Connect with us

Especial

Estrangeiro empurra garoto de 8 anos em frente a trem na Alemanha, reatando debate sobre migração

Publicado

em

Quer receber notícias do G10News pelo whatsapp? Clique aqui
Um incidente arrepiante que viu um menino e sua mãe empurraram na frente para um trem de alta velocidade por um homem da Eritreia enviou ondas de choque em toda a Alemanha e aparentemente reacendeu o sentimento anti-migrante.

A tragédia ocorreu em uma das plataformas do terminal ferroviário central da cidade alemã de Frankfurt – o segundo centro ferroviário mais movimentado do país. Um menino de oito anos e sua mãe estavam esperando por um trem quando foram atacados de repente por uma eritreia de 40 anos. O assaltante agarrou a mulher e a criança e atirou-as nos trilhos, assim que o expresso intermunicipal de alta velocidade (ICE) estava estacionando na estação.

A mulher de 40 anos conseguiu escapar da morte quase certa quando chegou a um caminho entre duas faixas. Ela ainda estava tentando alcançar seu filho, quando o trem atingiu o menino e o atropelou, disse uma testemunha à mídia alemã. O menino morreu no local.

A terrível cena deixou todos na estação abalados. As ambulâncias que chegaram em breve tiveram que internar algumas pessoas que sofriam de choque. A mãe do menino também foi hospitalizada, embora não tenha havido informações sobre sua condição.
O perpetrador também tentou forçar outra pessoa a entrar nos trilhos, mas sua terceira vítima foi libertada. Em seguida, o atacante tentou fugir do local, mas foi perseguido por um grupo de passageiros e, eventualmente, detido pela polícia do lado de fora do terminal.

O motivo do ataque ainda não está claro, mas a polícia admitiu que o suspeito atacou deliberadamente a mulher e o menino, tratando o incidente como um homicídio. O agressor não tinha conexões pessoais com suas vítimas, e pouco se sabe sobre ele além de sua cidadania eritreia. Segundo alguns relatos, ele veio para a Suíça em 2006 e vive lá desde então.

O incidente chocou a Alemanha quando as pessoas se voltaram para a mídia social para expressar seu choque e pesar pela tragédia. O ministro do Interior, Horst Seehofer, interrompeu suas férias e convocou uma reunião de emergência com autoridades de segurança.

Leia também:  Duas pessoas morrem em acidente entre carro e carreta na BR-392 em Santa Maria

Ele disse que estava ” profundamente chateado ” com o ataque e prometeu que o autor seria levado à justiça ” em toda a extensão da lei. 

No entanto, enquanto a Alemanha estava visivelmente unida em pesar pela morte da criança, o incidente também pareceu reacender as tensões sobre a imigração que tomou conta da nação desde que a chanceler Angela Merkel abriu as fronteiras da Alemanha para as centenas de milhares de solicitantes de asilo e imigrantes no país. altura da crise dos refugiados de 2015.


Enquanto a maioria das pessoas on-line expressou suas condolências à família do menino, alguns também culparam a ” bruxa má ” Merkel pelo que aconteceu. Outros desabafaram sua frustração com o que viram como a abordagem indulgente de criminosos estrangeiros, dizendo que o suspeito seria declarado “ traumatizado ” e eventualmente “ absolvido ” 

Políticos do partido de direita da Alternative for Germany também associaram o incidente a políticas de imigração deficientes. A chefe da facção parlamentar do partido, Alice Weidel, denunciou o ataque como um “ ato de crueldade sem precedentes. “ O que mais tem que acontecer? “Ela perguntou enquanto pedia às autoridades que” finalmente protegessem os cidadãos de nosso país em vez de [promover] a cultura de boas-vindas sem limites “.

Outros políticos alemães culparam a AfD por tentar explorar a tragédia e espalhar o ódio.

Leia também:  Joe Biden vence Donald Trump e é eleito presidente dos Estados Unidos

“ Uma criança de oito anos morre – e o que o AfD faz? Eles espalham seu ódio repugnante e racista! O deputado alemão e chefe do Partido de Esquerda, Bernd Riexinger, disse em um post no Twitter.

