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Economia

Fintech mineira aposta em inclusão financeira

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Novo modelo de transação financeira criado pelo Banco Central – o PIX – se torna principal ferramenta e promete revolução no mercado

Atualmente a exclusão financeira está entre os principais problemas socioeconômicos do mundo. De acordo com uma pesquisa divulgada pela Global Findex, cerca de 73% da população mundial ainda não faz parte do sistema financeiro. Enquanto isso, no Brasil, 40 milhões de pessoas passam por essa situação. De acordo com o estudo, isso causa uma perda de bilhões por ano na economia nacional e mundial.

Portanto, é mais do que comprovado que a inclusão financeira representa um papel fundamental na recuperação econômica de diversos países, principalmente o Brasil. E foi pensando exatamente nisso que, em 2018, nasceu a primeira fintech totalmente mineira do país: a U4crypto. Desde sempre, através de pesquisas e análises de mercado, os sócios Túlio Ornelas Iannini, Roberto Martins e Tito Lívio de Figueiredo decidiram que a busca pela inclusão financeira seria o principal objetivo da empresa.

Dois anos depois, essa realidade já gera bons frutos. “Ainda temos um longo caminho a percorrer, mas em pouco tempo de mercado já conseguimos bastante resultado. Contamos com cases de sucesso, já temos outros em vista e a expectativa é que até 2021 seja possível realizar uma expansão ainda maior que o esperado lá no início”, conta o CEO da U4crypto, Túlio Iannini.

Como a inclusão financeira se torna possível?

A ideia da U4crypto é simples: dar acesso seguro e eficaz ao mercado financeiro para quem pode ser de fato o porta voz da população que mais necessita de inclusão financeira. Isso se resume a empresas e associações que reúnem todas essas pessoas. “O principal problema hoje em dia é a demora e falta de informação que pode fazer a população mais leiga chegar até os bancos. As transações são burocráticas e demoram dias para serem realizadas. Uma simples dúvida precisa de um processo demorado para ser respondida e muita coisa não é explicada de forma que qualquer um consiga entender e se sentir seguro para confiar suas finanças a um banco”, afirma.

Portanto, a melhor solução é fornecer um meio para que esses problemas sejam resolvidos, na palma da mão e de forma simples. “Ou seja, o propósito da U4crypto é oferecer um banco próprio para qualquer uma dessas organizações que falam com essas pessoas. Sindicatos trabalhistas, empresas privadas, associações de classes ou comunitárias, dentre outros. Com isso, todas essas entidades podem construir o seu próprio banco digital com todas as vantagens e segurança que os maiores do mercado oferecem, ainda com o bônus de que elas poderão colher resultados e investir para também terem seu retorno dentro do mercado”, esclarece.

PIX

E por falar em inclusão financeira, atualmente a expectativa entre as fintechs cresceu ainda mais. Com a criação do PIX pelo Banco Central, as facilidades começam ser ainda maiores. “O PIX é um novo método para realizar pagamentos instantâneos existente no Brasil. A partir de agora, o antigo jeito de fazer transações bancárias vai começar a ser extinto. O que antes demoravam dias para ser feito – como transferências, pagamentos e outros – poderá ser realizado em segundos de qualquer lugar que você estiver. Imagine fazer uma transferência urgente para um familiar que possui outro banco e ele receber isso em menos de 1 minuto? Com o PIX será possível”, garante.

A tendência é que esse se torne o principal modelo realizado no Brasil a partir do próximo ano. “A população ainda precisa se acostumar e entender que o modelo é totalmente seguro. Ele acabou de chegar, então ainda teremos uma fase de inserção em todos os bancos, adaptação e demais necessidades. Porém, provavelmente, até o fim de 2021 ele já será parte da vida da maioria dos brasileiros que já estiverem inseridos no sistema financeiro”, completa Túlio.

Fonte: Túlio Iannini, CEO da U4crypto. Possui mais de 20 anos de experiência em TI e como empreendedor na área. Atuou como Presidente da ASSESPRO-MG e Vice Nacional (Federação das Empresas Brasileiras de Tecnologia da Informação) entre 2009 e 2012. Participante do programa de aceleração de Startups da ENDEVOR Brasil – Scale Up 2018. É mestrando em Administração com MBA em Gestão da Competitividade e Graduado em Comunicação Empresarial.

