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Empresa social nascida na África do Sul une empresários de todo Brasil por uma causa maior

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Projeto Ubuntu teve seu início na África do Sul, onde a autora esteve no Soweto a maior favela no mundo que abriga-se o maior número de negros na África do Sul.

Trazendo consigo a essência Ubuntu da África, no qual diz que: eu sou porque nós somos, ela encontrou uma forma de tornar o mundo um lugar melhor no meio que ela se conectou, o mundo dos empresários. A empresária atuou muito tempo na sua vida no ramo de moda.

A Ubuntu hoje se tornou uma empresa social, sendo atuada por jovens empreendedores. Os jovens estão trazendo uma ideia inovadora com projetos e ONGs sociais, expandindo nacionalmente e internacionalmente.

O propósito da marca é unir pessoas influentes e empresários, que buscam ajudar o próximo, investir e ter experiência com projetos de caridade e sociais.

A empresa recém criada, já conquistou grandes apoiadores empresários da região, como o Felipe Von Borstel, sócio proprietário da Shed Western, considerada uma das casas sertanejas mais famosas do Brasil, Sandra Bronzina, empresária no ramo da moda, além de Fernando Toledo, ator e empresário.

Também estão apoiando o projeto, a Clínica Dr Gabriela Piovesan, procedimentos odontológicos e harmonização orofacial, e Henrique Fernando, ex morador de rua, retirado pela própria empresa e que hoje é patrocinado pela Ubuntu, no qual atua como modelo na região.

Para conhecer mais a respeito da empresa social que vem ganhando espaço no mundo todo, basta segui-los através do Instagram @nossomosubuntu ou acessar o site www.nossomosubuntu.com

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Campanha “Amee o Próximo” ajuda profissionais do setor de eventos com a doação de cestas básicas

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Ação promovida pela Associação Mineira de Eventos e Entretenimento arrecada alimentos e kits de higiene para distribuir para os trabalhadores que perderam a renda em função da pandemia do novo Coronavírus

A solidariedade nunca foi tão urgente e necessária em um momento de crise mundial por causa do Coronavírus (COVID-19). O setor de eventos foi um dos mais impactados, sendo o primeiro a parar e com a projeção de ser o último a voltar à normalidade. Com isso, milhões de profissionais foram impedidos de trabalhar e a renda suspendida sumariamente. Para tentar oferecer o mínimo para quem depende do segmento para sobreviver, a Associação Mineira de Eventos e Entretenimento (AMEE) criou a campanha “Amee o Próximo” para arrecadação de alimentos e kits de higiene. Entre os beneficiados, estão trabalhadores que atuam na montagem de palco, som, luz e na realização geral dos eventos, mas que ainda não têm condições de voltar a trabalhar.

De acordo com Rodrigo Marques, presidente da AMEE, são cerca de 3 milhões de trabalhadores do setor de eventos, que perderam suas rendas. Por isso, a campanha de doação “Ame ao Próximo”, realizada pela entidade, se torna urgente para ajudar esses trabalhadores e suas famílias. “Completamos 30 dias de ações com entregas de cestas básicas e já conseguimos ajudar mais de 500 famílias que estavam passando extrema necessidade desde que os eventos foram suspensos por causa da Covid-19. Certamente, 60% dos trabalhadores do setor não têm carteira de trabalho assinada e recebem por evento em que atuam. Por isso temos pressa e muita urgência para ajudá-los”, comentou.

Segundo o presidente da AMEE, por causa dessa situação do novo Coronavírus, não houve tempo para os profissionais que atuam no ramo se preparem para enfrentar tudo isso. “A verdade é que ninguém teve tempo para se preparar e o setor foi um dos primeiros a parar e com certeza será o último a retornar. Os artistas maiores estão fazendo lives, mas a verdade, é que a grande maioria do setor não tem como se reinventar. Estamos falando do profissional que cuida do som, que faz limpeza, montagem de palco. Mas aglomeração é o que não devemos fazer, nem mesmo reivindicar”, completou Rodrigo Marques.

Rodrigo Marques afirma a AMEE está fazendo tudo que pode para ajudar os profissionais do segmento de eventos. “Neste momento, nossa preocupação é em ajudar os profissionais que, com muito empenho, fazem o evento acontecer. Por isso, a logística de arrecadação e distribuição das doações ficará por conta da Associação, para evitar aglomeração, por meio de nossas redes sociais. É um momento de união, por isso, pedimos a participação de todos que puderem”, conclui.

Para realizar doações, basta entrar em contato pelo site https://www.amee.art.br/ ou pelo Instagram www.instagram.com/amee_oficial.

Sobre a AMEE

Criada no início de 2020, a Associação Mineira de Eventos e Entretenimento é uma entidade sem fins lucrativos que tem como objetivo defender os interesses dos profissionais e empresas do setor de eventos em Minas Gerais. A iniciativa da fundação da associação partiu de um grupo de profissionais da área de eventos no WhatsApp, intitulado Shows MG, que tem como objetivo principal o networking na área. Com o crescimento do grupo Shows MG e a integração dos profissionais, demandas em comum foram percebidas e a necessidade de ter uma representatividade perante à sociedade e ao poder público surgiu. Com isso, em março de 2020, foi formalizada a criação da AMEE, que, com o lema #JuntosSomosMaisFortes, já tem sua estrutura organizacional definida e já atuante.

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Acaba exigência de reavaliação pericial a aposentados por HIV/Aids

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Portadores de HIV/Aids aposentados por invalidez estão dispensados de reavaliação pericial. A regra está prevista na Lei 13.847, publicada nesta sexta-feira (21) no Diário Oficial da União.

A norma foi promulgada pelo presidente da República, Jair Bolsonaro, depois que o Congresso rejeitou, no dia 11 de junho de 2019, o veto total (VET 11/2019) ao Projeto de Lei do Senado (PLS) 188/2017, aprovado em abril.

O texto foi proposto pela Articulação Nacional de Saúde e Direitos Humanos, uma entidade que luta por direitos das pessoas que vivem com HIV/Aids. Apresentado pelo senador Paulo Paim (PT-RS), o projeto foi aprovado na forma de um substitutivo do senador Romário (Podemos-RJ).

O argumento da proposta é de que que a pessoa aposentada por invalidez já passou por diversos períodos de auxílio-doença, o que atesta a degradação de sua saúde e a irreversibilidade dessa condição.

Agência Senado 

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