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Economia

Especialista ensina como minimizar os riscos da sua empresa em 3 passos

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Minimizar os riscos e melhorar a gestão financeira de uma empresa são grandes desafios.Gerir adequadamente os riscos de suas operações é fundamental para garantir que o seu negócio siga se desenvolvendo de forma sustentável, da maneira que todo empresário deseja e configuram um cenário ideal para os negócios. Mas como conseguir alcançar tudo isto?

Eliezer Marins, contador especialista em finanças e gestão de riscos, presidente da Marins Consultoria, avalia que é preciso, antes de mais nada, conceituar o que são os riscos no âmbito empresarial: “os riscos são efeitos internos e externos que causam instabilidade e geram incertezas nos processo de gestão de um negócio. Quando se aliam a uma gestão ineficiente, aumentam a possibilidade de prejuízos que, em muitas situações, podem se tornar irreparáveis, culminando na falência da empresa. Logo, o modo mais adequado de lidar com a questão é através de um gerenciamento que consiga detectar, avaliar e combater diretamente os riscos”, revela.

Eliezer Marins (centro) e Filhos/MF Press Global

Eliezer Marins ensina três passos que podem minimizar os riscos de seus negócios e impedir que a sua empresa vá a falência. Confira:

Passo 1- Atualize-se em relação ao seu mercado de atuação

Uma das primeiras coisas que é preciso fazer para uma melhor gestão dos riscos de suas operações é atualizar-se com relação ao seu mercado de atuação ou nicho. Em outras palavras, é fundamental que monitore o mercado em que atua, verificando a concorrência e o que mais for preciso, que pode, de alguma maneira, prejudicar os seus negócios, como é o caso da aprovação de projetos de leis que tenham relação com o seu nicho de atuação. Um exemplo, nesse sentido, são as leis que limitam o poder de atuação de determinado nicho do mercado.

Uma forma de se atualizar e ficar por dentro do essencial com relação ao seu mercado é aplicando a análise SWOT, ferramenta que permite que a sua empresa tome conhecimento de suas fraquezas e forças (análise do ambiente interno), bem como das ameaças e oportunidades (análise do ambiente externo).

Estas são informações fundamentais para quem deseja tomar conhecimento dos riscos e, assim, pensar em soluções para resolvê-los o mais rápido possível.

Passo 2 – Implante uma tecnologia de gestão que tenha um bom e sólido banco de dados

Hoje em dia a maioria das organizações já percebeu a necessidade de contar com uma tecnologia para realizar uma boa gestão, usando o poder da computação e dos bancos de dados para ganhar mais eficiência e produtividade. Possuir um denso banco de dados e investir em ferramentas de processamento útil e direcionado desta informação permite que a empresa tome conhecimento dos riscos que podem afetá-la, como por exemplo, a diminuição das vendas em dada época.

Com base neste conhecimento, ela pode implementar um plano de ação, visando a minimização dos riscos que são capazes de prejudicá-la.

Passo 3 – Adote o compliance nas operações de sua empresa

Compliance é o processo pelo qual se busca garantir que as operações de uma empresa estejam em conformidade com a lei ou legislação vigente e atos internos, como um código de ética e de conduta elaborado pela marca.

Hoje, o compliance tem sido visto como uma solução fundamental para a organização que deseja minimizar os riscos que podem comprometer o seu desempenho. Alguns dos principais riscos que podem prejudicar a empresa por problemas com o compliance são:

Não atuar conforme a lei ou sonegar impostos;
Infringir normas de preservação ao meio ambiente;
Atuar sem respeitar os direitos dos moradores da comunidade onde a empresa está instalada;
Não respeitar as normas relacionadas ao direito do trabalho e previdenciário;
Não pagar os impostos em dia.

O compliance também envolve ter um bom relacionamento com investidores, clientes e fornecedores, ou seja, toda a cadeia de relações da companhia.

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Economia

Saque-aniversário do FGTS é liberado a nascidos em maio e junho

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Marcelo Camargo/Agência Brasil

Serão beneficiados 908,6 mil trabalhadores que fizeram a opção pela modalidade e se cadastraram para receber o valor. O total é de R$ 1,2 bi.

