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O WhatsApp lança mensagens temporárias que desaparecem após uma semana

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A ferramenta facilita a liberação de memória do celular, e pode ser ativada em conversas individuais ou em grupo. (Foto: Divulgação/WhatsApp)
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O WhatsApp lançou nesta quinta-feira (5) uma nova função para enviar mensagens temporárias com validade de sete dias após o envio. A ferramenta facilita a liberação de memória do celular, e pode ser ativada em conversas individuais ou em grupo — no caso deste último, apenas os administradores podem configurar o recurso. As mensagens que se autodestroem são uma função aguardada do mensageiro, já que o Instagram conta com o recurso desde outubro, e o Telegram, desde 2017.

A nova função, disponível no aplicativo para Android e iPhone (iOS), permite que os usuários configurem a opção de mensagens temporárias para cada conversa, ou seja, o recurso não é aplicado a todos os chats do app. Além disso, tanto as mensagens enviadas quanto as recebidas após a ativação serão excluídas depois uma semana. No caso das mídias, elas serão apagadas do WhatsApp, mas, caso tenham sido baixadas para o celular, o recurso não conseguirá removê-las do smartphone.

A nova função do WhatsApp tem a proposta de facilitar a limpeza da memória do celular com a destruição automática de mensagens do aplicativo. O WhatsApp avisa que mensagens temporárias que são encaminhadas não são apagadas em conversas em que o recurso esteja desativado. Além disso, uma mensagem temporária pode ser incluída no backup caso ele aconteça antes do prazo de sete dias.

Se o usuário ficar mais de sete dias sem usar o WhatsApp, as mensagens enviadas vão desaparecer da mesma forma, no entanto, é possível que o conteúdo continue disponível em uma pré-visualização de notificações até que o app seja aberto. Além disso, caso você responda uma mensagem temporária durante a conversa, o texto dela poderá continuar disponível após o período de sete dias.

Silenciamento de grupos

O WhatsApp liberou recentemente uma atualização do seu aplicativo para celulares Android e iPhones que permite silenciar conversas e grupos para sempre.

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Essa opção vinha sendo testada nos últimos meses na versão “beta”, que antecipa alguns recursos, mas pode ser instável. Agora, a novidade foi liberada para todos, com uma atualização.

Ao selecionar a opção de silenciar uma conversa, a opção de deixar as notificações no mudo por “1 ano” foi substituída para “Sempre” ou “Tempo indeterminado”.

As demais opções, de 8 horas ou 1 semana, continuam disponíveis.

Para que a nova opção apareça é preciso estar com a atualização do aplicativo instalada – confira na Play Store (Android) ou na App Store (iPhone) se não há uma versão mais nova disponível.

  • Entre na conversa ou grupo que deseja silenciar;
  • Toque no nome da pessoa ou grupo, no topo do aplicativo;
  • Toque no botão “Silenciar notificações” (Android) ou “Silenciar” (iPhone);
  • Escolha “Sempre” (Android) ou “Tempo indeterminado” (iPhone).  Fonte:  O Sul
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Justiça

Homem é condenado a 25 anos de prisão por matar ex-companheira dentro de ônibus em Porto Alegre

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Vítima foi morta a facadas na avenida Protásio Alves, em 2018 Foto: Agência Brasil
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O Tribunal do Júri decidiu pela condenação de um homem acusado de matar a ex-companheira dentro de um ônibus em Porto Alegre em 2018. Na quinta-feira (19), a pena foi fixada pelo juiz Marcos Braga Salgado Martins, da 3ª Vara do Júri, em 25 anos de reclusão.

Na tarde do dia 4 de dezembro de 2018, na avenida Protásio Alves, Maximiliano Rodrigues Freitas, conhecido como Nego Max, atacou, com facadas, Ariana Arias dos Santos dentro de um ônibus da linha Alvorada/Protásio. Segundo informações divulgadas pelo Tribunal de Justiça do RS, ao perceber a presença da vítima, o assassino foi ao seu encontro, surpreendendo-a e passando a desferir-lhe diversos golpes de faca. A cena causou pânico dentro do coletivo, e o agressor fugiu.

