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Saúde & Vida

Covid-19: doenças bucais podem prejudicar tratamento

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Saiba quais os cuidados importantes para ajudar no combate ao novo coronavírus

A boca sempre foi considerada uma porta de entrada para diversas doenças. Atualmente, além dos problemas mais conhecidos, cuidar dessa parte do corpo também é fundamental para o combate a Covid-19. Doenças infecciosas e diversos tipos de bactérias podem prejudicar a saúde e influenciar no tratamento ou sintomas do novo coronavírus.

A cirurgiã dentista Ludimilla Abi-Saber Toledo, explica que o alerta refere-se a quem é acometido pela doença e desenvolve os sintomas mais graves da Covid-19. “É importante salientar que não existe relação direta entre o desenvolvimento do coronavírus e as doenças bucais. O que acontece é que uma boa higienização, além dos cuidados comuns amplamente divulgados, reduz as chances de propagação do vírus, além de evitar doenças responsáveis pelo agravamento dos sintomas relacionados”, completa.

Quando se fala da relação com o tratamento, o risco pode ser devido às bactérias e infecções que nascem na boca e podem se alastrar para o resto do organismo. “Em caso de internação ou intubação, em que o sistema imunológico fica mais fraco, essas bactérias podem se proliferar causando um risco maior para a saúde do paciente”, esclarece.

Por isso, segundo Ludimilla, os cuidados devem ser mantidos e redobrados durante a pandemia. “Caso esteja passando por algum tratamento odontológico, não abandone sem antes se consultar com o especialista responsável pelo seu caso. A recomendação é ficar em casa o máximo que puder, mas sempre prezando pela saúde geral do corpo para se manter saudável em todos os quesitos”, diz.

Cuidados em casa

Ludimilla ressalta os principais cuidados diários para evitar doenças bucais e qualquer tipo de complicação. “Mantenha a rotina de higiene com escovação frequente após cada refeição e uso do fio dental. Para esse momento, também é recomendado a atenção em relação aos doces. Muita gente procura esse tipo de alimento para aliviar o estresse, mas ele pode ser prejudicial para os dentes e outros locais do organismo”, orienta.

Fonte: Ludimilla Abi-Saber Toledo, cirurgiã dentista, especialista em periodontia e capacitada em harmonização facial. É professora na pós-graduação em periodontia da Faculdade São Leopoldo Mandic e sócia da Clínica Vitácea, em Belo Horizonte.

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Saúde

Doe órgãos. A vida precisa continuar

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Pixabay

Saúde lança campanha para sensibilizar a população quanto à importância da doação de órgãos. Transplantes são retomados sob protocolos rigorosos para garantir a segurança dos pacientes

O Ministério da Saúde divulgou, nesta quinta-feira (24), o balanço sobre a doação de órgãos, tecidos e células e transplantes realizados no país no primeiro semestre de 2020. Na ocasião também foi lançada a Campanha Nacional de Incentivo à Doação, que este ano traz o slogan “Doe órgãos. A vida precisa continuar”. A campanha tem como objetivo sensibilizar a população quanto a importância da doação para salvar a vida de muitas pessoas que aguardam por um transplante.

Neste momento de pandemia causado pelo coronavírus, no mundo inteiro e no Brasil têm sido observadas queda nas doações de órgãos e nas realizações de transplantes, tornando-se um desafio para os países, tanto pelos esforços para manutenção das doações, quanto para garantir a segurança das equipes de saúde e dos pacientes. A campanha se tornou ainda mais necessária, tendo em vista o fato de que o Brasil contabilizava um número crescente de transplantes nos últimos anos.

“O Ministério da Saúde, junto aos estados e municípios, está empenhado em encontrar soluções para superar os obstáculos impostos ao programa de transplante na pandemia. A retomada dos procedimentos será subsidiada por protocolos rigorosos para garantir a segurança de todos”, disse o ministro da Saúde, general Eduardo Pazuello.

