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David Johny mostra quais redes sociais devem ser usadas para ter sucesso nos negócios

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Saber usar as redes sociais é determinante para o sucesso de um negócio, mas é comum a dúvida sobre qual plataforma é a melhor para investir tempo, dinheiro e o conteúdo do seu negócio para ter retorno. A resposta é simples: todas. “Não existe plataforma boa ou ruim, todas têm sua audiência”, afirma o consultor de negócios e marketing digital David Johny. O guru de muitos empreendedores explica que o segredo é entender o que cada uma pode oferecer. “Precisa ser a que tem mais afinidade com o que você produz e com o seu público, tudo depende do que você faz e para quem. Sabendo usar, você terá crescimento orgânico e criará audiência, seguidores fiéis e, a partir disso, desenvolverá o negócio”, detalha.

David Johny elencou as peculiaridades de cada uma para ajudar quem ainda não está familiarizado com as plataformas digitais:

Google Ads: não precisa produzir fotos, basta um conteúdo de texto, como um blog, e fazer uma propaganda para levar seu conteúdo para quem procura determinado assunto, é uma forma de fazer captação de clientes na vertente orgânica ou paga.

Youtube: os usuários desta rede buscam conteúdo mais denso e explicativo em formato de vídeo, são pessoas que estão buscando algum conhecimento ou informação, o usuário que procura. O youtube ainda permite que todos os usuário tenham monetização com seus vídeos. “Para ser um produtor de conteúdo é muito simples, não tem que ser um expert e basta ter um celular para gravar. Se você tiver vocação para divulgar, falar e produzir conteúdo, você consegue se estabelecer dentro da plataforma”, aconselha o consultor, que ainda ressalta ser uma ótima plataforma para quem gosta ensinar. Se tiver muitas visualizações, seu vídeo poderá viralizar e o produtor poderá virar um pop star digital.

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Instagram: David Johny define como uma ferramenta lifestyle. “Ideal para posicionamento de entretenimento, pois quem está no instagram busca se entreter, ver a vida das pessoas, sentir uma proximidade de quem segue, acompanhar a rotina de quem admira, se conectar com quem tem os mesmo princípios e valores”, destaca Johny. Não adianta produzir muitos conteúdos escritos ou vídeos profundos nesta plataforma, dificilmente irá viralizar e o próprio algoritmo não ajuda. O importante nela para se destacar é postar fotos bem produzidas, de alta qualidade e em horários estratégicos para que as pessoas interajam, pois quanto mais curtidas e interações a publicação tiver, mais a ferramenta entenderá que é algo relevante e, portanto, mais destaque ganhará. “Para quem gosta de fotos e falar de sua rotina e particularidades é uma excelente ferramenta, este é o posicionamento da ferramenta, blogueiros e influencers se destacam ali”.

Facebook: Esta rede tem tido uma mudança de perfil nos últimos anos e vem se consolidando como um espaço para adultos e idosos. David destaca que é uma rede que permite muita interação, conversas, debates e comentários, além de postar fotos e vídeos.
“São usuários mais velhos que os do Instagram, no Facebook tem mais discussões e conflitos, se você é uma pessoa que tem estas afinidades, esta ferramenta é a mais aconselhada”, afirma. Para tráfego e publicidade ele acredita ser a melhor para atrair novos clientes, “é a mais usada para anúncios no âmbito digital, excelente para fazer tráfego pago, pois é possível especificar o público, definindo os gostos, idades, tudo isso o Facebook Ads permite especificar e ter clientes qualitativos, ir direto a quem você quer atingir”, destaca.

Linkedin: é um ambiente 100% profissional, nada de fotos de gatinhos fofos ou imagens suas tomando caipirinha à beira da praia. “O âmbito corporativo usa o Linkedin, é excelente para Networking, pois é onde estão os diretores, CEOs, presidentes e várias pessoas de altos cargos”, explica. Neste espaço ganham destaque conteúdos mais qualitativos e pensados, assuntos relacionados ao empreendedorismo e ao mundo corporativo. É a plataforma onde você poderá uma linguagem mais técnica e aprofundada, já que estará falando com seus pares. Ainda é excelente para recrutamento, para quem busca novas oportunidades de trabalho e para quem quer contratar profissionais qualificados, “é onde estão os olheiros, os profissionais de RH”, afirma o consultor.

