado, confessou à própria irmã e a outras pessoas, em um bar que frequentava, que tinha “pego” as cunhadas. A irmã do réu, que também havia sido assediada por ele na infância, levou a informação ao conhecimento da companheira (irmã das vítimas). Ela relatou que havia encontrado o homem nu ao lado da criança na noite anterior, mas não tomou qualquer atitude porque tinha muito medo dele, em função da violência com que agia, principalmente quando alcoolizado. Foi então que a irmã do réu resolveu denunciá-lo à Polícia.

Leia também:  Mega-Sena, ninguém acerta e prêmio acumula em R$ 115 milhões

De acordo com o Ministério Público, diante da violência sofrida, as duas vítimas precisaram de tratamento psicológico no curso da ação penal. O fato levou o MP a requerer ao Juízo da Comarca de Pinhalzinho pela dispensa de novos depoimentos das meninas – além dos já prestados em depoimento especial, perante escuta especializada –  o que foi deferido.

Diante dos fatos e provas apresentados pelo Promotor de Justiça titular da Comarca de Pinhalzinho, o Poder Judiciário condenou o réu pelo crimes praticados contra as duas meninas. Ele, que foi preso preventivamente no curso do processo, teve negado o direito de recorrer em liberdade. A decisão é passível de recurso.

CLICRDC

Continue Lendo

Newsletters

Receba as Notícias do Site direto em seu email! Cadastre-se gratuitamente:
Patrocinado
Patrocinado

Mais lidas da semana