 

A Caixa começa nesta segunda-feira (1º) a terceira estapa do pagamento do saque-aniversário do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço). Neste mês, serão beneficiados 908,6 mil trabalhadores nascidos em maio e junho, que fizeram a opção pela modalidade e se cadastraram para receber o valor. O total será de R$ 1,2 bilhão.

Até o momento, mais de 4,7 milhões de trabalhadores já se cadastraram para receber o benefício. Ao aderir ao pagamento, o trabalhador passa a receber anualmente, no mês de seu aniversário, uma parcela do FGTS. Mas perde o direito ao fundo de garantia em caso de demissão sem justa causa.

Além disso, depois que fizer a escolha, caso mude de ideia, a pessoa terá de esperar pelo menos dois anos para voltar ao saque-rescisão.

A medida foi criada no ano passado junto com o saque imediato, que liberou R$ 26,2 bilhões em 2019 e encerrou o pagamento em março.

 

Cronograma

A liberação do dinheiro segue um cronograma estabelecido pela Caixa. Para receber ainda este ano, há um prazo máximo para adesão, conforme o mês do nascimento do cotista.

O trabalhador que nasceu em maio, por exemplo, ainda pode optar pelo saque-aniversário do FGTS, mas não receberá o dinheiro este ano. O prazo limite para ele aderir à modalidade e efetuar o saque em 2020 terminou no domingo (31). Já as pessoas nascidas em junho podem se inscrever até o dia 30 deste mês.

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Economia

Assessor de imprensa português revela o caminho das pedras para brasileiros que querem conquistar o mercado europeu

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Reprodução / MF Press Global

Com a crise politica, social e econômica que o Brasil tem enfrentado nos últimos anos, muitos artistas, intelectuais e pessoas públicas acabaram optando por não morar mais no país e tentar uma nova vida em Portugal, que tem a mesma língua, uma cultura mais próxima em relação aos demais países europeus, que está acostumado com os artistas brasileiros que são vistos e ouvidos diariamente nas rádios e na televisão portuguesa, sendo então este um promissor mercado a ser explorado com algumas oportunidades.

No entanto, introduzir-se no mercado europeu sendo brasileiro pode não ser uma tarefa tão simples. A aventura de tentar a sorte na mídia portuguesa quando não se conhece a realidade naquele país, tão distinta do Brasil, e não se tem um networking local esbarra em diversos problemas, e por isso muitos que tentaram fazer fama em Portugal acabaram por desistir. 

O assessor de imprensa Jorge Azevedo da Guess What Coolmunications, conta que a sua empresa tem ajudado muitos brasileiros a serem vistos na mídia portuguesa, dando um empurrão importante para a carreira destas pessoas na Europa: “No sentido de alavancar a respetiva reputação de forma equilibrada e impactante, a assessoria de imprensa é uma ferramenta de comunicação fundamental. Permite fazer chegar determinadas mensagens a diferentes meios, diferentes públicos através de quem conhece a realidade da comunicação social portuguesa.” 

Confira entrevista de Jorge Azevedo onde ele revela os segredos de sua profissão como assessor, como funciona uma assessoria de comunicação em Portugal e relata cases de sucesso de brasileiros no mercado europeu: 

Você já foi procurado por brasileiros? 

Sim. Há muitos brasileiros querendo ingressar na mídia europeia. Recentemente desenvolvemos uma campanha de comunicação para o cirurgião Dr. Luiz Toledo, uma referência mundial na área da cirurgia plástica que em 2019 iniciou a sua atividade em Portugal. 

Qual o feedback desta campanha?

Muito positivo. As credenciais certamente ajudaram, mas os meios de comunicação social fizeram uma ampla cobertura não só da presença do Dr. Luiz Toledo em Portugal mas também dos diferentes estudos por ele desenvolvidos. As entrevistas presenciais com jornalistas de diferentes meios (TV, imprensa, online) decorreram de forma natural.

Qual a importância de uma assessoria de imprensa em Portugal para um brasileiro que queira fazer nome no país?

No sentido de alavancar a respetiva reputação de forma equilibrada e impactante, a assessoria de imprensa é uma ferramenta de comunicação fundamental. Permite fazer chegar determinadas mensagens a diferentes meios, diferentes públicos através de quem conhece a realidade da comunicação social portuguesa.

