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Economia

Dólar volta a encostar em R$ 5,60 influenciado por decisão de Trump

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© REUTERS/Mohamed Abd El Ghany//Direitos reservados
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Bolsa de valores caiu 0,49% após iniciar dia em alta

Influenciado por fatores domésticos e internacionais, o dólar, que ontem (5) tinha tido a maior queda diária em cinco semanas, voltou a subir hoje (6) e encostou na barreira de R$ 5,60. A bolsa de valores fechou com queda, após iniciar o dia em alta.

O dólar comercial encerrou esta terça-feira (6) vendido a R$ 5,598, com valorização de R$ 0,029 (+0,52%). A divisa operou em queda na maior parte do dia. Na mínima da sessão, por volta das 12h, chegou a ser vendida a R$ 5,48. A cotação, no entanto, reverteu o movimento. Influenciada por uma decisão do presidente norte-americano, Donald Trump.

Em postagem na rede social Twitter, Trump anunciou a suspensão das negociações para a votação de um novo pacote de estímulos nos Estados Unidos até depois das eleições de novembro. No Brasil, a cotação foi influenciada pelo anúncio de que a apresentação do Renda Cidadã, que seria amanhã (7), foi adiada para a próxima semana.

A reversão de expectativas também afetou o mercado de ações. O índice Ibovespa, da B3 (a bolsa de valores brasileira), fechou esta terça-feira aos 95.615 pontos, com recuo de 0,49%. O indicador começou o dia em alta, chegando a subir quase 1,4% durante a manhã, mas passou a cair após a postagem de Trump.

Todos os três principais índices de ações dos Estados Unidos viraram bruscamente para baixo com o congelamento das negociações para o pacote de estímulos. Em Wall Street, o Dow Jones (das empresas industriais) caiu 1,34%, o S&P 500 perdeu 1,4% e o Nasdaq (das empresas tecnológicas) caiu 1,57%.

* Com informações da Reuters

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Economia

Confira os pagamentos desta sexta

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Aniversariantes de dezembro recebem nesta sexta-feira, dia 20 de novembro, mais uma parcela do auxílio emergencial.

 

A caixa deposita nas contas digitais, o benefício de aproximadamente três milhões e meio de pessoas. São depósitos de 600 reais para quem recebe a quarta e quinta parcela e de 300 reais para quem recebe da sexta parcela em diante.

 

O dinheiro só pode ser movimentado pelo aplicativo de celular caixa tem. É possível pagar boletos, contas e realizar compras em estabelecimentos que aceitam o caixa tem como pagamento. O saque para este pessoal que recebe nesta sexta só será liberado a partir do dia cinco de dezembro.

 

Também nesta sexta-feira, beneficiários do bolsa família com final quatro do nis, o número de identificação social, recebem o auxílio. O público do programa está recebendo a oitava e penúltima parcela do benefício emergencial no valor de 300 reais.

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Economia

INSS promete (de novo) zerar fila de pedidos de aposentadoria

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Pedidos de benefícios do INSS terão que ser analisados em no máximo 90 dias.

 

O governo assinou um termo com o ministério público federal se comprometendo a acelerar a análise de documentação na previdência social. Por lei, o prazo de espera é de 45 dias, mas na prática os segurados esperam meses pela concessão de um benefício. Os prazos serão de acordo com o tipo de solicitação ao INSS.

 

Para o auxílio-doença, por exemplo, a previdência terá até 45 dias para dar a resposta. Quem aguarda na fila por uma pensão por morte, o prazo do INSS será de 60 dias.

Já para quem entrou com o pedido de aposentadoria, o máximo acordado pelo governo será 90 dias. No acordo também está fixado o prazo de 45 dias para que o INSS realize uma perícia médica após o agendamento.

 

O supremo tribunal federal ainda vai homologar o acordo que só começa a valer seis meses após a aprovação da suprema corte. O acordo também suspende todas as ações judiciais no STF que questionam o atraso na análise de benefício do INSS. No mês passado, a fila do INSS registrou mais de um milhão e 800 mil pedidos aguardando pelo resultado.

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Economia

Governo REVELA qual o novo SALÁRIO mínimo para 2021;

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Anteriormente, em abril, o valor salarial previsto para 2021 era de R$1.079. No entanto, o valor foi enviado com R$12 a menos por conta do governo prever um aumento somente com base na inflação de 2020.

A proposta de Orçamento de 2021, enviada pelo Governo Federal ao Congresso, consta que o salário mínimo proposto é de R$1.067 para 2021. O novo valor representa um aumento de R$22 em relação ao salário mínimo atual, de R$1.045.

Caso seja aprovado pelo Congresso, o reajuste salarial já começará a valer em janeiro de 2021. O pagamento será iniciado em fevereiro.

Anteriormente, em abril, o valor salarial previsto para 2021 era de R$1.079. No entanto, o valor foi enviado com R$12 a menos por conta do governo prever um aumento somente com base na inflação de 2020.

O Governo previa, ainda em abril,  que o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) teria uma alta de 3,27% em 2020. Porém, esse valor que caiu para 2,09% em julho.

Os valores do INPC podem mudar no decorrer de 2020, tudo com base nas projeções de inflação para o ano de 2020.

Sem aumento real

Em 2019, o governo acabou com a política de reajuste real do salário mínimo. Sendo assim, agora o valor salarial se limita a seguir a determinação da Constituição, que fala em preservação do poder aquisitivo do trabalhador.

O ganho real do salário mínimo foi implementado por Fernando Henrique Cardoso (PSDB) informalmente, em 1994, logo após a adoção do Plano Real. As gestões petistas oficializaram a medida.

Sem ganho real no salário mínimo, o governo consegue um alívio financeiro, uma vez que o aumento do salário mínimo reajusta automaticamente benefícios previdenciários e assistenciais. Para cada R$ 1 de aumento no valor do mínimo, o governo amplia em cerca de R$ 355 milhões as despesas por ano.

Leia também:  Franchising chama atenção de mães empreendedoras

Poder de compra inalterado

Vale salientar que a possível diminuição não significa que o trabalhador vai ganhar menos. O reajuste do salário mínimo varia de acordo com o aumento dos preços, registrados a partir das taxas de inflação.

Ou seja, os trabalhadores receberão o poder de compra de reajustado conforme o índice de inflação (aumento geral no nível de preços).

O economista Clovis Scerer, supervisor do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socieconômicos (Dieese), concorda com o aumento do poder de compra causado pelo reajuste. No entanto, ele explica que pode haver uma “perpetuação da penúria”.

Os cálculos do Dieese demonstram que mais de 49 milhões de brasileiros vivem com um salário mínimo. Atualmente, a remuneração mensal deveria ser de mais de R$4 mil reais (R$ 4.694,57 no total) por mês e não R$ 1.045,00.

Para cálculo do salário mínimo, o governo considera o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) e inflação do ano anterior.

 

FONTE NOTICIAS CONCURSOS

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