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Coronavírus

Estado prepara Operação RS Verão Total 2020/2021 com foco na prevenção à Covid-19

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As ações do Governo do Estado durante a Operação RS Verão Total 2020/2021 serão focadas na prevenção à Covid-19, com protocolos sanitários específicos para as atividades nos municípios do litoral Norte, Sul e Costa Doce. Uma reunião virtual de alinhamento das ações a serem desenvolvidas por todas as secretarias da administração direta e órgãos da administração indireta foi realizada na tarde desta sexta-feira (16). O encontro contou com a participação da secretária da Saúde, Arita Bergmann, do vice-governador e coordenador da operação, Ranolfo Vieira Jr, e de representantes de diversas áreas do governo, como segurança pública, educação, transporte, comunicação social e turismo.

Com abertura prevista para 19 de dezembro, em Capão da Canoa e encerramento em 28 de fevereiro de 2021, na Praia do Cassino, a Operação RS Verão Total é coordenada pelo Gabinete do Vice-Governador e regulamentada pelo Decreto Estadual 55.470 de 7/9/2020.

Durante o encontro, a secretária Arita Bergmann enfatizou que todos os projetos devem levar em conta, em primeiro lugar, os protocolos de prevenção ao coronavírus. “É importante que nos mobilizemos para que este período seja seguro para a população, mostrando que, mesmo no veraneio, os cuidados devem permanecer”, afirmou.

Os projetos de atividades específicas elaborados pelas secretarias de governo e órgãos da administração indireta serão encaminhados à Secretaria da Saúde do Estado (SES/RS) para que a equipe técnica da Vigilância em Saúde possa agregar os protocolos sanitários específicos e necessários para a prevenção do contágio entre os veranistas.

A Operação RS Verão Total vai contar com uma logomarca e com peças de divulgação que seguirão a linha de prevenção e cuidados no enfrentamento à Covid-19. Novos encontros estão agendados para as próximas semanas.

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Boas Notícias

Coronavac: Ministério da Saúde do Brasil fecha acordo por 46 milhões de doses da vacina

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© Folhapress / Bruno Escolástico

Nesta terça-feira (20), o governo federal brasileiro anunciou a compra de 46 milhões de doses da vacina Coronavac, desenvolvida em parceria entre o Instituto Butantan e a farmacêutica chinesa Sinovac.

Conforme publicou o portal G1, o investimento até janeiro será de R$ 2,6 bilhões e a vacina será incluída no calendário nacional de vacinação para todo o país. O anúncio foi feito durante reunião do ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, com 24 governadores.

A Coronavac integrará o Programa Nacional de Imunizações (PNI) do SUS, responsável no Brasil pelas campanhas de vacinação. A expectativa é de que a vacinação tenha início no primeiro semestre de 2021.

Anteriormente, o governo federal previa ter 140 milhões de doses de vacinas no primeiro semestre do ano que vem, sendo 100 milhões de doses da vacina da AstraZeneca, em parceria com a Universidade de Oxford, e outras 40 milhões por meio da iniciativa COVAX, da Organização Mundial da Saúde (OMS).

A vacina Coronavac vem sendo defendida pelo governo de São Paulo, que negociava há semanas o investimento anunciado para as doses. O governo paulista já havia afirmado que caso não houvesse acordo faria a distribuição por conta própria. Na semana passada, o Ministério da Saúde chegou a divulgar um calendário de vacinação sem a inclusão da vacina chinesa, que está em fase avançada de testes.

Segundo os dados da Universidade Johns Hopkins, o Brasil é o segundo país com mais mortes causadas pela COVID-19, com mais de 154 mil óbitos, atrás apenas dos Estados Unidos, que acumulam 220.649 mortes atribuídas ao novo coronavírus.

//Sputniknews

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Coronavírus

Unicef prepara estoque de 1 bilhão de seringas para futura vacina contra Covid-19

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Unicef/Patrick Brown Funcionária de sáude prepara vacina em assentamento de refugiados rohingya em Bangladesh

Chefe da agência diz que vacinar o mundo contra o novo coronavírus será um dos maiores empreendimentos da história da humanidade; vários parceiros trabalham para garantir segurança, rapidez e eficácia da cadeia de distribuição.

O Fundo das Nações Unidas para a Infância, Unicef, vai reservar 520 milhões de seringas até o final do ano para garantir o abastecimento quando uma vacina contra a Covid-19 estiver pronta. Até 2021, o plano é chegar a 1 bilhão destes equipamentos.

Assim que as vacinas forem licenciadas, o mundo precisará de tantas seringas quantas doses de vacina. O objetivo é garantir que o tipo de equipamento chegue aos países antes das vacinas.

Cada dose de vacina precisa de uma seringa diferente, Unmiss/Tim McKulka

Preparação

Supondo que haja doses suficientes, o Unicef prevê a entrega de mais de 1 bilhão de seringas. Além disso, comprará 620 milhões para programas contra outras doenças, como o sarampo e febre tifoide.

