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Redes Sociais

Leo Lins pula de paraquedas e alfineta Naldo: ‘durou cerca de 45s, um pouco mais que a carreira do Naldo’

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O humorista Léo Lins realizou neste fim de semana um sonho antigo, de pular de paraquedas, e resolveu compartilhar com os fãs em suas redes sociais o que sentiu enquanto descia.

Léo aproveitou a ocasião e usou de uma metáfora um tanto curiosa para descrever o salto, alfinetando o cantor Naldo Benny: “Todo ser humano deveria fazer isso pelo menos uma vez, até porque Deus nos deu o dom de realizar um salto, até mesmo sem paraquedas. A queda dura cerca de 45 segundos, um pouco mais que a carreira do Naldo, vale muito a pena”, declarou.

Fora dos holofotes e até realizando shows gratuitos para tentar limpar a imagem, Naldo Benny chegou a ser preso por agressão e viu sua carreira desacelerar e os convites para shows tornarem-se cada vez menos frequentes. Sempre envolvido em polêmicas, o cantor também está enfrentando uma crise familiar depois que o pai e um sobrinho o acusaram de abandono.

Léo Lins é conhecido pelo seu humor ácido e por ser o ‘Rei do Humor Negro’. Além de Naldo, o humorista tem o costume de mexer com outras celebridades e artistas através das redes sociais e no programa The Noite de Danilo Gentili no SBT.

Fama & TV

Live com a Top Model Ana Calheiro e convidado

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Lmp Artisticas Assessoria

Live com a Top Model Ana Calheiro e convidado especial Giovany Bianco, diretor da KEUNE Porto Alegre-Rs. Sábado as 19h dia 04 julho.
@anaccalheiro

 

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Aplicativos

Covid-19: checadores de fatos e WhatsApp criam robô contra fake news

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© Marcello Casal Jr./Agência Brasil

Serviço envolve redes de agências de checagem em 74 países

O WhatsApp e a Rede Internacional de Checadores de Fatos (IFCN, na sigla em inglês) criaram um serviço de esclarecimento para tirar dúvidas e combater notícias falsas envolvendo a pandemia do novo coronavírus. A iniciativa envolve redes de agências de checagem em 74 países, que já produziram mais de 4,8 mil desmentidos em 43 idiomas.

disseminação de conteúdos enganosos sobre a covid-19 vem crescendo e gerando preocupação entre autoridades de saúde, bem como medidas por parte das plataformas digitais onde essas mensagens circulam.

 

O serviço consiste em um robô virtual (ou bot, no termo técnico utilizado). Para tirar dúvidas, basta o usuário de WhatsApp clicar neste link ou enviar a mensagem “hi” para o número +1 (727) 291-2606.

Ao acessar o serviço, é possível buscar checagens por tema, conferir as últimas verificações, obter dicas sobre como não cair em boatos e mensagens falsas e encontrar iniciativas de checagem próximas ao usuário.

 

Na procura pelas últimas verificações, a informação é oferecida de forma cronológica. Nesta seção, o interessado pode conhecer os últimos conteúdos avaliados e quais são as informações oficiais relativas a ele.

Para buscar uma checagem, o usuário insere uma palavra, assim como ocorre em mecanismos de busca. Por enquanto, esse procedimento funciona apenas em inglês, mas nas próximas semanas o aplicativo deve disponibilizar a busca em outras línguas. Não há previsão para quando o serviço será ofertado em português.

 

No Brasil, diversas agências trabalham com análise de conteúdos falsos, especialmente neste momento de pandemia. O Ministério da Saúde tem uma página específica para desmentir notícias falsas.

 

//EBC

 

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Notícias

Facebook começa a banir eventos que violam as regras de isolamento e quarentena

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CJ Gunther / EPA

A divulgação de eventos que violam as regras de distância social não terão mais vez no Facebook. A companhia confirmou, nesta segunda-feira (20), que reuniões que vão contra os esforços de evitar a alta propagação do novo coronavírus serão banidos da rede social por espalharem desinformação.

A confirmação foi feita para o repórter Donie O’Sullivan, da CNN, com um porta-voz do Facebook revelando ainda que foi feita a remoção de promoção de protestos antiquarentena na Califórnia, em Nova Jersey e no Nebraska, todos após consulta com o governo do estado.

A empresa afirmou também que está buscando orientações sobre a possível violação de quarentena de protestos marcados em Nova York, Wisconsin, Ohio e Pensilvânia

Na declaração, o Facebook fez questão de afirmar que o banimento está mais relacionado às regras governamentais do que julgamento editorial, dizendo que a organização dos eventos é permitida na rede social, ao menos se houver a proibição por parte do governo.

 

Resumindo, os organizadores de eventos não podem criar encontros que violem as regras de saúde e não podem desencorajar as precauções tomadas para evitar a propagação do novo coronavírus.

Em entrevista ao Good Morning America, programa matinal norte-americano, Mark Zuckerberg, CEO do Facebook, disse também na manhã desta segunda-feira que esses tipos de eventos são classificados como “desinformação perigosa” e são removidos. O executivo afirmou ser importante que as pessoas possam debater políticas, mas que muitas das informações citadas são falsas e podem ser consideradas prejudiciais em um cenário de emergência de saúde.

 

Nos Estados Unidos, muitos eventos vêm sendo criados contra a quarentena, alegando que o direito de ir é vir é mais importante do que impedir a rápida propagação do vírus, que vem lotando hospitais em todo o mundo e causando milhares de mortes.

// Canaltech

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