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Internacional

Criança de 4 anos é resgatada viva quase quatro dias depois de terremoto na Turquia

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Foto: Reprodução
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A menina estava sentada na cozinha de um prédio desabado quando as equipes de resgate chegaram, em um espaço que ficou intacto entre a bancada e a máquina de lavar.

Uma menina de 4 anos soterrada sob os escombros foi resgatada com vida nesta terça-feira (03) no oeste da Turquia, quase quatro dias depois de um violento terremoto atingir a região, informou o prefeito da cidade de Izmir. O tremor matou 100 pessoas, segundo última informação oficial local.

Testemunhamos um milagre 91 horas depois. As equipes de resgate recuperaram Ayda, de 4 anos. Viva”, disse o prefeito, Tunc Soyer, em uma rede social. Ela foi retirada em meio a aplausos, no distrito de Bayrakli, gravemente afetado pelo terremoto da última sexta-feira (30).

A menina, Ayla Gezgin, estava sentada na cozinha de um prédio desabado quando as equipes de resgate chegaram, em um espaço que havia ficado intacto entre a bancada e a máquina de lavar, segundo um dos profissionais falou à rede de televisão NTV.

“Ouvimos uma voz, perguntamos quem estava lá e ela respondeu: ‘Sou Ayla, estou bem’. Dissemos ‘Espere, vamos tirar você’ e fomos até onde ela estava”, disse um dos trabalhadores que a tirou dos escombros. Segundo o homem, a menina estava consciente e sem ferimentos aparentes:

“Nada havia acontecido com ela, ela estava sentada esperando.” Acredita-se que a mãe da menina, Fidan Gezgin, ainda esteja sob os escombros, enquanto seu pai, Ugur, um ex-árbitro de futebol, foi salvo. Além disso, mil pessoas ficaram feridas e 107 foram resgatadas com vida dos escombros.

O Sul

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Internacional

Mais de 500 pescadores contraem doença de pele misteriosa no Senegal

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© REUTERS / Sylvain Cherkaoui
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Mais de 500 pescadores foram infectados por um doença de pele misteriosa no Senegal após retornarem do mar, informou um oficial sênior de Saúde do governo nesta quinta-feira (19).

Os homens, que vêm de diversas cidade pesqueiras nos arredores de Dakar, a capital do Senegal, foram colocados em quarentena para tratamento, informou Ousmane Gueye, diretor nacional de Informação e Educação em Saúde, segundo a agência Reuters.

“É uma dermatite associada a uma doença infecciosa“, disse Gueye à Reuters. “Estamos investigando e esperamos descobrir logo o que é”, acrescentou.

Um relatório do Ministério da Saúde do país africano datado de 17 de novembro relata que os homens “tinham lesões na face, nas extremidades e, em alguns deles, nos genitais”. O documento acrescenta que os homens também estavam sentindo dores de cabeça e apresentavam febre baixa.

Segundo o relatório, uma investigação preliminar mostrou que o primeiro caso foi reportado em 12 de novembro. Um jovem de 20 anos apresentou sintomas como erupção vesicular não generalizada, inchaço da face, lábios secos e vermelhidão nos olhos.

Algumas imagens difundidas através da redes sociais mostram homens com lábios inchados e com bolhas e grandes erupções cutâneas nas mãos, segundo a Reuters.

De acordo com Gueye, a Marinha do Senegal será enviada ao local para coletar amostras de água para serem analisadas.

//Sputniknews

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Internacional

Vírus mortal encontrado na Bolívia é transmissível entre humanos

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Vírus mortal encontrado na Bolívia é transmissível entre humanos

mundo: Um vírus encontrado na Bolívia que causa febre hemorrágica com sintomas semelhantes aos do ebola pode ser transmitido entre humanos, afirmam pesquisadores do CDC (Centros de Controle e Prevenção de Doenças) dos Estados Unidos, em uma publicação divulgada nesta segunda-feira.

No documento, que faz parte do relatório anual da ASTMH (Sociedade Americana de Medicina Tropical e Higiene), os cientistas detalham evidências de que o mammarenavírus de Chapare se espalhou entre profissionais de saúde no país em 2019.

“Nosso trabalho confirmou que um jovem residente médico, um médico de ambulância e um gastroenterologista contraíram o vírus após encontros com pacientes infectados — e dois desses profissionais de saúde morreram mais tarde”, disse Caitlin Cossaboom, epidemiologista da Divisão de Patógenos e Patologia de Alta Consequência do CDC.

