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Saúde Infantil

Nova campanha do Hapvida une amor e tecnologia para falar de saúde

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São Paulo, 06 de agosto de 2019 – Brincadeiras em família, um carinho do filho ou um abraço nos pais. Para viver momentos assim é preciso ter saúde e, saúde de qualidade, não precisa custar caro. A partir dessa reflexão, o Hapvida lança a campanha publicitária do segundo semestre de 2019. No ar desde o início da semana, a operadora de saúde e odontologia leva para rádio, jornais, TVs, portais, outdoors, redes sociais e youtube anúncios com mensagens de que o amor, o sorriso e o acolhimento do cliente são justamente o mais importante, quando se busca atendimento. E, isso, não precisa ter um alto custo para quem adquire um plano. Pelo contrário, momentos felizes podem ser vividos a partir de uma saúde de qualidade, usufruindo de equipamentos modernos e profissionais capacitados, a preços justos.

“Como empresa, precisamos sempre entender o momento pelo qual as pessoas estão passando. Elas pagam o plano de saúde, às vezes abrindo mão de outros serviços. Então, precisamos saber fazer valer esse esforço, não só pela nossa missão número um de gerar saúde, mas ir além. Fazer com que a experiência com o Hapvida seja plena, acolhedora e efetiva. Para fazer valer a crença de que vale a pena investir em saúde com o Hapvida”, explica a diretora de Comunicação e Marketing do Hapvida, Simone Varella.

De acordo com a diretora, a campanha, ao mesmo que se propõe a despertar a empatia e a valorização de momentos “gratuitos” de amor, também inova ao disponibilizar, pela primeira vez, um “QR Code”, em todos os anúncios multimídia. O cliente, ao escanear o código, já vai para página de vendas, na internet. “Uma comodidade a mais para o cliente, numa realidade multicanais, em que vivemos hoje”, pontua.

Sobre o Hapvida

Hoje, o Sistema Hapvida atende mais de 4 milhões de clientes, em saúde e odontologia. Com uma estratégia baseada na gestão direta da rede própria, com profissionais qualificados e tecnologia de ponta são mais de 22 mil colaboradores diretos envolvidos na operação de 27 hospitais, 82 clínicas médicas, 19 prontos atendimentos, 88 centros de diagnóstico por imagem e coleta laboratorial, distribuídos em 12 estados onde a operadora possui rede própria. Para Simone Varella, a campanha também pretende que o cliente perceba que toda essa estrutura está acompanhada de atendimento humanizado e, claro, amor. “Por mais que tenhamos todos os equipamentos e infraestrutura existem aspectos que o dinheiro não vai pagar: o acolhimento e o tratamento que as pessoas recebem no Hapvida”, finaliza.

FICHA TÉCNICA

Cliente: HAPVIDA

Título: Qualidade

Produto: Plano de saúde

Título: Qualidade

Agência: Bando Propaganda

Diretor de arte: Micael Lima

Diretor de criação: Gíacomo Brayner

Redator: André Freitas

Produtor RTVC: Stephanie Andrade

Atendimento: Lidiane Brito e Marina Aguiar

Mídia: Alessandra Uchoa

Produtora: Terravista filmes

Diretor de cena: Ednei Martins

Diretor de Fotografia: Capuano

Diretora de arte: Rebeca Ukstin

Edição e Color Grading: Nathan Santiago

Produtora de áudio: Bossa

Locutor: Leandro Sosi

Aprovação: Simone Varella

Hapvida

Com 3,8 milhões de clientes, o Hapvida hoje se posiciona como uma das maiores operadoras de saúde do Brasil. Os números superlativos mostram o sucesso de uma estratégia baseada na gestão direta da operação e nos constantes investimentos: atualmente, são 21 mil colaboradores diretos envolvidos na operação de 27 hospitais, 78 clínicas médicas, 20 prontos atendimentos, 85 centros de diagnóstico por imagem e coleta laboratorial (Vida&Imagem) distribuídos em 12 estados onde a operadora atua com rede própria.

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Especial

Oito das 15 mortes por sarampo registradas no país foram entre crianças menores de cinco anos

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Para se proteger da doença, especialista da Sociedade Cearense de Pediatria reforça que a única forma é tomar a vacina.

Responsável por 15 mortes no Brasil em 2019, o sarampo é uma doença causada por um vírus. A transmissão pode ocorrer quando uma pessoa infectada tosse, fala ou espirra próxima de outras.

Os principais sinais e sintomas do sarampo são febre acompanhada de tosse, irritação nos olhos, nariz escorrendo ou entupido e mal-estar intenso. Além disso, outros sinais podem aparecer em um intervalo de três a cinco dias, como manchas vermelhas no rosto e atrás das orelhas que podem se espalhar pelo corpo.

Crianças menores de 5 anos de idade são mais vulneráveis à doença. Neste ano, mais da metade das mortes registradas ocorreram nessa faixa etária.

