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Tecnologia

Denúncias de violação dos direitos humanos poderão ser feitas pelo WhatsApp

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Foto: Agência Brasil
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Novidade anunciada pelo governo federal nesta quinta amplia canais de atendimento para casos de violência contra vulneráveis

As denúncias de violações de direitos humanos e de violência contra a mulher ganharam mais um aliado: o WhatsApp. Nesta quinta-feira (29), o Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos (MMFDH) anunciou que o aplicativo vai ser mais um canal de proteção aos vulneráveis.

Para receber atendimento ou realizar denúncias, o cidadão deve enviar mensagem para o número (61) 99656-5008. Após a resposta automática, uma pessoa da equipe da central de serviços vai atendê-lo. A denúncia recebida vai ser analisada e encaminhada aos órgãos de proteção, defesa e responsabilização em direitos humanos.

 

Além do WhatsApp, os canais de atendimento do Disque 100 e do Ligue 180 podem ser acessados pelo site da Ouvidoria e por outros aplicativos, como o Direitos Humanos Brasil. As denúncias são gratuitas, anônimas e geram um número de protocolo para o cidadão acompanhar o andamento. O serviço funciona todos os dias, 24h, incluindo sábado, domingos e feriados.

Fonte: Brasil 61

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Notícias

O WhatsApp lança mensagens temporárias que desaparecem após uma semana

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A ferramenta facilita a liberação de memória do celular, e pode ser ativada em conversas individuais ou em grupo. (Foto: Divulgação/WhatsApp)
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O WhatsApp lançou nesta quinta-feira (5) uma nova função para enviar mensagens temporárias com validade de sete dias após o envio. A ferramenta facilita a liberação de memória do celular, e pode ser ativada em conversas individuais ou em grupo — no caso deste último, apenas os administradores podem configurar o recurso. As mensagens que se autodestroem são uma função aguardada do mensageiro, já que o Instagram conta com o recurso desde outubro, e o Telegram, desde 2017.

A nova função, disponível no aplicativo para Android e iPhone (iOS), permite que os usuários configurem a opção de mensagens temporárias para cada conversa, ou seja, o recurso não é aplicado a todos os chats do app. Além disso, tanto as mensagens enviadas quanto as recebidas após a ativação serão excluídas depois uma semana. No caso das mídias, elas serão apagadas do WhatsApp, mas, caso tenham sido baixadas para o celular, o recurso não conseguirá removê-las do smartphone.

A nova função do WhatsApp tem a proposta de facilitar a limpeza da memória do celular com a destruição automática de mensagens do aplicativo. O WhatsApp avisa que mensagens temporárias que são encaminhadas não são apagadas em conversas em que o recurso esteja desativado. Além disso, uma mensagem temporária pode ser incluída no backup caso ele aconteça antes do prazo de sete dias.

Se o usuário ficar mais de sete dias sem usar o WhatsApp, as mensagens enviadas vão desaparecer da mesma forma, no entanto, é possível que o conteúdo continue disponível em uma pré-visualização de notificações até que o app seja aberto. Além disso, caso você responda uma mensagem temporária durante a conversa, o texto dela poderá continuar disponível após o período de sete dias.

Silenciamento de grupos

O WhatsApp liberou recentemente uma atualização do seu aplicativo para celulares Android e iPhones que permite silenciar conversas e grupos para sempre.

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Essa opção vinha sendo testada nos últimos meses na versão “beta”, que antecipa alguns recursos, mas pode ser instável. Agora, a novidade foi liberada para todos, com uma atualização.

Ao selecionar a opção de silenciar uma conversa, a opção de deixar as notificações no mudo por “1 ano” foi substituída para “Sempre” ou “Tempo indeterminado”.

As demais opções, de 8 horas ou 1 semana, continuam disponíveis.

Para que a nova opção apareça é preciso estar com a atualização do aplicativo instalada – confira na Play Store (Android) ou na App Store (iPhone) se não há uma versão mais nova disponível.