De janeiro a julho de 2019 foram realizados 15.827 transplantes. No mesmo período em 2020, o número de procedimentos foi de 9.952. Alguns centros de transplantes, no entanto, conseguiram manter suas unidades ativas e livres da Covid-19 e hospitais de grande porte de transplantes, como o Hospital do Rim, em São Paulo, receberam pacientes de centros menores para realização do procedimento com maior segurança. No país, até 31 de julho, existiam 46.181 pacientes aguardando por transplante.

Importante ressaltar que as orientações para segurança de todos, fornecidas pelo Ministério da Saúde, permitiram a continuidade de vários programas e não há relatos, até o momento, de pacientes infectados durante a realização do transplante.

AÇÕES PARA RETOMADA

O Sistema Nacional de Transplantes (SNT) incentivou as equipes de transplantes a acompanhar seus pacientes por meio de consultas em plataforma digital. A medida visa minimizar a circulação de pacientes portadores de doenças crônicas graves em unidades hospitalares. Houve um cuidado extra das equipes de transplante na seleção do paciente, buscando identificar possíveis portadores de Covid-19 assintomáticos ou outras situações clínicas que pudessem aumentar o risco da cirurgia nesse momento. Com a instituição deste novo protocolo, pacientes assintomáticos que testaram positivo na chegada ao hospital não puderam realizar o procedimento, o que obrigou as equipes a selecionar outro paciente para o transplante.

Outra ação do Ministério da Saúde é o acompanhamento semanal dos dados junto às Centrais Estaduais de Transplantes. A situação, no momento, parece ter se estabilizado. Centros importantes que estavam inativos estão retomando as atividades, e retomamos a captação de córnea em doador falecido por parada cardíaca.

QUEDA NOS PROCEDIMENTOS

A queda dos transplantes começou a ser observada na segunda quinzena de março, quando a pandemia começou no Brasil e seguiu os casos de notificação da Covid-19. Os estados mais afetados, com sobrecarga no sistema de saúde, foram obrigados a reduzir ou, algumas vezes, paralisar o programa de transplante. Contudo, à medida que a situação ficou controlada, o programa foi retomado.

O balanço no período de janeiro a julho deste ano apontou que aspectos como, logística de transporte de equipes, órgãos e tecidos entre estados foi fortemente impactada pela redução no número de voos comerciais. Os transplantes de medula óssea, pelo alto impacto imunológico, tiveram redução em 25,82%, passando de 2.130 em 2019 para 1.580, em 2020. Os transplantes de coração caíram 25,10%, passando de 231, em 2019, para 173 neste ano, impactado pela dificuldade de logística, redução no número de doadores e estrutura de UTI livre de Covid-19.

Ranking dos Transplantes mais Realizados
Janeiro a Julho
Brasil 2019 2020
Rim 3.569 2.759
Fígado 1.282 1.169
Coração 231 173
Pâncreas Rim 74 55
Pulmão 57 35
Pâncreas 21 17
Intestino Isolado 2 1
Multivisceral 1 0
Total de Órgãos 5.237 4.209
Córnea 8.460 4.163
Medula Óssea 2.130 1.580
Total Geral 15.827 9.952
Fontes dos Dados: Sistema Informatizado do Ministério da Saúde/ CETs – Centrais Estaduais de Transplantes/ INCA/ TabWinDatasus

As doações de órgãos também tiveram queda de 8,4% em relação aos dados de 2019. De janeiro a julho de 2020, o país notificou 5.922 potenciais doadores de órgãos. No mesmo período em 2019 foram 6.466 doadores.

O Ministério da Saúde tem observado tendência ao aumento dos consentimentos familiares para a doação de órgãos no primeiro semestre de 2020, atribuindo o crescimento ao trabalho voltado a divulgação de informações. “O aumento na taxa de autorização, chegando este ano a uma média de 68,2%, é fruto de uma sociedade mais consciente do seu papel e da importância do gesto de doar. Por isso, é importante que os parentes e pessoas próximas saibam da vontade do seu familiar em ser doador”, ressalta Pazuello.