Ao aplicar a pena, o magistrado analisou o caso sob o cenário da violência doméstica contra a mulher, já que Maxilimiano era ex-companheiro da vítima. Verificou seus antecedentes criminais, em que o réu é reincidente múltiplo. Ressaltou que o crime foi considerado torpe e com emprego de meio cruel.

O juiz lembrou que Ariana ainda gritou por socorro e tentou se defender, à medida que Maximiliano a atacava de forma agressiva com facadas. Também entendeu que não houve demonstração de que o comportamento da vítima tenha incentivado a prática delitiva. Devido a isso, considerou que a vítima foi submetida a intenso e desnecessário sofrimento nos momentos que antecederam sua morte, não tendo chance de se defender – uma vez que foi surpreendida com a ação do acusado, dentro de um coletivo cheio de passageiros, reduzindo, por total, suas chances de esboçar qualquer reação.

Por fim, o juiz Marcos Martins frisou que “ainda houve consequências extratípicas, já que a ex-companheira era responsável pela criação de uma filha, inclusive com o réu, de tenra idade”.

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O Sul

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Boas Notícias

Havan inaugura quinta-feira, dia 12, em Guaíba, a 10ª megaloja no Rio Grande do Sul

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Fachada da Havan em Ijuí divulgação
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A loja mais amada do Brasil inaugura na quinta-feira, dia 12, a 10ª megaloja Havan no estado do Rio Grande do Sul. Desta vez, a cidade escolhida é Guaíba, na Região Metropolitana de Porto Alegre. A loja de número 152 abre as portas a partir das 9h, com funcionamento diário até as 22 horas.

Com um mix de produtos de mais de 100 mil itens nacionais e importados em diferentes setores, como: cama, mesa e banho, eletro, eletrônicos, utilidades domésticas, bazar e outros, a Havan de número 152 terá 8,5 mil m² de área construída, ambiente climatizado e mais 400 vagas de estacionamento gratuitas para os clientes. Além de praça de alimentação e a tradicional fachada estilizada da Casa Branca americana.

Luciano Hang destaca que está muito feliz em chegar a marca de 10 megalojas no estado gaúcho, gerando novas oportunidades de empregos diretos e mais diversos indiretos. “Cada loja que inauguramos gera 150 novos empregos. Eu sou um otimista nato. Acredito no Brasil e na importância do emprego para dar liberdade para as pessoas. Essa é a nossa motivação e para cada loja que abrimos, nasce um novo desejo de inaugurar a próxima. Vamos em frente!.”

Atualmente, a rede varejista possui filiais no Rio Grande do Sul, nas cidades de Caxias do Sul, Erechim, Gravataí, Ijuí, Passo Fundo, Pelotas, Santa Cruz do Sul, Santa Maria e Viamão. Além de Guaíba, a próxima Havan a ser inaugurada no estado será em Capão da Canoa, sem data prevista.

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Notícias

Advogado questionou as fotos sensuais da moça estuprada

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Imagens da audiência de Mariana Ferrer obtidas pelo site Intercept. (Foto: Intercept/Reprodução)
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Na audiência do processo em que o empresário André de Camargo Aranha foi absolvido da acusação de estupro de vulnerável, o advogado do réu, Cláudio Gastão da Rosa Filho, questionou as fotos sensuais da influencer Mariana Borges Ferreira — conhecida nas redes sociais como Mariana Ferrer —, afirmou que ela usava o caso para se promover no Instagram e disse que “jamais teria uma filha do seu nível”. Nesses momentos, o juiz Rudson Marcos fez intervenções tímidas. E Mariana Ferrer disse que existiria uma máfia que vende a virgindade de mulheres e que Aranha integraria esse grupo.

