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Gás de cozinha sobe 5%

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Com este novo aumento nas refinarias, o acumulado do ano já chega a 10,5%.

O gás de cozinha vai ficar mais caro. Isso por que a Petrobrás reajustou, numa média de 5 por cento, o preço de venda do produto nas refinarias.

 

Um aumento de 2 reais e 90 centavos, com o preço do botijão, sem impostos e sem taxas, chegando a 30 reais e 74 centavos às distribuidoras.

Com esse aumento, o acumulado do ano já chega a 10 e meio por cento. Pelo brasil, o preço de revenda do gás ao consumidor varia de acordo com o estado. Segundo levantamento da agência nacional do petróleo, a anp, o botijão mais caro é vendido no estado do mato grosso, a 115 reais.

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Petrobras reajusta preço do gás natural para distribuidoras

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Agência Petrobras/Geraldo Falcão
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Apesar do aumento neste trimestre, preços acumulam redução

A Petrobras reajustou, em 01/11/2020, os preços de venda de gás natural para as distribuidoras para os contratos iniciados em janeiro de 2020. Os ajustes ocorreram de acordo com parâmetros negociados em fórmulas contratuais, em função das variações ocorridas nas cotações do petróleo Brent e da taxa de câmbio Real/Dólar no último trimestre. O reajuste foi de 26% em US$/MMBtu em relação ao preço do gás de agosto de 2020. Quando medido em R$/m3, o reajuste é de 33%.

Apesar do aumento neste trimestre, os preços acumulam uma redução de 38% em US$/MMBtu e de 13% em R$/m3, desde dezembro de 2019 (considerando a taxa de câmbio de 30/10/2020).

A companhia esclarece que o preço final do gás natural ao consumidor não é determinado apenas pelo custo da molécula de gás e do transporte, mas também pelas margens das distribuidoras e pelos tributos federais e estaduais. Além disso, o processo de aprovação das tarifas é realizado pelas agências reguladoras estaduais, conforme legislação e regulação específicas.

Os contratos de venda para as distribuidoras são públicos e estão disponíveis para consulta no site da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).

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Gasolina sobe de preço nas refinarias

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Após 50 dias sem reajuste, a Petrobrás aumentou o preço médio da gasolina nas refinarias. A alta foi de 2,8 por cento, com o litro, agora, custando, em média, um real e oitenta e quatro centavos. O valor é o maior desde maio, quando foi cobrado 1,95 por litro de gasolina nas refinarias. A Petrobrás também mexeu no diesel, que desde o início do mês estava com o preço congelado. O valor subiu 1,2 por cento. Assim, nas refinarias, a média do preço do diesel chega a dois reais e vinte e dois centavos. O aumento pode, ou não, ser repassado ao consumidor. Mas isso fica a critério dos donos dos postos, que têm liberdade para dar preço ao que vendem. Pelo brasil, o litro mais caro de gasolina foi encontrado a 5,79, em um posto em São paulo, capital. Já o do diesel foi 4,95, em Paraíso do Tocantins. Os dados são do balanço semanal da anp, a agência nacional do petróleo, gás natural e biocombustíveis.

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Nova Lei do Gás é aprovada na Comissão de Minas e Energia da Câmara

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Texto abre competição entre empresas, reduz preço e acaba com monopólio da Petrobras no mercado de gás natural

A Comissão de Minas e Energia da Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei 6.407/13, conhecido como Nova Lei do Gás, nesta quarta-feira (23). O parecer do relator, deputado Silas Câmara (Republicanos-AM), reduz o monopólio da Petrobras, que atualmente detém 92% de toda a produção do combustível no país, e promove a abertura do mercado para que outras importadoras possam vender o produto no Brasil. O objetivo da proposta é incentivar a competitividade entre as empresas e reduzir o custo do combustível no país, usado principalmente na indústria e na geração de energia.

Defensor do projeto, o deputado Edio Lopes (PL-RR) avalia que a legislação aprovada no colegiado vai fazer com que o mercado de gás brasileiro mude de patamar e, de fato, pratique um preço justo. “Não resta nenhuma dúvida que o nosso relator, deputado Silas Câmara, produziu um trabalho espetacular que culminou com a aprovação deste importante marco regulatório para o Brasil. Nós viveremos um novo momento quanto à matriz energética”, projetou o parlamentar.

Entre outros pontos, o texto estimula a entrada de novos fornecedores de gás natural no Brasil, tornando o setor de transporte mais transparente e regulamentando as atividades de comercialização. Para o deputado Francisco Jr., do PSD goiano, a nova legislação permite que o gás natural seja tão utilizado como outros combustíveis fósseis, como carvão mineral e petróleo.

“Não fazendo a abertura, o Estado brasileiro não tem capacidade de investimento. Por temer um aspecto, acaba-se prejudicando outro. Neste momento, é melhor investir na liberdade, na concorrência e garantir investimentos, trabalhando para que custo final diminua”, pontuou.

Além dos ganhos em termos econômicos e de infraestrutura, há quem defenda o uso do gás natural pela forma como é empregado. O combustível de queima total não deixa resíduos ou cinzas, o que significa menos danos ecológicos. Isso, na visão do deputado Fernando Coelho Filho (DEM-PE), significa desenvolvimento sustentável para o país.

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“O que não pode é o mercado de gás no Brasil ficar do jeito que está, com tantas oportunidades que temos hoje com o aumento da produção no país. É um passo importante. Claro que podemos sempre aperfeiçoar, mas hoje a comissão dá um passo fundamental e manda uma sinalização de que o Brasil vai trabalhar para incrementar seu mercado de gás”, salientou Coelho Filho.

Já o deputado Celso Sabino (PSDB-PA) entende que os processos de compra e venda para empresas e consumidor final podem ser simplificados com a Nova Lei do Gás.

“Hoje o mercado de gás é muito regulamentado no Brasil. Esse excesso de burocracia acaba fazendo com que consumidor pegue mais caro. Essa nova lei prevê a redução de burocracia. Entendemos que essas alterações trazidas nessa devem melhorar o cenário e o ambiente do comércio de gás nacional”, afirmou ele.

O Projeto de Lei 6.407/2013 tramita em caráter conclusivo na Câmara dos Deputados, ou seja, não precisa ser votado em Plenário. Com a aprovação na Comissão de Minas e Energia, o texto ainda precisa ser analisado em outros colegiados da Casa. Depois, o texto segue para apreciação dos senadores.

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