O grupo diz acreditar que fluidos corporais podem carregar o vírus. Ao menos cinco casos da febre hemorrágica causada pelo vírus de Chapare foram registrados no ano passado perto da capital La Paz.

Até então, o único registro desse vírus datava de 2004, justamente na província que lhe deu o nome, a cerca de 600 km a leste de La Paz.

O surto do ano passado deixou autoridades sanitárias locais e regionais em alerta. Pesquisadores do CDC e da Opas (Organização Pan-Americana da Saúde) imediatamente viajaram à Bolívia atrás de mais informações sobre o vírus mortal.

Eles constataram que o Chapare é da família dos arenavírus, que incluem outros patógenos perigosos, como o vírus Lassa, que mata milhares de pessoas todos os anos na África Ocidental, e o vírus Machupo, que também já atingiu a Bolívia e provocou mortes.

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No Brasil, um caso de morte por arenavírus (chamado de Sabiá) foi identificado no ano passado.

Os sintomas da infecção pelo vírus estudado são semelhantes aos do vírus ebola: febre, dores abdominais, vômitos, sangramento nas gengivas, erupção cutânea e dor atrás dos olhos.

Como não há tratamento específico, os pacientes recebem suporte, na esperança de que o corpo consiga se defender do vírus.

Origem

Os pesquisadores tentam agora descobrir qual é o hospedeiro primário do vírus. Algumas provas genéticas compararam o RNA encontrado em humanos com o de roedores, mostrando grande semelhança com a espécie Oligoryzomys microtis.

Esses ratos analisados foram encontrados perto da casa do primeiro paciente do surto de 2019, um trabalhador agrícola que também morreu.

Entretanto, não houve como comprovar, até o momento, que os roedores eram capazes de transmitir o vírus.

Cientistas acreditam que o vírus Chapare esteja circulando na Bolívia há vários anos, mas os pacientes infectados podem ter sido erroneamente diagnosticados como portadores de dengue, uma doença comum na região e que pode produzir sintomas semelhantes.

As informações são do R7.

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Internacional

Joe Biden vence Donald Trump e é eleito presidente dos Estados Unidos

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Joe Biden, candidato democrata à presidência dos EUA, durante evento em Pittsburgh no dia 2 de novembro — Foto: Andrew Harnik/AP
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Democrata passou dos 270 votos votos no colégio eleitoral, segundo projeções de diversos veículos de imprensa, como Associated Press, ‘New York Times’, NBC e CNN.

O democrata Joe Biden alcançou os 270 delegados no Colégio Eleitoral neste sábado (7), segundo projeções de diversos veículos de imprensa, número suficiente para derrotar o republicano Donald Trump e se sagrar o 46º presidente dos Estados Unidos.

Embora não oficial, esse tipo de projeção é suficiente para que a sociedade americana reconheça a eleição de um presidente.

Na manhã deste sábado, faltavam pelo menos 6 votos no colégio eleitoral para que Biden chegasse a 270 e sua vitória se confirmasse, segundo as projeções da Associated Press. Com a vitória projetada na Pensilvânia, Biden chegou a 284 delegados.

Outros veículos, como o “New York Times”, por exemplo, ainda não haviam declarado Biden vencedor no Arizona, que tem 11 delegados. Porém, com os 20 votos eleitorais da Pensilvânia, a disputa no Arizona passou a ser indiferente, já que não muda mais o resultado.

Medidas judiciais

O presidente Donald Trump alega que a eleição está sendo roubada e promete ações na Justiça. Logo após a declaração de Biden como vencedor na imprensa americana, sua campanha soltou nota dizendo que a eleição não acabou. A campanha republicana pediu recontagem em Wisconsin e tenta suspender a apuração na Pensilvânia, na Geórgia e em Michigan.

Também pediu interferência em um caso pendente na Suprema Corte dos EUA sobre a Pensilvânia, um estado importante da disputa que ainda está contando centenas de milhares de cédulas enviadas pelo correio. O republicano tenta impedir que o estado conte votos que cheguem depois da eleição.

Essas manobras judiciais de Trump ocorreram após ataques do republicano contra a integridade da votação, ao mesmo tempo em que declarou vitória e sugeriu — sem comprovação — que os democratas tentariam fraudar a eleição.

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Trump está tentando evitar se tornar o primeiro presidente em exercício dos EUA a perder uma candidatura à reeleição desde George H.W. Bush, em 1992.

por G1

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