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Tecnologia

Inteligência artificial gerou caras de pessoas através das suas vozes

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Uma rede neural artificial ouviu várias vozes e, de seguida, gerou uma imagem de como os seus rostos poderiam ser. Apesar dos bons resultados, a tecnologia ainda tem algumas limitações.

As pessoas têm a tendência de associar uma voz a uma determinada cara. Mesmo quando nunca viram a cara, tendem a construir uma imagem mental de como poderá parecer essa pessoa. Agora, a inteligência artificial fez um teste que não esteve longe de confirmar esse pressuposto.

Os resultados da investigação foram pré-publicados na revista online arXiv, mas ainda não foram revistos pelos pares.

A rede neural artificial chamada Speech2Face foi treinada por cientistas para gerar caras de pessoas com base nas suas vozes. Para o efeito, ouviu áudios de mais de 100 mil pessoas a falarem. Associando certas características vocais a determinadas características físicas, a inteligência artificial tornou-se capaz de recriar uma cara foto-realista.

(dr) Tae-Hyun Oh

Comparação entre a cara da pessoa e o rosto reconstruido a partir da voz.

As caras geradas pela Speech2Face são bastante semelhantes às reais, mas de acordo com o Live Science, a rede neural ainda não tem a capacidade de determinar as características físicas exatas através da voz. Para chegar a este resultado final, a inteligência artificial tem como base indicadores do género, idade e etnia das pessoas.

“Como tal, o modelo apenas produz caras mais ou menos parecidas com as reais”, escreveram os cientistas. Apesar do realismo das simulações não ser perfeito, a IA acertou com sucesso no género, faixa etária e etnia de maior parte das pessoas.

O problema surgiu quando a rede neural era confrontada com variações na linguagem. Por exemplo, quando um asiático foi gravado a falar chinês, a inteligência artificial gerava o rosto de um asiático. No entanto, num outro clip em que falava inglês, o Speech2Face gerava uma cara de um ocidental caucasiano.

A tecnologia também associava normalmente vozes agudas a mulheres e vozes graves a homens, mesmo quando não era esse o caso.

ZAP //

Tecnologia

Saiba os segredos de Davison Vianna para alcançar a fama nas redes sociais

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Vale a pena investir em Facebook Ads? Ou Google Ads? Davison Vianna, um dos maiores especialistas nas plataformas das redes sociais do Brasil revela os segredos destas plataformas para se tornar conhecido.

O Facebook Ads ou Google Ads são plataformas de publicidade poderosas,  porque, basicamente, atendem a qualquer tipo de negócio, tanto online como local, mas não apenas a empresas, mas também àqueles que querem se tornar famosos nas redes sociais.

Com 15 anos de carreira como especialista em redes sociais, atuando desde a criação da maior rede Social do planeta, o Facebook, Davison Viana fala da importância de contar com profissionais para anunciar no Facebook: “Anunciar no Facebook pode ser confuso para aqueles que não têm experiência. Além disso, as estratégias das campanhas contam muito para o sucesso.”

O especialista aponta que antes da internet, as marcas anunciavam produtos e serviços, somente através do marketing tradicional. Hoje, elas também têm o marketing digital, que oferece a possibilidade de anúncios online e com alcance segmentado e direcionado de público: “Nesse formato, a gente encontra diversos canais de mídias pagas, e o Facebook Ads e Google Ads é um deles. Afinal o que é Ads? É um mecanismo de mídia paga do Facebook ou Google que disponibiliza uma gama de formatos de anúncios. Além da quantidade de usuários por mês, o Facebook gera cerca de um trilhão de visualizações e alcança quase 50% das pessoas no mundo. Em contrapartida, podemos adaptar os anúncios de uma forma altamente qualificada e diferenciada, inclusive com a chance de criar campanhas para públicos-alvo parecidos.”

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RS

Governo gaúcho lança serviço de Telecuidado Farmacêutico voltado a idosos com doenças respiratórias

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Coordenadora de Cuidado Farmacêutico da Secretaria da Saúde, Agnes Nogueira, ao lado de Leite, durante anúncio do novo serviço Foto: Felipe Dalla Valle/Palácio Piratini

O governo do Rio Grande do Sul lançou, nesta terça-feira (05), o Telecuidado Farmacêutico, serviço de acompanhamento ao paciente de forma remota no qual farmacêuticos vão contatar o usuário que retira medicamentos nas Farmácias de Medicamentos Especiais do Estado. O anúncio foi feito pelo governador Eduardo Leite durante transmissão ao vivo pela internet.

 

O serviço é voltado especialmente a idosos com doenças crônicas respiratórias, como asma e doença pulmonar obstrutiva crônica, que são grupo de risco da Covid-19.

Os farmacêuticos entrarão em contato com os usuários de medicamentos – cerca de 15 mil pessoas no Estado – de modo remoto, via telefone ou videoconferência, a fim de orientá-los a respeito da adesão ao tratamento, do controle da doença, do uso dos medicamentos, dos sintomas relacionados à Covid-19 e de dúvidas relacionadas ao tratamento de cada um.

 

O lançamento coincidiu com o início da Semana Estadual de Uso Racional de Medicamentos, que prossegue até segunda-feira (11). A coordenadora de Cuidado Farmacêutico da Secretaria Estadual da Saúde, Agnes Nogueira, explicou que, a cada 10% de aumento de adesão ao tratamento de doenças respiratórias, o número de internações tem queda de 7%. “O programa tem tudo a ver com toda a situação de pandemia que vivemos”, explica.

 

Inicialmente, serão contatados os usuários de medicamentos de Porto Alegre para, em seguida, serem inclusos também os moradores de outras cidades. “Se melhorarmos o uso de medicamentos, melhora a adesão ao tratamento dos pacientes e, assim, podemos diminuir o número de internações”, detalha Agnes.

 

O Sul

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Brasil

Internet será instalada em todas unidades de saúde do país

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Todas unidades de saúde do país estarão conectadas à internet até o fim de abril.

 

A afirmação é do ministério da ciência, tecnologia, inovações e comunicações, que articulou com operadoras de telefonia e provedores a instalação de 16 mil pontos de conexão pelo país. O ministro da ciência, tecnologia, inovações e comunicações, marcos pontes, comenta a ação.

 

A instalação dos pontos de internet foi possível graças à rede conectada mctic, criada com o objetivo de aprimorar e garantir o funcionamento dos serviços de telecomunicações, radiodifusão e tecnologia da informação durante o período da pandemia.

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