Presidente do Departamento Científico de Infectologia da Sociedade Cearense de Pediatria, Robério Leite afirma que o surto de sarampo que o país enfrentou no ano passado está associado à queda do número de pessoas vacinadas. A recomendação do Ministério da Saúde é que ao menos 95% da população esteja imunizada.

Para se proteger da doença, Robério reforça que o único método é tomar a vacina, distribuída gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

“É um vírus extremamente contagioso. A única maneira segura de se evitar a transmissão do sarampo é que os indivíduos estejam adequadamente vacinados, para que tenham uma quantidade suficiente de anticorpos de proteção. Assim, em contato com o vírus, estão protegidos e não desenvolvem a doença.”

Para que a população entenda que a vacinação é a única forma de se proteger do sarampo e de outras doenças infectocontagiosas, o UNICEF divulga nas redes sociais a campanha global #VacinasFuncionam. No Brasil, um dos principais objetivos da campanha, realizada em conjunto com a Sociedade Brasileira de Pediatria e a Sociedade Brasileira de Imunizações, é combater as notícias falsas com informação verdadeira.

Estimativa do UNICEF aponta que as vacinas salvam até três milhões de vidas por ano, protegendo as crianças de doenças altamente infecciosas e contagiosas e que podem levar à incapacidade ou à morte, como sarampo, pneumonia, rotavírus e difteria. Vacinas são seguras, eficazes e salvam vidas. Saiba mais em família.sbim.org.br.

Reportagem, Raphael Costa

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Saúde Infantil

Nutrição adequada com maior nível de lactose resolve obstipação em bebês, na falta de aleitamento materno

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Quando um bebê nasce é comum ter algum dos chamados “distúrbio funcional do sistema digestivo”. Apesar do nome complexo, trata-se de uma condição relativamente normal, especialmente quando o sistema digestivo da criança ainda não está totalmente formado, o que acontece nos primeiros meses de vida.

Em decorrência dessa condição, os bebês podem apresentar três problemas: cólica, refluxo e obstipação, sendo este último o menos apontado pelos pais, mas não o menos importante. A obstipação é a dificuldade ou a falta de evacuação. Nesse caso, a criança sente dor para eliminar as fezes e precisa fazer um grande esforço para isso. Tal problema ocorre devido ao pouco reflexo para eliminação das fezes ou menos movimentação do intestino que o normal.

“O ideal é oferecer à criança fórmulas nutricionais adequadas, com maior nível de lactose, o que auxilia a excreção de água no cólon e aumenta a motilidade intestinal. Estudos comprovam que 91,6% dos casos de constipação foram resolvidos dentro de 7 dias com formulação minerais essenciais, como magnésio, cálcio e fósforo, que são essenciais para a redução dos sintomas. Essa recomendação é para as crianças que não recebem leite materno, pois ele sempre será a primeira indicação”, diz o Prof. Dr. Fábio Ancona, pediatra especialista em nutrição infantil.

Ainda segundo o pediatra, produtos com essa formulação reduzem a dor e a dificuldade para defecar e até ajudam a aumentar o apetite das crianças. Prof. Ancona alerta sobre as fórmulas para dois ou mais sintomas do distúrbio funcional do sistema digestivo, “pois com a melhora de um, o outro tende a piorar”. Ele informa que para resolver o problema da obstipação é necessário oferecer mais lactose, mas para cólica menos. “Logo, uma única fórmula não consegue atender os dois sintomas”, explica o especialista.

Para os bebês não mais amamentados pelas mães, é possível encontrar diversas opções de fórmulas que auxiliam o controle da obstipação. Porém, é preciso orientação do pediatra para identificar qual a opção mais adequada, pois nesses casos a fórmula substituirá o leite utilizado e, dessa forma, precisa oferecer todos os benefícios necessários e mais os específicos para a obstipação.

“Nos primeiros meses de vida, o ritmo do intestino do nenê é irregular. Somente com o tempo ele amadurece, passando a ter uma rotina. Os pais precisam ficar atentos à reação das crianças nos momentos de evacuação, pois embora não exista tratamento, há fórmulas nutricionais indicados para a redução dos sintomas”, diz o pediatra.

O especialista lembra que a obstipação não é uma doença, mas seus sintomas podem afetar a qualidade de vida do bebê e de toda a família. Com a dificuldade para evacuar, a criança tende a ficar irritada e chora mais do que o normal. Em crianças mais velhas, a obstipação pode estar associada ao medo. Por isso, o processo de deixar as fraldas precisa ser natural e tranquilo, evitando traumas na hora de ir ao banheiro.

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Saúde Infantil

Exposição de fotos mostra crianças afetadas pelo vírus Zika

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Imagens dão visibilidade a menores atingidos pela doença

“Ele me ensinou a ser forte e é o meu combustível. Meu coração que bate fora do peito”,  disse Bárbara Ferreira da Silva, de 32 anos, referindo-se ao filho Bernardo, de 3 anos e 9 meses, diagnosticado com a síndrome congênita do vírus Zika.