No começo da sessão, Mariana conta que está acompanhada de um advogado da família — que não está constituído no processo, em que ela é representada por um defensor público. Rosa Filho então informa que irá enviar “um fiscal nosso” para acompanhar o ato. “Gostaria então, doutor Gastão, que tivesse sido acompanhado os dois pedidos de prisão do André de Camargo Aranha, que ele estava foragido”, rebate a influencer, se referindo ao fato de ter sido decretada prisão preventiva do acusado — na segunda instância, essa determinação foi revertida. O juiz Rudson Marcos interrompe. “Deu, deu, deu…”.

Em certo momento, Rosa Filho mostra a Mariana uma foto em que ela está com o dedo na boca e pergunta se a imagem foi manipulada. A influencer mostra duas versões de uma outra foto, em que ela está de costas. Em uma das versões, ela está com a parte superior do biquíni; na outra, sem — Mariana diz então que excluíram a peça de propósito. O advogado repete a questão. Mariana, então, pede que ele “leia, por favor, o que está escrito” embaixo da imagem. “Eu não vou ler nada, eu vou te fazer uma pergunta. Eu não sou seu empregado, eu não vou ler”, declara Rosa Filho.

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O juiz Rudson Marcos mostra a foto no processo. A influencer destaca que tal imagem não foi adulterada, mas que as manipuladas não foram mostradas pelo advogado. Este apresenta outra imagem, em que ela está trajando regata e veste íntima rosas, e faz a mesma pergunta.

“Muito bonita, por sinal, o senhor disse, né? O que é assédio moral contra mim. O senhor tem idade para ser meu pai. Tem que se ater aos fatos”, critica Mariana Ferrer. “Eu jamais teria uma filha do seu nível. Graças a Deus. E também peço a Deus que meu filho não encontre uma mulher que nem você”, rebate Rosa Filho.

Nesse momento, o defensor público que representa a influencer afirma ao juiz que “não dá para a gente continuar dessa forma”. Rudson Marcos informa que, “se continuar assim”, terá que suspender a audiência. O promotor Thiago Carriço de Oliveira permanece quieto.

O Ministério Público de Santa Catarina pediu o levantamento do sigilo do vídeo da audiência com o fundamento de que a gravação divulgada pelo site The Intercept Brasil foi editada para excluir as intervenções feitas pelo promotor e pelo juiz em favor de Mariana.

O advogado opina que a influencer quer criar polêmica. “O que acontece é claro. Ela não quer esclarecer nada. Ela não quer que isso termine. Ela quer curtir no Instagram. Ela vive disso, dessa farsa que ela montou”. “Doutor Gastão, vamos às perguntas objetivamente”, pede o julgador em seguida.

Depois o advogado questiona Mariana acerca de quem a teria dopado. Ela responde que podem ter sido suas amigas. Rosa Filho pergunta por que elas fariam isso e se as garotas queriam vender a virgindade dela. Mariana afirma que há organizações criminosas que intermedeiam a prática.

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Depois o criminalista questiona por que ela não apresenta as provas que diz ter, como o vestido que usou naquela noite. A influencer começa a chorar e balbuciar. Porém, o advogado logo a interrompe: “Isso não é explicação. Não adianta vir com esse choro dissimulado, falso, e essas lágrimas de crocodilo”.

O juiz sugere que Mariana Ferrer faça uma pausa para se recompor. E pede a ela e a Rosa Filho que mantenham um “nível bom” na audiência, além de que a interrogada seja objetiva em suas respostas.

Mais adiante, a influencer afirma que há uma máfia que vende a virgindade de mulheres e declara que Aranha integra o grupo. O advogado pergunta onde estão as provas da existência dessa máfia. Ela destaca que o Café de La Musique respondeu a processos por organização criminosa. “Inclusive, o doutor era advogado deles, né?”, questiona.

O Sul

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