ESTRUTURA

O Brasil possui o maior programa público de transplante de órgãos, tecidos e células do mundo, que é garantido a toda a população por meio do SUS, responsável pelo financiamento de cerca de 95% dos transplantes no país. O Sistema Nacional de Transplantes (SNT) é formado pelas 27 Centrais Estaduais de Transplantes; 13 Câmaras Técnicas Nacionais; 594 estabelecimentos de saúde; 1.420 equipes de transplantes; 574 Comissões Intra-hospitalares de Doações e Transplantes; e 68 Organizações de Procura de Órgãos e Tecidos (OPOs).

O Ministério da Saúde repassa recursos para estados e municípios apoiando a qualificação dos profissionais de saúde envolvidos nos processos de doação e transplante. O orçamento federal para essa área mais que dobrou em 11 anos (2008-2019), passando de R$ R$ 458,4 milhões para R$ R$ 1,089 bilhão. Os recursos transferidos para o Plano Nacional de Implantação de Organizações de Procura de Órgãos e Tecidos (OPO), no período de 2011 a setembro 2020, foram de R$ 148,1 milhões. O repasse para o custeio do Plano Nacional de Apoio às Centrais de Notificação, Captação e Distribuição de Órgãos (PNA-CNCDO), no período de 2014 a setembro 2020, foram de R$ 67,5 milhões.

LOGÍSTICA

O Ministério da Saúde permanece com a parceria firmada com as companhias aéreas comerciais e com a Força Aérea Brasileira (FAB), por meio de Acordo de Cooperação Técnica, para o apoio à logística de transporte aéreo. Juntas, as companhias aéreas e a FAB transportaram 608 órgãos no primeiro semestre de 2020, sendo 497 por voos comerciais e 111 pela FAB. Já no primeiro semestre do ano passado foram transportados 696 órgãos, sendo 626 por voos comerciais e 70 pela FAB.  Essas parcerias são fundamentais para o sucesso do programa que exige uma logística ágil e confiável para viabilizar a captação e o transplante para as diferentes partes do país.

CAMPANHA

Todos os anos, no Dia Nacional de Incentivo à Doação de Órgãos, em 27 de setembro, o Ministério da Saúde lança uma nova campanha de conscientização sobre a importância da doação de órgãos. As peças mostram a relação entre a espera da volta da vida ao normal que vivemos antes da pandemia, com a espera de alguém que aguarda pela doação de um órgão ou tecido para tornar possível fazer as coisas mais simples, como respirar, ver e simplesmente viver. A campanha também destaca o fator fundamental para tornar possível uma doação de órgãos e tecidos: a autorização da família, estimulando que possíveis doadores conversem com seus familiares e manifestem esse desejo.

A campanha conta com apoio de diversos veículos de comunicação, com cessão de espaços publicitários gratuitos. A veiculação terá início dia 24 de setembro e segue até 23 de outubro, conta com filme, spot de rádio, peças de mídia exterior, peças de internet e redes sociais.

Por Lídia Maia

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Saúde & Vida

Entenda o que é a Insuficiência Ovariana Prematura

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Dr. João Pedro Junqueira – Foto: Leo Horta.

Distúrbio acomete mulheres abaixo dos 40 anos e causa infertilidade

Toda mulher tem uma quantidade limitada de óvulos. Ainda na barriga da mãe, possui em torno de seis a sete milhões de folículos. Ao nascer, esse número cai para cerca de dois milhões e na primeira menstruação reduz para aproximadamente quinhentos mil. Como essa produção não se renova ao longo da vida, por volta dos 35 anos a quantidade de óvulos é bem menor e, dos 40 anos em diante, essa reserva declina ainda mais, até chegar à menopausa. No entanto, o organismo de algumas mulheres não segue esse percurso natural e, antes da idade esperada, são acometidas pela chamada Insuficiência Ovariana Prematura (IOP).

De acordo com o Dr. João Pedro Junqueira Caetano, ginecologista e especialista em reprodução assistida da Clínica Pró-Criar, a Insuficiência Ovariana Prematura ocorre quando os óvulos se esgotam ou estão próximos de um esgotamento em mulheres abaixo dos 40 anos.

