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Saúde & Vida

Plano de Previdência da Unicred Central Multirregional registra grande procura em 2020

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Ana Carolina Ramos – Foto: Divulgação

Precaver prioriza o crescimento financeiro dos cooperados

Em 2019, o setor de previdência teve um crescimento de 16,9% em relação a 2018, segundo a Federação Nacional de Previdência Privada e Vida (FenaPrevi). Este ano, devido à crise causada pelo coronavírus, este cenário está um pouco diferente. Ainda assim, a busca pelo plano Precaver, da Unicred Central Multirregional – maior previdência fechada instituída do Brasil – tem registrado grande procura nesse período.

“Um dos fatores que contribui para o aumento da procura é a preocupação das pessoas com o futuro. Esse é um momento de rever os investimentos e pensar em planos em longo prazo”, comenta a superintendente da Unicred Central Multirregional, Ana Carolina Ramos.

A Unicred Central Multirregional registra mais de 11 mil investidores, no qual cerca de 31% dos cooperados possuem o plano Precaver, e um valor total de patrimônio de mais de R$ 500 milhões, um recorte que representa o comportamento das pessoas, em geral, em relação à previdência. Para a especialista, a garantia de uma rentabilidade acima da média do mercado é um dos grandes diferenciais do plano. “As pessoas passaram a se preocupar com a aposentadoria. E poder comparar as taxas aplicadas ao mercado e os valores a serem recebidos no futuro são fatores decisórios no momento da escolha”, avalia.

O produto tem o objetivo de auxiliar os cooperados do Sistema Unicred na tarefa de garantir um presente e um futuro tranquilos. “Por isso, é um plano que se adapta às diferentes necessidades dos participantes. Possui taxas baixas, tem boa rentabilidade, não visa lucro e priorizamos o crescimento financeiro dos cooperados”, elucida Ana Carolina.

Sobre a Unicred
A Unicred é uma instituição financeira cooperativa, cujo objetivo é fornecer crédito e prestar serviços aos seus cooperados. A Unicred conta atualmente com quatro Centrais, 34 Cooperativas, 279 unidades de negócios e mais de 225 mil cooperados, além de uma Confederação Nacional – Unicred do Brasil. Uma das centrais é a Unicred Central Multirregional, com sede em Belo Horizonte. A central possui 11 singulares, 101 pontos de atendimento, e está presente nos estados de Minas Gerais, Espírito Santo, Bahia, Goiás, São Paulo, Paraíba, Pernambuco e Alagoas, além do Distrito Federal.

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Saúde & Vida

Deficiência Intelectual no olhar da Lei Brasileira de Inclusão é tema de debate on-line

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A diretora do CENSA Betim, Natália Costa, participará da discussão ao vivo que acontece no dia 29 de setembro, terça-feira, a partir das 18h30; além dela, outros especialistas contribuirão com os seus pontos de vista

O Instituto Ester Assumpção realizará um evento on-line para debater a “Capacidade Civil e Deficiência Intelectual à Luz da Lei Brasileira de Inclusão: Desafios de Possibilidades”. O bate papo, que acontece no dia 29 de setembro, terça-feira, a partir das 18h30, contará com a presença da mestre em psicologia e diretora do CENSA Betim, Natália Costa, que também é diretora de projetos do Instituto Ester Assumpção. Natália tem mais de duas décadas de experiência com atendimento às pessoas com deficiência intelectual e suas famílias. As inscrições são gratuitas e podem ser feitas pelo site www.sympla.com.br.

Participarão também: Thiago Helton, Bacharel em Direito e presidente da Comissão de Defesa dos Direitos das Pessoas com Deficiência da OAB/MG, Daniel Moreira, Perito Psiquiatra do TJMG e CRM/MG e Denise Martins Ferreira, graduada em Psicologia e presidente da Associação Mineira de Amigos e de Pessoas com Epilepsia. Como mediadora, Cintia Coelho dos Santos, especialista em Psicologia Jurídica e Coordenadora de projetos do Instituto Ester Assumpção.

De acordo com Natália Costa, o tema é pertinente para o momento, já que há poucos dias foi celebrado o Dia Nacional de Luta da Pessoa com Deficiência.   “Falar da inclusão das pessoas com deficiência é imprescindível. Dentro do CENSA Betim, por exemplo, vemos o quão nossos educandos têm conseguido se desenvolver.  O envolvimento dos educandos nas atividades é crescente e o resultado ainda mais, já que percebemos a mudança cognitiva e comportamental deles, que é um dos focos principais do nosso trabalho. Poder falar sobre isso entre especialistas é gratificante”, comenta.