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Twitter: É uma rede social totalmente baseada em debates e opiniões. David Johny acredita que ela funciona bem para quem já tem audiência consolidada. “Ele é eficiente com pessoas que já tem um público, os usuários interagem com os outros  por meio de pensamentos, opiniões, discussões. Nela, o segredo é publicar opiniões curtas que possam gerar muita discussão”.

Tik Tok: ainda é desconhecida por muitos, mas já é alvo de polêmicas e sucesso entre jovens e adolescentes. É a mais recente e vem ganhando espaço fazendo parceria com grandes emissoras de televisão para ampliar o público e captar a audiência da TV. “ Nos Estados Unidos é mais usada por adolescentes e jovens, assim como aqui, mas ainda é uma ferramenta muito nova, não se sabe se irá monetizar ou não”. Ela é totalmente de entretenimento por meio de vídeos, que devem ser curtos, divertidos e direcionado ao público mais jovem, principalmente abaixo ou na casa dos 20 anos.

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Erick Ricarte aproveita fim de semana para fazer network no Rio de Janeiro

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Divulgação / MF Press Global
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A convite do amigo ator Caio Pozes, que está no ar na novela “Amor sem igual”, da Record TV, e da bailarina Alana Oliveira, o ex-integrante do Pânico, conhecido pelo público como “Bunda Gorda”, aproveitou os dias no Rio de Janeiro para se divertir e ao mesmo tempo trabalhar.

Erick Ricarte esteve também na inauguração da clínica DermaVip Recreio ao lado das ex-BBBs Renata Dávila e Amanda Gontijo. Além disso, também marcou presença no restaurante Katmandu com a amiga Fernanda Lacerda, eternamente conhecida como “Mendigata”, do programa Pânico. O jornalista e ator aproveitou o passeio para conferir a nova coleção lançada pela artista Lilian Albuquerque.

Segundo o jornalista, foram dias intensos de aprendizados, enquanto o “novo normal” está sendo respeitado na cidade maravilhosa: “No Hotel Nacional, onde estive hospedado, as normas de segurança por conta do Covid-19 estão sendo seguidas à risca, por conta da segunda onda agora da pandemia. O hotel está cumprindo todas as recomendações da Organização Mundial da Saúde (OMS), desde a arrumação, como o respeito ao distanciamento social, com medição de temperatura, além do fornecimento de máscara e álcool em gel”, conta.

Pandemia ainda não acabou

Erick Ricarte detalha que é “muito difícil passarmos por esse período. Penso que o brasileiro precisa ficar e focar mais no país que vive. Eu amo viajar pelo Brasil, principalmente pelo Nordeste. Por isso, creio que deveria existir mais incentivo ao turismo. A economia está passando por um período difícil atualmente”. Ele conta que que esteve “conversando com um amigo do ramo da construção, o Nestor Rocha Filho, e sabemos que o meio hoteleiro, turismo e eventos estão sendo os mais prejudicados”.

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No começo da pandemia, ele recorda, “minha saúde mental ficou abalada, porque a maioria dos clientes não conseguiram continuar nos publiposts, vivendo de eventos. Fico pensando nas famílias que precisam sobreviver com o sustento de eventos de forma direta e indireta.  São milhares de empregos no país nesta área. Mas, infelizmente, é um caso muito difícil, por que se não morre de Covid-19, a pessoa pode morrer de fome?”, questiona.

Divulgação / MF Press Global

Artistas fora de cena

O eterno “Bunda Gorda” do programa Pânico lamenta que os artistas  dependam dos palcos para sobreviver, “porque são poucos os que ganham cachês altos e contratos milionários”. A maioria deles, ele detalha, “vive em condições mínimas que é pagar aluguel e comida. Muitos nem isso está conseguindo, atualmente. É triste ver a situação da população com tanto sofrimento, sem conseguir comer”.