Com o aumento da ansiedade do público, Seehofer teve que pedir calma. O ministro do Interior disse que “ algumas partes do público ” já formaram uma opinião sobre o assunto e disseram que quaisquer conclusões só poderiam ser feitas depois que “ todos os detalhes forem esclarecidos ”.

Merkel ainda não emitiu nenhuma declaração sobre o assunto.

//RT

Gosta dessa história? Compartilhe isso com um amigo!

Continue Lendo
Patrocinado
Clique para comentar

Deixe seu Comentário!

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Economia

Óleo de soja, tomate e arroz pesam no bolso

Publicado

em

Por

Quer receber notícias do G10News pelo whatsapp? Clique aqui

O dado é do Índice Nacional de Vendas, elaborado pela Associação Brasileira dos Supermercados (Abras). Víctor Abreu detalha.

Até agosto deste ano, as vendas dos supermercados brasileiros apresentaram crescimento de 3,94 por cento, em comparação com o mesmo período de 2019.

 

O dado é do índice nacional de vendas, da abras, a associação brasileira de supermercados. // em comparação com o mês anterior, julho, agosto teve 2,56 por cento mais vendas. Já em comparação com agosto de 2019, a o volume de vendas de agosto deste ano foi 4,44 por cento maior.

 

Segundo o índice de preços, há uma série de produtos que ficaram com preço mais salgado ao consumidor, e pesaram no bolso. Foi o caso do óleo de soja, que subiu 14 por cento, também o tomate, que ficou mais de 13 e meio por cento mais caro, além do arroz, que teve elevação de mais de 8 por cento pelos mercados do país.

Por outro lado, alguns produtos baratearam. // foi o caso da cebola, que teve queda de 28 por cento, a batata, que ficou quase 17 por cento mais barata, feijão, com quase 5 por cento de queda de preço, e ovo, que teve redução de 4 e meio por cento nos supermercados.

Continue Lendo

Especial

Dia Nacional de Luta contra a Violência à Mulher completa 40 anos

Publicado

em

Por

Marcos Santos /USP
Quer receber notícias do G10News pelo whatsapp? Clique aqui

Pandemia dificultou que vítimas denunciem

O Dia Nacional de Luta contra a Violência à Mulher é lembrado hoje (10) e, mesmo após 40 anos de sua criação, continua dando visibilidade a uma grave faceta da desigualdade de gênero. A data foi instituída após uma mobilização feita em São Paulo por mulheres que ocuparam as escadarias do Theatro Municipal para defender seus direitos.

Em entrevista concedida à Agência Brasil, a socióloga Marlise Matos, uma das principais especialistas do país no assunto, pontuou que as lutas pela igualdade de gênero são históricas e que o patriarcado é uma das primeiras formas de opressão da humanidade. Coordenadora do Núcleo de Estudos e Pesquisa sobre a Mulher (Nepem), da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), ela explica que o conceito de gênero surge assim designado nos anos 1980, mas que já se faziam alusões a ele antes disso, utilizando-se outros nomes.

“Há muitos anos, a gente já tem um movimento muito forte no campo das relações sociais, pensando no debate de gênero e raça. Está nomeando há, pelo menos, 100 anos, diria, um campo de estudos sobre temas que remete às agendas das opressões estruturais”, disse.

Violência na pandemia

A mais recente edição do relatório “Violência Doméstica Durante Pandemia de Covid-19”, do Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP) ( ) analisou dados de março a maio desde ano. Segundo a pesquisa, com o isolamento adotado em várias unidades da Federação, houve “uma redução em uma série de crimes contra as mulheres em diversos estados – indicativo de que as mulheres estão encontrando mais dificuldades em denunciar a(s) violência(s) sofridas neste período.” A única exceção foi nos crimes letais.

Leia também:  Japão terá aplicativo para turistas alertando sobre desastres

O relatório do Fórum também indica que, no período avaliado, houve uma redução na “distribuição e na concessão de medidas protetivas de urgência, instrumento fundamental para a proteção da mulher em situação de violência doméstica.”

