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Ciência

Mulher antiga com crânio de ‘alienígena’ descoberto na Rússia (VÍDEO)

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Os restos de uma mulher, que acredita-se ser da antiguidade, com um crânio alongado de alienígena foram encontrados durante as escavações de um antigo cemitério no sul da Rússia.

Desde 2017, ossos pertencentes a seres humanos e numerosos animais domésticos e selvagens, juntamente com um grande número de cerâmicas, ornamentos e pontas de flechas de bronze foram descobertos no notável assentamento Gamurzievsky na cidade de Nazran, Inguchétia.

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No entanto, a descoberta desta semana do esqueleto de uma mulher – que remonta ao século IV e VI – é particularmente única devido à fascinante deformação intencional de seu crânio e pescoço.

RT

A prática de mudar o formato da cabeça, conhecida cientificamente como deformação craniana artificial (DAC), é uma tradição conhecida entre muitos povos do mundo. Hoje, o resultado se assemelha à percepção de Hollywood de como um alienígena do espaço exterior poderia ser.

“A história conhece muitos exemplos de mudanças propositais no formato da cabeça ” disse um representante do Centro Arqueológico Yevgeny Krupnov que realizou a escavação.

RT

Os crânios foram alongados desde a infância, usando anéis e bandagens repetidas nos primeiros anos de vida, como sinal de um status especial para comandar certos privilégios na sociedade. Restos de ancestrais de elite de várias tribos, incluindo os sármatas, alanos e hunos, também foram encontrados com crânios alongados.

No ano passado, os cientistas finalmente identificaram os restos de 1.500 anos de várias noivas de alto escalão da Bulgária e da Romênia descobertos com crânios em forma de torre. No Peru, cerca de 38 membros de alto escalão da população pré-inca também foram encontrados com cabeças em forma de lágrima que representavam seu prestígio e posição social.

//RT

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Ciência

‘Criatura’ gigante aparece em VÍDEO em lago argentino

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Uma suposta criatura semelhante ao lendário Monstro do Lago Ness apareceu em um vídeo feito no lago Nahuel Huapi na cidade turística argentina de Bariloche.

Na filmagem é possível ver uma suposta criatura se movendo pela superfície da água e de vários metros de comprimento.

O ocorrido, testemunhado por diversas pessoas, reforçou a lenda do Nahuelito, uma suposta criatura que habitaria no lago de Nahuel Huapi, em Bariloche.

Como visto no vídeo publicado no Twitter, o suposto monstro aparenta ter barbatanas semelhantes às de um tubarão.

Não são cervos! Não é um tronco, não são lontras! O mistério do Nahuelito segue latente! (Vídeo de turistas)

Mito ou verdade?

A lenda do Nahuelito remonta ainda aos povos indígenas que viviam na Argentina antes mesmo da chegada dos europeus.

De acordo com o portal Bariloche.org, apesar dos contos dos nativos, a lenda se tornou mais conhecida após ser registrado seu primeiro avistamento em 1910, quando George Garret, um gerente de uma empresa de navegação, disse que viu a “uns 400 m de distância uma criatura cuja parte visível media entre 5 e 7 m de comprimento e sobressaía uns 2 m por cima da água”.

Em 1960, a Marinha argentina perseguiu no lago um objeto submarino durante 18 dias, mas não conseguiu identificar sua natureza.

Enquanto isso, alguns acreditam que o suposto Nahuelito seria um dinossauro, mais precisamente um plesiossauro, enquanto outros acreditam que se trata de um submarino de origem desconhecida.

Contudo, até o momento, nenhuma prova real da existência do Nahuelito foi apresentada.

//Sputniknews

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Asteroide

Cientista americana diz ter certeza que a Terra será atingida por um asteroide

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Uma cientista americana de uma ONG dedicada a proteger a Terra diz que é 100% certo que um asteroide atingirá nosso planeta. A cientista é Danica Remy, presidente da Fundação B612.

Após a quase colisão da Terra com um asteroide no início deste mês, uma cientista declarou que um futuro impacto é inevitável. Embora ainda não esteja claro quando ocorrerá, a cientista disse que uma hora ou outra, um asteroide acabará atingindo a Terra.

No último dia 10 de Agosto, uma enorme rocha espacial se aproximou bastante do planeta. Identificada como 2006 QQ23, o asteroide tinha cerca de 570 metros de comprimento (maior que a torre Eiffel, em Paris), e viajava a uma velocidade de 16.700 Km/h.