Erick recorda que também veio da extrema pobreza, “e sei como funciona isso. Se está ruim para o empresário, imagina para o funcionário. Artista não quer viver de ajuda, ele deseja apenas viver da sua arte. E se não fossem as artes cênicas, o setor audiovisual estaria como boa parte da população, ou seja, estaria ainda mais em depressão por conta da instabilidade que estamos vivendo”, lamenta.

Sobre projetos futuros

Erick Ricarte ressalta que neste momento está focado em suas redes sociais, fazendo alguns publiposts. “Mas estou querendo lançar minha própria marca, que será algo voltado para os gordinhos. O público obeso sofre muito ao ir à uma loja e não achar a roupa do seu tamanho, o que chega a ser algo constrangedor. Mas, estou formatando a ideia para já começar a aplicar no primeiro semestre de 2021”.

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Sobre suas aparições na telinha, ele conta que só volta “se o convite for muito bom. Além disso, já estou negociando a minha volta como colunista social em um badalado portal do nordeste. Em breve conto tudo, afinal, como mesmo digo: #aguardemcartas”, finaliza.

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Mc Mari, revelação do brega funk revela novas parcerias com nomes consagrados

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Acostumada a emplacar hits, a baiana Mc Mari surpreendeu a todos se tornando capa das maiores playlists de música nas plataformas de streaming.

A música xereca de mel bateu a marca de 100 milhões de plays no Spotify e as novidades não param por aí, a cantora acabou de voltar da cidade de Salvador onde foi realizada a gravação do clipe de seu novo sucesso “Senta Concentrada” e pra coroar a excelente fase, já existem rumores que as parcerias com artistas renomados estão por vir, entre eles, Léo Santana.

Sua produtora informa ainda que além de Léo Santana, a MC vai contar com Tainá Costa, a dama do pagode, sucesso do momento na Bahia.

A “funkeira ousadia” também anunciou seu tour por cidades do nordeste para o lançamento desse novo projeto nos próximos meses.

“Estou muito feliz com os resultados do trabalho e avisa: Chegamos pra ficar!” – dispara a MC.

Fotos: Divulgação

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Pandemia ensinou as pessoas a se divertirem mais em casa, afirma empresário varejista Thalison Borges

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Jantar com a família e amigos e depois se divertir assistindo a lives, filmes e fazendo competições de games sem sair de casa. O setor de produtos e serviços para quem está em casa cresceu durante a pandemia e não sentiu redução com a retomada gradual das atividades em vários estados do Brasil. Aplicativos de entrega, setor de materiais de construção e de móveis e eletrodomésticos foram e continuam sendo bastante requisitados. A afirmação é do empresário Thalison Borges, que dirige junto do pai a Borges Eletromóveis, referência em móveis, eletrônicos e eletrodomésticos na Paraíba e no Rio Grande do Norte. Para ele, a mudança de comportamento imposta pela pandemia fez surgir novas demandas e tendências. “As pessoas nunca compraram tanto estes produtos e serviços,vemos que continuam consumindo e descobriram formas de entretenimento sem sair do conforto do lar”, afirma o jovem.

Diversas capitais, como São Paulo, estão liberando a abertura de bares, restaurantes e espaços de cultura e lazer, mas com restrições de público. Thalison acredita, no entanto, que mesmo quando as atividades voltarem ao normal o entretenimento caseiro continuará em alta. “As pessoas investiram em equipamentos como televisores maiores e modernos, móveis novos, tudo isso criou um ambiente ideal de entretenimento também, acredito que o público está valorizando mais isso, tanto que na Bolsa de Valores vemos que empresas destes setores estão até mais valorizadas”, afirma. O mesmo foi sentido em função do Home Office. De acordo com ele, móveis de escritório tiveram disparada na demanda. “Aumentou a procura por mesas e cadeiras de escritório, muitos profissionalizaram o ambiente residencial”, destaca.

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