Sinal vermelho

Com a pandemia e o isolamento veio a necessidade de entes públicos reverem estratégias para a coibição da violência contra mulheres. Uma das iniciativas, lançada em junho, é a campanha Sinal Vermelho, iniciativa do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e da Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB). O objetivo é incentivar as vítimas a fazer denúncias em farmácias.

Em solo paulista, o projeto tem tido boa adesão, segundo o presidente do Conselho Regional de Farmácia, Marcos Machado, que o vê com bons olhos. Ele disse que, ao mesmo tempo em que sensibiliza os funcionários das lojas para o problema, estimula as vítimas a pedir socorro, já que se abre espaço para que sejam acolhidas sem tanta formalidade. “É encontrar na farmácia um ponto de apoio contra a violência doméstica”, disse. “A farmácia, em muitos bairros, funciona, de fato, como verdadeiro estabelecimento para tudo, recebe pessoas com uma necessidade de acolhimento.”

A juíza Bárbara Lívio, integrante da Coordenadoria da Mulher em Situação de Violência Doméstica e Familiar (Comsiv), do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) também elogiou a campanha. “Um dos grandes fatores que contribuem para o aumento da violência durante a pandemia é a mulher não conseguir pedir ajuda. A partir do momento em que ela recorre ao atendente da farmácia, há uma nova porta de entrada. O símbolo de x na mão é acessível. A farmácia existe em todos os municípios brasileiros e fica aberta até a noite, quando não é 24 horas”.

Leia também:  STF suspende cumprimento de prazo pelo INSS

Bárbara destaca que a maior parte das ocorrências de violência doméstica não acontece durante horário comercial, mas sim à noite e aos finais de semana. “O fato de ser a farmácia um dos locais que recebem essas mulheres é muito significativo. E, quando formos pensar na responsabilidade do atendente, não é chamado como testemunha, não se vincula ao processo, apenas faz a ligação entre a vítima e os órgãos estatais, e isso representa efetivamente a diferença entre a vida e a morte de uma mulher”, disse.

Caminho pela educação

A magistrada disse que, para ela, a solução para a violência de gênero está em se promover mudanças que rompam os padrões culturais que sujeitam as mulheres a uma posição de subalternidade e em instrumentalizá-las para que se emancipem. O caminho começa pela educação.

“A forma como educamos nossas meninas e nossos meninos são essenciais para a ocorrência de violência. Por exemplo, educamos as meninas para que elas serem independentes, se entenderem como dignas de amor, de afeto, independente de qualquer afeto? Como educamos essas meninas? Educamos dizendo que só têm valor quando estão em um relacionamento? Ponderamos que a profissão é tão importante para a mulher como para o homem”, exemplifica.

por Agencia Brasil

Continue Lendo

Destaque

Proposta do Senado quer ampliar transparência do Fundo Nacional do Idoso

Publicado

em

Por

Foto: Matthias Zomer (Pexels)
Quer receber notícias do G10News pelo whatsapp? Clique aqui

Os senadores aprovaram a proposta que amplia a transparência do uso de recursos do Fundo Nacional do Idoso previsto na Lei 12.213, de 2010. O Projeto de Lei 5.981/2019 pune com multa os serviços de atendimento que deixarem de receber ou encaminhar denúncias de violência contra idosos. De acordo com o autor do projeto, senador Lasier Martins (Podemos-RS), com uso da internet, é possível oferecer dados completos para acompanhamento dos cidadãos.

 

A relatora da proposta, senadora Rose de Freitas (Podemos-ES), aproveitou trecho de projeto do senador Izalci Lucas (PSDB-DF) para incluir a previsão de multa ao serviço que não prestar as informações exigidas. A parlamentar destacou o aumento de mais de 29% das denúncias de violência contra os idosos em 2020, durante a pandemia de Covid-19. Agora o texto segue para análise pela Câmara dos Deputados.

Fonte: Brasil 61

Continue Lendo

Newsletters

Receba as Notícias do Site direto em seu email! Cadastre-se gratuitamente:
Patrocinado
Patrocinado

Mais lidas da semana