Sobre o Instituto Ester Assumpção

O Instituto Ester Assumpção é uma organização da sociedade civil sem fins lucrativos, fundada em 1987, que atua no campo da inclusão da pessoa com deficiência. O objetivo da instituição é contribuir com a construção de uma sociedade mais inclusiva, onde a diversidade seja aceita e respeitada na sua integralidade.

Com seriedade e inovação, o Instituto Ester Assumpção colabora para que as pessoas com deficiência possam alcançar a autossuficiência e a participação plena como cidadão, compreendida como o acesso a todos os bens e serviços da sociedade.

Sobre o CENSA Betim

O CENSA foi fundado em 1964 pela educadora Ester Assumpção, mulher à frente de seu tempo, que trabalhou com Helena Antipoff no Instituto Pestalozzi. Dona Ester, como era carinhosamente chamada, acolhia em seu próprio lar crianças com deficiência cujas famílias não podiam fixar residência em Belo Horizonte. Assim nasceu o CENSA, de um sonho, um ideal de uma educadora, cujo desejo de cuidar e amparar crianças com deficiência e suas famílias era genuíno e se materializou em quatro instituições por ela fundadas: CENSA, APEX, Instituto Ester Assumpção e Clínica São José.

Serviço

Debate on-line “Capacidade Civil e Deficiência Intelectual à Luz da Lei Brasileira de Inclusão: Desafios de Possibilidades”

Data: 29 de setembro | terça-feira

Horário: a partir das 18h30

Inscrições gratuitas pelo site www.sympla.com.br

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Saúde & Vida

4 doenças gastrointestinais relacionadas a saúde emocional

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Problemas no intestino e estômago podem estar ligadas às questões emocionais

A saúde gastrointestinal pode ser prejudicada por diversos motivos, seja pela ingestão de alimentos contaminados ou por intolerâncias alimentares. Contudo, outro fator também pode ser responsável por problemas gastrointestinais: o emocional. O estresse excessivo é uma das causas de doenças gastrointestinais.

O cérebro e o sistema gastrointestinal estão fortemente ligados. Um intestino ou estômago desregulado pode enviar sinais para o cérebro, assim como, o cérebro pode enviar sinais para eles. Dessa forma, é comum que situações de estresse e ansiedade podem desencadear doenças gastrointestinais.

Segundo o médico Bruno Sander, cirurgião endoscópico e especialista em gastroenterologia e diretor do hospital dia Sander Medical Center, em Belo Horizonte,, o nível de estresse emocional elevado pode ocasionar em uma maior vulnerabilidade à doenças e problemas de saúde, já que as defesas imunológicas diminuem”. Segundo o especialista, a imunidade intestinal é uma das principais afetadas, podendo gerar distúrbios no Sistema Trato Gastrointestinal.

Conheça algumas doenças causadas pelo estresse:

– Gastrite:

Em meio ao estresse, é comum que as pessoas percam o apetite e fiquem durante muitas horas sem comer, o que pode inflamar a mucosa interna do intestino e consequentemente, desenvolver a gastrite.

– Úlcera:

Diretamente ligada com a gastrite, o paciente que fica por um longo tempo sem se alimentar pode ocasionar uma úlcera. Isso ocorre porque quando a gastrite não é tratada adequadamente pode haver o desenvolvimento da úlcera.

– Refluxo Gastroesofágico:

O estresse acaba causando uma maior quantidade de secreção ácida no estômago, agravando situações de refluxo.

– Síndrome do intestino irritável:

Sander acrescenta que estudos mostram que a síndrome do intestino irritável está ligada ao estresse, depressão e ansiedade de maneira direta. “O emocional do paciente influencia na liberação de hormônios e nos movimentos do tubo digestivo, gerando desconforto e dores na região”, conta.

Prevenção

Por isso, é essencial que o paciente entenda que para evitar problemas no sistema digestivo ele precisa evitar hábitos ruins, como o sedentarismo, poucas horas de sono e má alimentação. “Esses hábitos interferem nos hormônios e na liberação de secreções próprias na parede intestinal, o que pode causar a famigerada gastrite”, explica. Por fim, o especialista afirma a necessidade de se manter uma rotina saudável e ter o devido acompanhamento médico, sempre realizando exames rotineiros.