O objeto passou da Terra a uma distância de 0,04977 unidades astronômicas, o que representa cerca de 4,6 milhões. Após a passagem próxima do asteroide, Danica Remy, a atual presidente da ONG B612 Foundation, na Califórnia, disse que uma colisão entre um asteroide e nosso planeta está prestes a acontecer.

“É 100% certo de que vamos ser atingidos, mas não se sabe com 100% de certeza quando isso vai acontecer”, disse Remy à NBC News.

Apesar da certeza do impacto com um asteroide, Remy acredita que a Terra não corre o risco de ser atingida por rochas espaciais que poderiam acabar com a vida no planeta, que são aquelas rochas com mais de um quilômetro de comprimento.

Devido a seus enormes tamanhos, esses asteroides podem ser facilmente identificadose detectados por agências espaciais. Com base em suas últimas descobertas, a Terra não corre o risco de ser atingida por um desses asteroides gigantes.

Embora a Terra esteja relativamente segura dessas gigantescas rochas espaciais, o mesmo não pode ser dito para asteroides menores, que têm maiores chances de atingir a Terra, uma vez que são pequenos o suficiente para serem atraídos pelas forças gravitacionais do planeta.

Ao contrário dos asteroides que poderiam acabar com a vida no planeta, a destruição causada pelo impacto de um asteroide menor será localizada. Mesmo assim, Remy observou que um impacto desses ainda pode ter um efeito devastador em alguma região do mundo.

“O tipo de devastação que estaríamos observando é mais regional do que um nível planetário”, disse Remy. “Mas ainda vai ter um impacto global, no transporte, na rede e no clima”.

Nos resta torcer para que estes asteróides caiam em lugares não habitados, como o oceano, o deserto ou nos polos.

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Ciência

Buracos negros e portais: é possível fazer um túnel a outro universo?

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Os buracos negros e de minhoca aparecem há muito em vários filmes e séries de ficção científica, nos quais os viajantes espaciais se deslocam através deles pelo universo.

O que são os buracos negros e de minhoca? É possível viajar através do tempo e do espaço? O que é real nos filmes de ficção científica? Físicos russos de universidades que participam do Projeto 5-100 responderam à Sputnik Mundo.

O que é um buraco negro?

Os físicos qualificam como um buraco negro uma área de espaço-tempo onde se gera um campo gravitacional tão forte que nenhuma partícula material, nem a energia, nem mesmo a informação, incluindo a luz, pode escapar desta área quando se cai nela.

O buraco negro está separado por um horizonte de eventos: fronteira do buraco negro da qual nenhum objeto pode sair, nem mesmo a radiação. Sendo assim, os observadores que estão fora do buraco não podem saber o que acontece em seu interior.

Conforme a teoria geral da relatividade, a geometria dos buracos negros se descreve por equações de campo de Einstein, que vinculam entre si a métrica do espaço-tempo curvo com as propriedades da matéria que lhe preenche, sendo a gravitação a manifestação da curvatura do espaço-tempo, explica Kiril Bronnikov, professor da Universidade Russa da Amizade dos Povos, em Moscou.

“Os cientistas descreveram em teoria vários tipos de buracos negros. Eles se distinguem pela rotação ou sua ausência, a carga elétrica e outros parâmetros possíveis. Se considera que os buracos negros podem surgir quando estrelas massivas se comprimem na etapa final de sua evolução ou devido a flutuações da matéria muito densa no universo inicial”, destaca o cientista.

Segundo o especialista, é impossível ver um buraco negro porque um observador externo não pode receber nenhuma informação desde o horizonte de eventos. Por isso, o buraco negro pode se manifestar tão somente de maneira indireta: mediante a curvatura dos raios de luz ou da radiação eletromagnética que as partículas materiais que caem no buraco emitem, etc.

Os cientistas não puderam entender ainda o que representa o interior dos buracos negros, que está atrás do horizonte de eventos.

Conforme a teoria geral da relatividade, estes devem conter as chamadas singularidades, áreas com valores muito altos da curvatura do espaço-tempo, densidade e pressão da matéria, enquanto muitos cientistas consideram isso impossível.

“Chegamos à fronteira de nossas concepções tradicionais sobre o espaço-tempo e entramos em uma área desconhecida da teoria da gravidade que não se desenvolveu ainda”, diz Kiril Bronnikov.

Ele crê que é possível que exista outro tipo de buraco negro, o chamado universo negro. Pode se parecer com qualquer outro buraco negro. Ao cair nele, atravessando o horizonte de eventos, o observador entra em um novo universo que se amplia.