 

Como funciona o trabalho de assessoria de imprensa em Portugal? É verdade que um assessor de imprensa em Portugal não pode ser jornalista?

Deontologicamente um assessor de imprensa, quando cessa a atividade de jornalista, deverá entregar a sua carteira profissional. Não é algo imposto por lei, mas eticamente importante. 

Como então faz um assessor que não pode ser considerado jornalista se tem que escrever press releases como um jornalista?

Um assessor deve pensar como um jornalista para perceber que tipo de peças podem ser interessantes, mas não deve ser assessor e jornalista ao mesmo tempo.

No Brasil geralmente os assessores de imprensa são jornalistas. Por que em Portugal há essa diferenciação?

Um assessor de imprensa, geralmente, tem o curso de jornalismo ou comunicação empresarial. Efetivamente poderá ter uma experiência profissional diferente do jornalismo, mas é imprescindível que tenha elevamos conhecimentos de comunicação. Em termos de impacto, o fator relacional com os diferentes meios é de extrema importância. 

Em Portugal é mais efetiva a comunicação direcionada ou o mailing? Como se faz a divulgação de um press release de forma eficiente na imprensa portuguesa?

A comunicação direcionada funciona hoje melhor do que o envio em larga escala de emails, até porque diferentes meios comportam diferentes perfis. É natural que o processo de comunicação comece com o envio de um email elencando determinado assunto, mas o posterior contacto com o jornalista é fundamental para assegurar a prossecução de determinada estratégia de comunicação. 

O principal meio de contato com os jornais é por email, whatsapp ou o antigo sistema de ligações telefônicas?

Hoje em dia são utilizadas diferentes formas de comunicar com o jornalista, mas o email, whatsapp, Messenger e contrato telefónico são os mais utilizados. Tal permite simplificar a mensagem e, como se diz, ir straight to the point.

O mercado português é muito nacionalista? Estrangeiros têm chances de serem publicado na imprensa portuguesa? Há rejeição da imprensa aos que são de fora?

Depende do que têm para comunicar e da forma como desenham a respetiva estratégia de comunicação. Não há rejeição aos que são de fora, mas obviamente que os meios de comunicação portugueses dão primazia a histórias de sucesso nacionais. Importa sim ter uma boa narrativa para contar e manter uma estratégia de comunicação coerente. Em alguns casos os meios até dão mais relevância ao que se faz lá fora e o conhecimento que chega.  

A imprensa portuguesa valoriza os descendentes de portugueses que estão além-mar? 

A imprensa portuguesa respeita os descendentes de portugueses e até os valoriza quando as suas histórias são contadas. Um exemplo disso mesmo são os atores brasileiros que chegam a Portugal. Caso tenham algum tipo de ligação com o nosso país, são mais valorizados e a sua história destacada.

Qual tipo de press release mais difícil de ter aprovação em Portugal? Que profissões podem ganhar menos destaque numa notícia, por exemplo?

Não se trata tanto do tipo de profissão, mas do conteúdo a divulgar. Profissões ligadas à área da ciência e medicina poderão ter alguma dificuldade nos processos de comunicação – temos uma classe médica e de investigadores portugueses muito relevante que em alguns cases dá pouco abertura – mas acima de tudo importa divulgar uma novidade importante ou contar uma história envolvente.

 

A imprensa online em Portugal ainda tem mais audiência que a mídia social?

Não. As redes sociais sofreram uma grande evolução nos últimos dois anos e hoje são uma incontornável fonte de informação. A maioria dos portugueses têm contas no Facebook, Instagram, Linkedin, Twitter etc. e é por aqui que procuram a novidade, partilham notícias de interesse, envolvem-se diretamente com determinada marca. Face à realidade em que vivemos certamente que o índice de leitura dos meios online cresceu, mas o envolvimento nas redes sociais também. E importa salientar que as redes sociais têm uma transversalidade única em termos de faixas etárias, classes, etc. 

Sabemos que a mídia social em Portugal está, em relação a outros países, defasada. A imprensa está mais evoluída neste processo ou ainda é preciso que sejam feitos mais investimentos no online?

A realidade COVID-19 criou a necessidade dos diferentes meios de comunicação social reforçarem a sua presença online. A procura de informação mudou e os hábitos de consumo também. Assim sendo assistimos hoje a um forte investimento por parte dos meios de comunicação social nos canais digitais e, inclusive, temos hoje meios como é o caso do Observador ou o Polígrafo, exclusivamente digitais. Este é o caminho, presente e futuro.