Nos parágrafos seguintes, o especialista explica as causas, sintomas, tratamentos e consequências da doença.

Principais causas

Embora na maior parte dos casos a IOP seja idiopática, ou seja, se manifesta espontaneamente, sem justificativa conhecida, em certas pacientes é possível diagnosticar algumas causas, entre elas: genética; doenças autoimunes; infecções virais como caxumba, varicela e rubéola; intervenções cirúrgicas, como a retirada dos ovários em decorrência de alguma doença maligna; quimioterapia e radioterapia.

É muito importante que as mulheres que têm mães ou irmãs com esse diagnóstico fiquem atentas, pois existe uma chance maior de o problema ter origem genética e se repetir na família.

Sintomas

Entre as adolescentes, os sintomas físicos mais comuns são a falta de desenvolvimento dos seios e a ausência dos períodos menstruais. De modo geral, outros sintomas incluem ressecamento vaginal, ondas de calor, insônia, propensão para vaginites e cistite, diminuição da libido, tristeza e alteração de humor.

Diagnóstico e tratamentos

A IOP pode ser diagnosticada principalmente pela história clínica complementada por testes hormonais, sendo os mais comuns a dosagem de FSH e de Hormônio Anti-Mülleriano. Para saber se há causas genéticas ou outras associações de doenças, são feitos exames de sangue.

Quanto ao tratamento, não existe nenhum que reverta a falência ovariana, e as terapias hormonais (estrogênios) e não hormonais são usadas para tratar os sintomas. O mais indicado é conversar com um médico para que ele indique as melhores formas, de acordo com cada circunstância. Há que se ressaltar que em alguns casos, em cerca de 5% a 10% das pacientes abaixo dos 30 anos, a IOP é revertida espontaneamente.

Infertilidade

Além de estarem mais propensas a desenvolverem doenças cardíacas e osteoporose, a maior complicação para mulheres diagnosticadas com Insuficiência Ovariana Prematura é a infertilidade, uma vez que os ovários param de funcionar. Para as pacientes que têm essa condição e desejam engravidar, uma opção é recorrer a uma Fertilização in vitro com doação de óvulos.

É necessário ter cuidados com doenças ou estados que possam causar danos ovarianos, pois eles, infelizmente, são irreversíveis. Ao notar alguns dos sintomas citados, é importante consultar imediatamente um especialista.

Sobre a Pró-Criar

A Pró-Criar, especializada em reprodução assistida, está completando 21 anos de atuação. A clínica tem como objetivo primordial aliar procedimentos técnicos a um atendimento acolhedor àqueles que buscam tratamento de fertilidade. Fundada pelo Dr. João Pedro Junqueira Caetano, especialista em Reprodução Assistida pela AMB, em fevereiro de 1999, a Pró-Criar é formada por uma equipe multidisciplinar de ginecologistas, urologista, embriologistas, psicólogos, e enfermeiras com larga experiência em todas as áreas da reprodução humana. Em fevereiro de 2018 passou a integrar o Grupo Huntington de Medicina Reprodutiva.

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Saúde & Vida

Dia Nacional de Luta da Pessoa com Deficiência reforça a importância do cuidado e inclusão social

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Aline Martins (ao centro) rodeada pela sua família: Lívia, Daniela, e seus pais, Ronaldo e Stela. Foto: arquivo pessoal.

O CENSA Betim, instituição que referência nacional com 56 anos de história nos cuidados a pessoas com deficiência intelectual e autismo, luta diariamente pela inclusão e sociabilização dos seus educandos usando como ferramentas a expertise de sua equipe aliada ao o amor, o carinho e a arte

Conscientizar a população sobre a importância de inserir as pessoas com deficiência em diferentes aspectos da vida social, seja econômica, política e cultural. Esses são alguns dos objetivos do Dia Nacional de Luta da Pessoa com Deficiência, criada no dia 21 de setembro do ano de 2005 pela Lei Nº 11.133, entretanto, já é celebrada desde 1982 e lembrada por órgãos e instituições importantes, como o CENSA Betim, entidade que é referência nacional quando o assunto é o cuidado às pessoas com deficiência.