Sercanias do grande buraco negro, no coração da galáxia ativa NGC 3783, na constelação sulina do Centauro (imagem referencial)
© AFP 2019 / EUROPEAN SOUTHERN OBSERVATORY
Sercanias do grande buraco negro, no coração da galáxia ativa NGC 3783, na constelação sulina do Centauro (imagem referencial)

Buscando buracos negros

No início de 2019, terminou o programa de observação do interferômetro terrestre e espacial RadioAstron com resolução milhares de vezes maior que a do famoso telescópio Hubble. O RadioAstron inclui dezenas de radiotelescópios terrestres mais potentes e um observatório espacial, unidos com algoritmos especiais, formando uma planta virtual cujo diâmetro é maior que nosso planeta.

O equipamento permitiu aos astrônomos russos descobrir no centro da galáxia OJ287, constelação de Câncer, um par de buracos negros supermassivos situados a uma curta distância um do outro, comunicou Yuri Kovalev do Instituo de Física e Tecnologia de Moscou.

“Nossas observações correspondem completamente às previsões teóricas. No futuro, planejamos estudar em ondas mais curtas com o uso de interferômetros terrestres e espaciais os arredores de buracos negros. Isso nos permitirá comprovar as ideias teóricas sobre a existência de outros objetos: os chamados buracos de minhoca”, diz o cientista.

Buracos negros supermassivos, o maior tipo de buraco negro, são normalmente encontrados no centro de grandes galáxias.
Buracos negros supermassivos, o maior tipo de buraco negro, são normalmente encontrados no centro de grandes galáxias.

Túneis para outras dimensões

Os buracos de minhoca são os objetos mais curiosos do universo e suscitam intensos debates entre os cientistas. São configurações do espaço-tempo em forma de túneis entre áreas afastadas do nosso universo ou até entre vários universos.

Os buracos de minhoca são similares aos buracos negros, sendo objetos localizados com um forte campo de gravidade e uma curvatura do espaço. Enquanto isso, a diferença relativa aos buracos negros é que não possuem o horizonte de eventos. Sendo assim, em teoria é possível entrar e sair destes buracos, de acordo com Serguei Rubin, professor da Universidade Nacional de Investigações Nucleares, em Moscou.

Apesar dos buracos de minhoca não contradizerem a teoria da relatividade e serem previstos por várias teorias cosmológicas, nenhum foi encontrado. Além do mais, os buracos de minhoca preveem uma geometria do espaço-tempo que não é típica para a manutenção de uma matéria com propriedades exóticas, por exemplo com densidade negativa da energia.

Serguei Rubin não compartilha da opinião do astrônomo Heino Falcke sobre as recentes fotografias da sombra do buraco negro no centro da galáxia M87, obtidas pelo projeto Even Horizons Telescope, que poderiam confirmar a existência de túneis na estrutura espaço-tempo. Para tirar conclusões definitivas falta maior exatidão de medições.

Buraco de minhoca
Buraco de minhoca

Como entrar em um buraco de minhoca?

Nem todos os filmes sobre portais em outras dimensões estão longe das atuais teorias científicas, opina o professor Artiom Yurov da Universidade Federal do Báltico Immanuel Kant.

“No filme Interstellar, a informação sobre buracos negros e espaços adicionais está de acordo com as teorias científicas. Não é surpreendente, dado que o assessor científico do filme foi um vencedor do Prêmio Nobel, o especialista na física dos buracos negros Kip Thorne, inspirador que deu nova vida às ideias sobre a existência dos buracos de minhoca”, destaca o cientista.

Ele ainda acrescenta que, embora os buracos de minhoca possam existir conforme as leis da física, não podem surgir independentemente. Enquanto isso, uma civilização com alto nível de desenvolvimento científico e tecnológico poderia os construir.

“Não há surpresa alguma. Um carro Toyota não pode aparecer de maneira espontânea. É necessário o fabricar”, considera o cientista.

Os físicos pensam hoje sobre a formação de buracos de minhoca que não se destroem rapidamente, assim como sobre a possibilidade de fazê-los demasiado grandes para que pelo menos moléculas fiquem nele e não se destruam.

“Hipoteticamente pode-se enviar o genoma humano através de um buraco de minhoca”, diz Serguei Rubin.

Sendo assim, no futuro se poderá hipoteticamente enviar a humanidade de um universo moribundo para outro que comece a viver. Não é necessário enviar um ser humano. Pode-se enviar somente a informação, o que permitirá restabelecer nossa civilização em um novo universo.

Sputniknews

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