Fonte: Bruno Sander, médico cirurgião endoscopista, especialista em gastroenterologia e nutrologia. É diretor clínico do Hospital Dia Sander Medical Center, em Belo Horizonte (RQE: 14270/32354/41292).

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Saúde

Doe órgãos. A vida precisa continuar

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Pixabay

Saúde lança campanha para sensibilizar a população quanto à importância da doação de órgãos. Transplantes são retomados sob protocolos rigorosos para garantir a segurança dos pacientes

O Ministério da Saúde divulgou, nesta quinta-feira (24), o balanço sobre a doação de órgãos, tecidos e células e transplantes realizados no país no primeiro semestre de 2020. Na ocasião também foi lançada a Campanha Nacional de Incentivo à Doação, que este ano traz o slogan “Doe órgãos. A vida precisa continuar”. A campanha tem como objetivo sensibilizar a população quanto a importância da doação para salvar a vida de muitas pessoas que aguardam por um transplante.

Neste momento de pandemia causado pelo coronavírus, no mundo inteiro e no Brasil têm sido observadas queda nas doações de órgãos e nas realizações de transplantes, tornando-se um desafio para os países, tanto pelos esforços para manutenção das doações, quanto para garantir a segurança das equipes de saúde e dos pacientes. A campanha se tornou ainda mais necessária, tendo em vista o fato de que o Brasil contabilizava um número crescente de transplantes nos últimos anos.

“O Ministério da Saúde, junto aos estados e municípios, está empenhado em encontrar soluções para superar os obstáculos impostos ao programa de transplante na pandemia. A retomada dos procedimentos será subsidiada por protocolos rigorosos para garantir a segurança de todos”, disse o ministro da Saúde, general Eduardo Pazuello.

De janeiro a julho de 2019 foram realizados 15.827 transplantes. No mesmo período em 2020, o número de procedimentos foi de 9.952. Alguns centros de transplantes, no entanto, conseguiram manter suas unidades ativas e livres da Covid-19 e hospitais de grande porte de transplantes, como o Hospital do Rim, em São Paulo, receberam pacientes de centros menores para realização do procedimento com maior segurança. No país, até 31 de julho, existiam 46.181 pacientes aguardando por transplante.

Importante ressaltar que as orientações para segurança de todos, fornecidas pelo Ministério da Saúde, permitiram a continuidade de vários programas e não há relatos, até o momento, de pacientes infectados durante a realização do transplante.

AÇÕES PARA RETOMADA

O Sistema Nacional de Transplantes (SNT) incentivou as equipes de transplantes a acompanhar seus pacientes por meio de consultas em plataforma digital. A medida visa minimizar a circulação de pacientes portadores de doenças crônicas graves em unidades hospitalares. Houve um cuidado extra das equipes de transplante na seleção do paciente, buscando identificar possíveis portadores de Covid-19 assintomáticos ou outras situações clínicas que pudessem aumentar o risco da cirurgia nesse momento. Com a instituição deste novo protocolo, pacientes assintomáticos que testaram positivo na chegada ao hospital não puderam realizar o procedimento, o que obrigou as equipes a selecionar outro paciente para o transplante.

Outra ação do Ministério da Saúde é o acompanhamento semanal dos dados junto às Centrais Estaduais de Transplantes. A situação, no momento, parece ter se estabilizado. Centros importantes que estavam inativos estão retomando as atividades, e retomamos a captação de córnea em doador falecido por parada cardíaca.

QUEDA NOS PROCEDIMENTOS

A queda dos transplantes começou a ser observada na segunda quinzena de março, quando a pandemia começou no Brasil e seguiu os casos de notificação da Covid-19. Os estados mais afetados, com sobrecarga no sistema de saúde, foram obrigados a reduzir ou, algumas vezes, paralisar o programa de transplante. Contudo, à medida que a situação ficou controlada, o programa foi retomado.

O balanço no período de janeiro a julho deste ano apontou que aspectos como, logística de transporte de equipes, órgãos e tecidos entre estados foi fortemente impactada pela redução no número de voos comerciais. Os transplantes de medula óssea, pelo alto impacto imunológico, tiveram redução em 25,82%, passando de 2.130 em 2019 para 1.580, em 2020. Os transplantes de coração caíram 25,10%, passando de 231, em 2019, para 173 neste ano, impactado pela dificuldade de logística, redução no número de doadores e estrutura de UTI livre de Covid-19.