Como anda o impresso em Portugal?

Os meios impressos são cada vez menos e com o advento da COVID-19 essa tendência agudizou-se. O digital está a crescer de forma exponencial e os mais relevantes têm tentado adaptar-se a essa nova realidade. Claro que meios em papel continuam a ser relevantes (dois dos jornais de maior influência, o Expresso e o Correio da Manhã continuam a vender) mas cada vez em menor número. 

Qual o conselho que o senhor pode dar a uma pessoa que quer ser vista na imprensa portuguesa para promover a sua imagem ou o seu negócio?

Numa primeira fase analisar o website da APECOM (Associação Portuguesa de Empresas de Comunicação) e selecionar um parceiro creditado que ajude a desenvolver uma estratégia de impacto junto dos meios de comunicação social portugueses. Numa segunda fase saber adaptar-se às especificidades dos meios locais, contribuindo para uma dinâmica de impacto através de conteúdos e narrativas que façam sentido aos diferentes meios. Terceira fase saber ter paciência que os resultados para quem chega de novo não se concretizam a curto prazo, mas sim a médio e longo prazo.

Textos em português do Brasil são bem vistos pela imprensa portuguesa?

Com o novo acordo ortográfico tudo ficou mais equilibrado, mas para os meios de comunicação social, ainda é preferível adaptar os textos tendo em conta as especificidades do português de Portugal.

Qual o preço médio de uma assessoria de imprensa em Portugal?

Não existe um valor tabelado, depende das horas a alocar ao projeto, serviços necessários para a concretização do projeto (ex: assessoria de imprensa, serviço de clipping, design, etc.).

Em Portugal há um órgão regular que é o ERC, assessoria de imprensa também precisa estar no ERC?

Não, no caso da assessoria de imprensa não é necessário estar inscrito na ERC.

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Economia

Caixa ampliará para 4 meses pausa no financiamento da casa própria

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Por conta da pandemia do novo coronavírus, banco anunciou em março suspensão das cobranças por 190 dias. Presidente da Caixa já tinha dito que prazo poderia ser esticado diante da crise

O presidente da República Jair Bolsonaro afirmou nesta quinta-feira (14) que a Caixa Econômica Federal vai ampliar de três para quatro meses o período de suspensão das cobranças de financiamentos da casa própria.

 

Ao sair do Palácio da Alvorada nesta quinta, Bolsonaro disse ter lido uma notícia sobre as dificuldades da população para quitar as prestações em meio à pandemia do novo coronavírus.

Ele disse ter conversado nesta manhã com o presidente do banco, Pedro Guimarães, que concordou com o aumento do prazo. Segundo Bolsonaro, cerca de 2,3 milhões de clientes da Caixa já pediram para pausar a cobrança do financiamento imobiliário.

“Porque não adianta apenas prorrogar, se o elemento que perdeu o emprego, teve o salário reduzido, não tem como pagar a prestação da casa própria. O que está sobrando de dinheiro para ele, está sendo pra comida”, disse Bolsonaro.

Em 19 de março, a Caixa suspendeu a cobrança por dois meses. Porém, em 26 de março, anunciou que a pausa seria ampliada para três meses.

Mais tarde, em 9 de maio, Guimarães já tinha dito que, diante da crise provocada pela pandemia, a suspensão poderia ser mantida por ainda mais tempo. Essa pausa vale apenas para contratos antigos de pessoas físicas.

Os financiamentos da casa própria contratados a partir de 13 de maio terão carência de seis meses para o pagamento. Durante esse tempo, as pessoas físicas não precisarão pagar as parcelas.

 

Aplicativo Caixa Econômica Federal– FGTS.

Como suspender o pagamento

Para ter direito, os clientes devem procurar o banco e solicitar a suspensão. A recomendação é a utilização dos canais digitais, como banco pela internet, aplicativos para celulares, como o “Habitação CAIXA”, além dos telefones 3004-1105 e 0800 726 0505.

Para renegociação dos contratos, o cliente pode entrar em contato pelo telefone 0800 726 8068 .

Fonte: [email protected]

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