Em comunicado, a diretora executiva do Unicef, Henrietta Fore, disse que “vacinar o mundo contra a Covid-19 será um dos maiores empreendimentos em massa da história da humanidade e é preciso agir tão rápido quanto a produção de vacinas.”

Segundo a chefe da agência, para isso acontecer, é preciso atuar agora. Para Fore,  as seringas “poderão ser enviadas de forma rápida e econômica.”

A agência está trabalhando com o seu parceiro Aliança Global de Vacinas, Gavi.

Distribuição

Além das seringas, o Unicef também está comprando 5 milhões de caixas de segurança para que os materiais possam ser descartados de maneira segura, evitando o risco de ferimentos e doenças transmitidas pelo sangue. Cada caixa contém 100 unidades.

Equipamentos de injeção têm vida útil de cinco anos. Os prazos de entrega também são longos, pois esses itens são volumosos e precisam ser transportados por frete marítimo.

As vacinas sensíveis ao calor são normalmente transportadas mais rapidamente por via aérea. Além de economizar tempo, a compra antecipada de seringas e caixas de segurança também reduz a pressão no mercado e previne picos iniciais de demanda.

Compra antecipada de seringas e caixas de segurança reduz a pressão no mercado e previne picos iniciais de demanda

Parceria

Como o principal coordenador de compras da Gavi, o Unicef já é o maior comprador individual de vacinas do mundo, adquirindo mais de 2 bilhões de doses de vacinas anualmente para imunização de rotina e resposta a surtos em nome de quase 100 países.

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Todos os anos, a agência fornece vacinas para quase metade das crianças do mundo, adquirindo e fornecendo entre 600 e 800 milhões de seringas para programas regulares de imunização. As vacinas contra a Covid-19 devem triplicar ou quadruplicar esse número.

Em comunicado, o diretor executivo da Gavi, Seth Berkley, lembrou que, ao longo de duas décadas, a Aliança Global de Vacinas ajudou mais de 822 milhões de crianças dos países mais vulneráveis ​​do mundo a ter acesso a vacinas essenciais.

Segundo ele, “isso não teria sido possível sem a parceria com o Unicef e é essa mesma colaboração que será fundamental para o trabalho da Gavi com o Covax.”

Segurança

Funcionário de saúde faz teste de Covid-19, Unicef Nepal

Para garantir que as vacinas sejam transportadas e armazenadas na temperatura certa, o Unicef e a OMS estão mapeando os equipamentos da cadeia de frio e a capacidade de armazenamento, tanto no setor privado quanto no público. Também estão preparando as orientações para os países receberem as vacinas.

Henrietta Fore disse que as agências estão “fazendo tudo o que podem para entregar esses suprimentos essenciais de forma eficiente, eficaz e na temperatura certa, como já fazem tão bem em todo o mundo.”

Mesmo antes da pandemia, com o apoio da Gavi e em parceria com a OMS, o Unicef estava atualizando o equipamento da rede de frio existente nas unidades de saúde dos países para garantir que as vacinas permaneçam seguras e eficazes durante toda a viagem.

Desde 2017, mais de 40 mil geladeiras de cadeia de frio foram instaladas em unidades de saúde, principalmente na África. Na maioria dos países, o Unicef promove tecnologias solares para ajudar a manter as cadeias de abastecimento.

No Sudão do Sul, por exemplo, o país menos eletrificado do mundo, onde as temperaturas frequentemente excedem 40 º C, mais de 700 unidades de saúde foram equipadas com geladeiras de energia solar, aproximadamente 50% das unidades de saúde do país.

Fonte: Nações Unidas

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Coronavírus

Vacina chinesa pode ter eficácia comprovada em dezembro, diz diretor do Butantan

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© AP Photo / Eraldo Peres

O diretor do Instituto Butantan, Dimas Covas, declarou nesta segunda-feira (19) que a eficácia da vacina chinesa CoronaVac deve ser comprovada até dezembro.

Desenvolvida pela empresa chinesa SinoVac em parceria com o Instituto Butantan, a CoronaVac está na terceira fase de testes, realizados com 9.000 voluntários brasileiros.

“É uma vacina muito segura, isso já é esperado pela própria tecnologia envolvida nessa vacina. Na realidade, neste momento, é a vacina que tem o perfil de segurança melhor entre todas as vacinas que estão sendo testadas”, afirmou Dimas Covas, citado pelo G1.

De acordo com o diretor do Butantan, os voluntários brasileiros tiveram reações adversas leves com os testes da vacina, apresentando “um perfil de segurança muito apropriado”.

“Nós aguardamos o fim dessa fase de estudos, obviamente que é um estudo clínico que ainda demanda outras fases, principalmente a fase de eficácia, e que nós aguardamos aí até o fim do ano que possa ocorrer a demonstração da eficácia para que a nossa Anvisa possa registrar a nossa vacina“, completou o diretor.

Também nesta segunda-feira (19), o diretor-geral do Fundo Russo de Investimentos Diretos (RFPI, na sigla em russo), Kirill Dmitriev, confirmou a produção da vacina russa Sputnik V no Brasil.

//Sputniknews

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