Bárbara conta que não teve nenhum sintoma da doença durante a gravidez. “Mas, quando meu filho nasceu, percebi que havia alguma coisa diferente. Ele chorava muito e não dormia, os médicos receitavam chás e massagens, mas não adiantava. Foi só quando o Bernardo já estava com quatro meses, quando passei por um mutirão médico, que meu filho foi diagnosticado. Precisei deixar meu emprego de secretária, sair da cidade de Caruaru, no interior de Pernambuco, e ir para Recife buscar tratamento”, contou.

A comerciante Carolina Calabria de Paula Baptista, mãe da Lis, de 3 anos, contou que o dia a dia é bem puxado. “De segunda a sexta, ela faz terapias pela manhã: fisioterapia, fonoaudiologia e terapia ocupacional e, uma vez por semana, faz fisioterapia aquática. E ainda tem as consultas, é uma criança que tem que ser acompanhada por vários especialistas”, descreveu.

Ela está grávida do segundo filho e disse que ser mãe de criança especial muda apenas a rotina. “Quando você é mãe o amor, independentemente de a criança ter alguma síndrome, não muda, o que muda é o nosso cotidiano, a rotina, que exige mais”.

Para ela, participar da exposição foi uma experiência bem interessante. “As fotos deste ano foram feitas na nossa casa, mostramos o dia a dia da Liz e foi bem interessante, os registros ficaram marcados para sempre. A equipe das fotos está nos acolhendo muito bem”.

Bernardo e Liz são duas das 11 crianças com microcefalia causada pela síndrome congênita do vírus da Zika que participam da exposição fotográfica Toda Criança é Especial, promovida pelo Instituto Luz Natural, uma entidade sem fins lucrativos que usa a fotografia como ferramenta de mudança social.

As crianças foram retratadas por duas especialistas em fotografia infantil. A convite da fotógrafa pernambucana Andréa Leal, a fotógrafa paulista Simone Silvério retratou os pequenos em 2018. As fotos tiveram a intervenção do artista plástico Alyson Carvalho.

Em 2019, um ano e meio depois da primeira sessão, as crianças foram novamente clicadas junto com suas famílias, sob o olhar de Andréa Leal.  O resultado, além do viés artístico, visa a dar visibilidade a essas crianças e dizer que suas necessidades de inclusão, reabilitação e cidadania precisam ser atendidas.

Quando surgiu o surto e com possibilidades de epidemia em 2015, o mundo voltou os olhares para essas crianças. Hoje, há um esquecimento gradativo do assunto no país, mas as consequências para cada bebê de uma mãe que foi infectada na gravidez são para a vida inteira. Enquanto não houver o controle sobre o Aedes aegypti, haverá o risco.  No Brasil, mais de 3 mil crianças nasceram com microcefalia por Zika desde 2015.

Abertura

Depois de passar por Pernambuco, estado onde foi diagnosticado o maior número de casos de Zika no país, a mostra estará em São Paulo a partir de hoje (27), na Galeria Studio Trend, no Alto de Pinheiros. A exposição, com entrada franca, pode ser vista até 20 de dezembro.

As crianças que foram fotografadas para a exposição são atendidas pela Associação Pernambucana União de Mães de Anjos (UMA). A entidade é reconhecida pela luta por maior assistência às famílias desses menores.

Papel social da fotografia

“Trabalhos como esses ilustram bem a questão do papel social da fotografia. A forma com que as famílias encaram desafios gigantescos.

“Histórias como essas de aprendizado, coragem, superação, solidariedade e, sobretudo, amor que quis registrar com minhas lentes e compartilhar por meio do meu olhar. Conviver por algum tempo, deixar-se fotografar e ter imagens legais já trouxe alguns momentos alegres para essas pessoas e, sem dúvida para mim, que tive o privilégio da companhia delas. Espero que isso contribua, de alguma forma, para trazer mais coisas positivas tanto a essas pessoas quanto às que se emocionarem com elas”, disse a fotógrafa Simone Silvério.

Ela participa de vários projetos sociais como, por exemplo, a exposição Mulheres no Espelho, promovida pelo Instituto Viver Hoje, com objetivo de alertar sobre a importância do diagnóstico precoce do câncer de mama, e a Campanha Internacional de Combate à Meningite, com os atletas paraolímpicos brasileiros.

A fotógrafa Pernambucana Andréa Leal criou o Instituto Luz Natural. A entidade, sem fins lucrativos, usa a fotografia como ferramenta de mudança social. Além do projeto Toda Criança é Especial, o instituto promove os projetos Retratos de Mãe, Meu Pai, meu Herói e Luz Natural.

Serviço:

Exposição Toda Criança é Especial –  retrata crianças afetadas pelo vírus da Zika

Fotógrafas: Simone Silvério e Andréa Leal

Abertura: 27 de novembro, às 18h

Exposição: 27 de novembro a 20 de dezembro

Horário: das 9h às 18h, de segunda a sexta-feira

Local:  Galeria Studio Trend – Rua Costa Carvalho, 213 – Alto de Pinheiros – SP

Entrada franca

//Agência Brasil

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