Ranking dos Transplantes mais Realizados
Janeiro a Julho
Brasil 2019 2020
Rim 3.569 2.759
Fígado 1.282 1.169
Coração 231 173
Pâncreas Rim 74 55
Pulmão 57 35
Pâncreas 21 17
Intestino Isolado 2 1
Multivisceral 1 0
Total de Órgãos 5.237 4.209
Córnea 8.460 4.163
Medula Óssea 2.130 1.580
Total Geral 15.827 9.952
Fontes dos Dados: Sistema Informatizado do Ministério da Saúde/ CETs – Centrais Estaduais de Transplantes/ INCA/ TabWinDatasus

As doações de órgãos também tiveram queda de 8,4% em relação aos dados de 2019. De janeiro a julho de 2020, o país notificou 5.922 potenciais doadores de órgãos. No mesmo período em 2019 foram 6.466 doadores.

O Ministério da Saúde tem observado tendência ao aumento dos consentimentos familiares para a doação de órgãos no primeiro semestre de 2020, atribuindo o crescimento ao trabalho voltado a divulgação de informações. “O aumento na taxa de autorização, chegando este ano a uma média de 68,2%, é fruto de uma sociedade mais consciente do seu papel e da importância do gesto de doar. Por isso, é importante que os parentes e pessoas próximas saibam da vontade do seu familiar em ser doador”, ressalta Pazuello.

ESTRUTURA

O Brasil possui o maior programa público de transplante de órgãos, tecidos e células do mundo, que é garantido a toda a população por meio do SUS, responsável pelo financiamento de cerca de 95% dos transplantes no país. O Sistema Nacional de Transplantes (SNT) é formado pelas 27 Centrais Estaduais de Transplantes; 13 Câmaras Técnicas Nacionais; 594 estabelecimentos de saúde; 1.420 equipes de transplantes; 574 Comissões Intra-hospitalares de Doações e Transplantes; e 68 Organizações de Procura de Órgãos e Tecidos (OPOs).

O Ministério da Saúde repassa recursos para estados e municípios apoiando a qualificação dos profissionais de saúde envolvidos nos processos de doação e transplante. O orçamento federal para essa área mais que dobrou em 11 anos (2008-2019), passando de R$ R$ 458,4 milhões para R$ R$ 1,089 bilhão. Os recursos transferidos para o Plano Nacional de Implantação de Organizações de Procura de Órgãos e Tecidos (OPO), no período de 2011 a setembro 2020, foram de R$ 148,1 milhões. O repasse para o custeio do Plano Nacional de Apoio às Centrais de Notificação, Captação e Distribuição de Órgãos (PNA-CNCDO), no período de 2014 a setembro 2020, foram de R$ 67,5 milhões.

LOGÍSTICA

O Ministério da Saúde permanece com a parceria firmada com as companhias aéreas comerciais e com a Força Aérea Brasileira (FAB), por meio de Acordo de Cooperação Técnica, para o apoio à logística de transporte aéreo. Juntas, as companhias aéreas e a FAB transportaram 608 órgãos no primeiro semestre de 2020, sendo 497 por voos comerciais e 111 pela FAB. Já no primeiro semestre do ano passado foram transportados 696 órgãos, sendo 626 por voos comerciais e 70 pela FAB.  Essas parcerias são fundamentais para o sucesso do programa que exige uma logística ágil e confiável para viabilizar a captação e o transplante para as diferentes partes do país.

CAMPANHA

Todos os anos, no Dia Nacional de Incentivo à Doação de Órgãos, em 27 de setembro, o Ministério da Saúde lança uma nova campanha de conscientização sobre a importância da doação de órgãos. As peças mostram a relação entre a espera da volta da vida ao normal que vivemos antes da pandemia, com a espera de alguém que aguarda pela doação de um órgão ou tecido para tornar possível fazer as coisas mais simples, como respirar, ver e simplesmente viver. A campanha também destaca o fator fundamental para tornar possível uma doação de órgãos e tecidos: a autorização da família, estimulando que possíveis doadores conversem com seus familiares e manifestem esse desejo.

A campanha conta com apoio de diversos veículos de comunicação, com cessão de espaços publicitários gratuitos. A veiculação terá início dia 24 de setembro e segue até 23 de outubro, conta com filme, spot de rádio, peças de mídia exterior, peças de internet e redes sociais.

Por Lídia Maia

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