De acordo com dados do último censo realizado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o Brasil tem mais de 45,6 milhões de pessoas com deficiência. Por esse motivo, Natália Costa, diretora e psicóloga do CENSA Betim, diz que tratar sobre o tema, mostrando o quão ele é importante para a sociedade, é sempre relevante. “Estamos com 56 anos de história e nesse tempo todo, mais de dois mil alunos com deficiência intelectual já passaram por aqui. São duas mil histórias, duas mil famílias e incontáveis lutas diárias”, diz.

Para conseguir o êxito no trabalho realizado com as pessoas com deficiência no CENSA Betim, Natália Costa ressalta que a instituição, que conta com cerca de 100 educandos atualmente, possui uma equipe transdisciplinar de profissionais da área da saúde e educação, que somam esforços para criar condições favoráveis para o desenvolvimento e a inclusão desses indivíduos. “É uma alegria fazer parte de um trabalho como esse. Para a nossa equipe, é uma satisfação sermos uma referência nacional no atendimento a pessoa com deficiência intelectual na idade adulta. Recebemos educandos de diversas partes do país com muito amor e carinho”, completa a diretora e psicóloga do CENSA Betim.

A importância do cuidado

Ter um local onde as pessoas com deficiência intelectual e múltiplas são bem cuidadas é uma tranquilidade para os responsáveis. Para Liamir Otto, mãe do educando Juliano Otto, o acompanhamento que o CENSA faz é essencial para o desenvolvimento físico e intelectual do seu filho. “Esse cuidado é muito importante, pois os profissionais conseguem entender e atender as necessidades das pessoas com deficiência intelectual,

mesmo quando elas não conseguem se expressar. Ali o Juliano tem um atendimento ímpar e que é fundamental para o bom desenvolvimento integral. Eu percebo claramente os seus avanços que lhe trazem qualidade de vida e bem-estar e satisfação”, comenta.

De acordo com Stela Martins, mãe da educanda Aline Martins, o trabalho do CENSA é de suma importância. “Para a nossa família, o atendimento multidisciplinar do CENSA Betim nos proporciona serenidade, qualidade de vida

e recuperação da nossa saúde física e mental. Nos faz levar uma vida mais animadora para enfrentar os mais tensos desafios e tudo isso por que sabemos que a nossa Aline está cuidada e claro, feliz em estar no local. Nossa gratidão ao excelente trabalho que a instituição faz é tamanho, já que ela está cercada por pessoas boas e muito profissionais”, completa.

Estrutura

Para fornecer todo o cuidado necessário, o CENSA Betim oferece três diferentes modalidades de atendimento para o público. “Temos a convivência-dia, que acontece de segunda à sexta, de 08h às 17h; o atendimento Integral,

com funcionamento 24 horas que engloba hospedagem por tempo indeterminado; e a hospedagem periódica, que é especificamente para os planos de finais de semana, férias ou de acordo com as necessidades de cada família”, concluiu Natália Costa, diretora e psicóloga do CENSA Betim.

CENSA Betim
O CENSA foi fundado em 1964 pela educadora Ester Assumpção e hoje é referência nacional nos cuidados pessoas com deficiência intelectual. Com cerca de 100 educandos atualmente, a instituição possui uma equipe transdisciplinar de profissionais da área da saúde e educação que somam esforços para criar

condições favoráveis para o desenvolvimento e a inclusão desses indivíduos. Além disso, o CENSA é um espaço de formação e parceria com escolas públicas e privadas, além de faculdades e universidades. Seus profissionais estão sempre engajados na produção científica de artigos, livros e teses e, com isso, se mantêm atualizados na busca de soluções estruturadas para pessoas com deficiência intelectual e seus familiares.

Mais informações sobre o CENSA Betim: www.censabetim.com.br

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