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Economia

Caixa paga R$ 600 nesta sexta

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Créditos: Agência Brasil

A caixa deposita nesta sexta-feira, dia 25, o auxílio emergencial dos aniversariantes de setembro.  Serão pagas da primeira à quinta parcela no valor de 600 reais.

 

Quem recebe a quinta terá a última neste valor. A sexta parcela do benefício foi reduzida pela metade, 300 reais. O dinheiro será depositado nas contas digitais da caixa. Neste primeiro momento não é possível sacar, mas o beneficiário pode pagar contas digitais ou realizar compras em estabelecimentos que aceitam o pagamento por meio do aplicativo caixa tem.

 

O pagamento das parcelas de 600 reais encerra no dia 30 de novembro, depositando a quinta parcela dos aniversariantes de dezembro que estão no lote quatro do auxílio.

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Economia

74 mil aposentados recebem atrasados

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(Foto: EBC)

A justiça liberou mais uma leva de dinheiro para quem processou o INSS pedindo a revisão do benefício.

O conselho da justiça federal liberou mais de um bilhão e 200 milhões de reais que vai beneficiar mais de 74 mil aposentados. O pagamento das rpvs, as requisições de pequeno valor, são de até 62 mil e 700 reais para cada segurado. O recurso foi enviado para os tribunais regionais federais em todo país.

Cada corte tem autonomia para realizar um calendário de pagamento próprio. Por isso, para saber quando o dinheiro cai na conta, é preciso consultar o site do tribunal onde a causa foi julgada, ou consultar o advogado. Recebem nesta etapa quem teve a causa deferida em agosto deste ano.

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Economia

Auxílio Emergencial começa a ser pago a beneficiários do Bolsa Família

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Créditos: Agência Brasil

Concessão vai ocorrer de forma escalonada; governo ainda não divulgou calendário do pagamento para público geral

Até 30 de setembro, 1,6 milhão de beneficiários do Bolsa Família irão receber a primeira das quatro parcelas do lote residual do Auxílio Emergencial. Essa etapa da concessão do benefício refere-se ao pagamento de R$ 300. Para mães chefes de família, o valor será de R$ 600.

A concessão do lote residual do Auxílio Emergencial aos beneficiários do Bolsa Família ocorrerá de forma escalonada, conforme o Número de Identificação Social (NIS). Os primeiros a receber o benefício são os que têm o NIS com final 1 e os últimos serão àqueles que possuem o NIS com final 0.

Passados seis meses da pandemia, o secretário-executivo do Ministério da Cidadania, Antônio Barreto, alega que o novo coronavírus ainda tem causado danos à renda familiar dos brasileiros e que a prorrogação do benefício visa justamente minimizar esses transtornos.

“O intuito é que essas pessoas tenham essa proteção financeira nesse momento da pandemia, pois ainda estão passando por um período frágil e difícil.”

Em 16 de setembro, o presidente Jair Bolsonaro, publicou o decreto que regulamenta a prorrogação do pagamento do Auxílio Emergencial por mais quatro parcelas de R$ 300. O documento estabelece novos critérios para ter acesso à ajuda residual. Pessoas que antes eram consideradas elegíveis, mas que adquiriram vínculo empregatício deixarão de receber o benefício.

Barreto explica que a publicação traz maiores esclarecimentos a respeito de quem têm direito ou não ao Auxílio Emergencial.
“Ficou claro que os detentos em regime fechado não têm direito ao auxílio, mas aqueles em regime aberto ou semiaberto podem receber o benefício. Brasileiros que moram no exterior não têm direito.”

O governo ainda não divulgou o cronograma do pagamento Auxílio Emergencial a quem não é beneficiário do Bolsa Família. O benefício já contemplou 67,2 milhões de pessoas, segundo o Ministério da Cidadania.

Reportagem, Paulo Oliveira

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