  • Entre na conversa ou grupo que deseja silenciar;
  • Toque no nome da pessoa ou grupo, no topo do aplicativo;
  • Toque no botão “Silenciar notificações” (Android) ou “Silenciar” (iPhone);
  • Escolha “Sempre” (Android) ou “Tempo indeterminado” (iPhone).  Fonte:  O Sul
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Tecnologia

LGPD aumentou discussão sobre segurança de dados no Brasil, analisa advogado Sergio Vieira

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Reprodução/MF Press Global
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A Lei Geral de Proteção de Dados (Lei 13.709/2018) foi sancionada e entrou em vigor no dia 18 de setembro. Isso quer dizer que há pouco mais de um mês empresas e órgãos públicos são obrigados a esclarecer aos usuários de que forma serão coletados e utilizados os seus dados pessoais, como nome, CPF e endereço. O descumprimento da lei prevê multa de até R$ 50 milhões. Com isso, as pessoas poderão consentir ou não com as políticas praticadas por aquela empresa ou órgão. Para o advogado Sergio Vieira, Sócio Diretor da Nelson Wilians Advogados Associados, apesar de ainda incipiente, foi visível o avanço em termos de segurança digital neste primeiro mês. “A LGPD permite que o usuário saiba onde está navegando e que possa escolher compartilhar ou não suas informações”, afirma.

Ainda em setembro, antes de completar um mês, a justiça de São Paulo determinou que a construtora Cyrela pagasse indenização de R$ 10 mil por danos morais a um cliente. Esta foi uma das primeiras decisões judiciais por infração à Lei Geral de Proteção de Dados. Para Sergio Vieira, esta decisão é emblemática. “Os consumidores estão mais atentos a este assunto e as empresas também deverão mudar sua atuação cedo ou tarde”, analisa o advogado.

Sergio sempre recomenda cuidado com os dados, a diferença é que agora há uma lei que prevê punição para portais que desrespeitarem. “Os prestadores de serviços têm a obrigação de guardar e manter em sigilo nossas informações da mesma forma que devemos ter cautela ao repassá-las”. Na dúvida, não compartilhe qualquer informação. Pesquise se aquele site é confiável, se não há páginas criadas por criminosos se passando por instituições sérias apenas para roubar dados, entre eles, informações bancárias. “Sempre que nossos dados forem usados de forma indevida, quem o fez é obrigado a ressarcir a pessoa pelos prejuízos causados, por outro lado, se o usuários oferece suas informações por conta e risco é como se entregasse o cartão e a senha nas mãos de um desconhecido, a pessoa fica fragilizada”. Como identificar site seguros? A dica é pesquisar sempre. “Procure em sites de buscas, leia sites que listem endereços perigosos, bem como deve sempre evitar clicar em qualquer link enviado por mensagens e emails. Assim como recebemos em nossa casa apenas quem conhecemos, ao receber qualquer mensagem de remetente desconhecido devemos ignorar e não clicar em nada. Cheque sempre a origem das mensagens e dos sites”, alerta.

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Tecnologia e inovação

SpaceX declara que colônia em Marte não vai seguir leis da Terra

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© CC BY 2.0 / Futurilla
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A companhia de Elon Musk decidiu que seu projeto de satélites Starlink em Marte não vai reconhecer a autoridade ou soberania de nenhum governo da Terra.

A empresa norte-americana de fabricação aeroespacial SpaceX declarou que Marte será um “planeta livre”, não governado pelas leis da Terra, quando a colônia planejada pela companhia inicie seu funcionamento no Planeta Vermelho.

Esta afirmação foi encontrada nos termos de serviço ao consumidor em versão beta do projeto para criação dos satélites Starlink, que foram enviados recentemente aos clientes antes do lançamento.

Os termos de serviço, que rapidamente foram compartilhados no Twitter e Reddit, aparecem uma semana depois da empresa revelar seus planos para construir uma megaconstelação de satélites ao redor de Marte e uma cidade autossuficiente que não dependeria da Terra para se sustentar.

O usuário do Twitter Whole Mars Catalog foi aparentemente o primeiro a compartilhar a cláusula dos termos de serviço ao consumidor da Starlink.

Denominada “Leis aplicáveis”, a seção estabelece que o serviço da Starlink na Terra e Lua será regido pelas leis estabelecidas pelo estado da Califórnia, porém, em Marte não vai reconhecer a autoridade ou soberania de nenhum governo da Terra.

“Para os serviços prestados em Marte, ou em trânsito a Marte através da Starship ou outra nave espacial de colonização, as partes reconhecem Marte como um planeta livre e que nenhum governo com base na Terra tem autoridade ou soberania sobre as atividades marcianas”, reza a cláusula.

“Consequentemente, as controvérsias serão resolvidas mediante princípios de autogoverno, estabelecidos de boa-fé, no momento do estabelecimento em Marte”, agrega o texto.

//Sputniknews

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