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Especial

Com Neymar em campo, Brasil encara Colômbia em amistoso

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Partida ocorre em Miami, nos EUA, na noite desta sexta-feira (6)

Sextou! E pode ficar tranquilo: vai ter dose de emoção no começo do seu fim de semana. Isso porque a seleção brasileira cumpre o primeiro compromisso após a conquista da Copa América.

O adversário será a forte Colômbia. E por mais que muitos digam que o jogo não vale muita coisa, as atenções estarão sim voltadas para esta peleja. Graças à volta de Neymar aos campos, após três meses de recuperação de contusão no tornozelo.

O último compromisso do camisa 10 da seleção foi no dia 5 de junho, em um amistoso contra o Catar às vésperas da Copa América. Após 21 minutos em campo no estádio Mané Garrincha, em Brasília, Neymar sentiu uma lesão tornozelo e foi cortado da competição.

Além o problema físico, Neymar passou por duas polêmicas na vida pessoal e profissional: uma suposta acusação de estupro e a negociação frustrada entre Paris Saint Germain e Barcelona.

Mesmo assim, Tite deve escalar Neymar. Segundo o que indicou o técnico, o Brasil deve entrar em campo com Ederson no gol. Daniel Alves, Marquinhos, Thiago Silva e Alex Sandro formam a zaga. Casemiro, Arthur e Philippe Coutinho ficam responsáveis pelo meio de campo, enquanto Neymar, Richarlison e Firmino completam a equipe no ataque.

A partida será disputada na cidade de Miami, nos Estados Unidos e a bola rola à partir das nove e meia da noite, horário de Brasília.

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QUER FAZER MECHAS? Confira só o que a Brunna Santana pode fazer!

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Brunna Santana destaca a beleza das mulheres por meio de suas técnicas de mechas, visa iluminar o visual das mulheres e faz transformações incríveis no visual de suas clientes!

Confira só as dicas que a especialista Brunna Santana preparou para te ajudar a tratar os fios com mechas loiras:

1) EVITE RETOCAR AS LUZES NO CABELO DANIFICADO COM MUITA FREQUÊNCIA

2) LAVAR O CABELO DANIFICADO COM BONS PRODUTOS FAZ TODA A DIFERENÇA

Brunna Santana indica os produtos Home Care da linha Anuar.

3) USAR MÁSCARA DE HIDRATAÇÃO NO CABELO COM LUZES PELO MENOS UMA VEZ NA SEMANA É INDISPENSÁVEL

4) EVITAR USO DE SECADOR, CHAPINHA E BABYLISS NO CABELO DANIFICADO AJUDA NA RECUPERAÇÃO DOS FIOS

Acompanhe a Brunna nas redes sociais e agende o seu horário!

Instagram: @brunnasantana.hairstylist

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Especial

Ser mãe, ter mãe…

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A psicóloga e escritora Ellen Moraes Senra fala sobre o papel de mãe, de filha e os aprendizados do que é ser mãe, ter mãe…

Por Ellen Moraes Senra

Hoje o peito aperta de saudades, mas também de gratidão.

São quase três anos de saudade, mas foram 27 anos de amor, acolhimento, exemplos, alguns desentendimentos, mas, principalmente, muita cumplicidade.

Hoje não escrevo como psicóloga, hoje escrevo como filha e como mãe, pois sabemos que dia das mães é todo dia, porém, esse clichê não precisamos se repetir.

Essa madrugada tive um pesadelo, foi tão real que fui acordada pelo meu marido preocupado. Não importa o teor do sonho, mas ela estava lá, a mulher mais corajosa que conheci, aquela que me ensinou a me importar com os outros e a não me contentar com pouco, pois se ela lutava por mim, tenho obrigação de lutar por mim mesma: Elza, minha mãe, avó do Rafael.

Sempre que posso eu falo dela, entretanto, hoje quero falar do que aprendi com ela e, quem sabe, me parabenizar por saber que tenho sido para o meu filho um pedacinho do que ela foi pra mim.

Afinal, ouvir diariamente “eu te amo”, “você é a melhor mãe do mundo” e “como você é maravilhosa” me convence de que alguma coisa estou fazendo certo.

Ser mãe é uma mistura única

Culpa? Temos muitas, algumas válidas, outras nem tanto.

Berros diários, melhor nem comentar.

Amor? Sim, muito amor, amor esse que cresce a cada dia e a cada aprendizado que meu filho me traz, afinal, aprendi a ser filha para ser mãe. E estou há cinco anos em um curso intensivo, que irá durar a vida toda.

Agradeço à minha mãe por ter me ensinado tanto, por ter sido referência e é aqui que falo para você que, assim como eu, que é filha e também mãe, está dando o seu melhor.

Então, continue seguindo em frente, você é referência para alguém.

Por isso, se pensar em desistir, peça ajuda, mas não jogue a toalha, pois entramos nesse jogo para ganhar e cada vitória conta, a menos que seja você quem se dê por derrotada.

Mas, lembre-se: ser mãe é um ato de coragem e, sendo assim, você já é vencedora nesse jogo.

Feliz Dia das Mães!

Quem é Ellen Moraes Senra?

 Ellen Moraes Senra é psicóloga, palestrante, escritora e professora universitária. Escreve livros para todas as faixas etárias, assim como também para o público negro, sempre com a proposta de que o diálogo, o autoconhecimento e o autoamor são as bases para a felicidade tanto consigo mesmo, quanto com as demais relações a serem construídas na vida.

Dentre suas obras estão “Autoamor: um caminho para a autoestima e regulação emocional feminina”, “A psicologia e a essência da negritude” e “Feiurinha Sabe tudo”. Também é colunista do Jornal Empoderado e da Revista Statto. Saiba mais em @psicologaellensenra.

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Especial

Senadores propõem punição por preços abusivos durante pandemia

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O risco de desabastecimento e a dificuldade de fazer compras estão fazendo com que, em alguns estabelecimentos, até os preços de produtos não relacionados ao combate ao coronavírus sofram aumentos abusivos. Diante disto, senadores propuseram projetos proibindo essas e outras ações.

 

De autoria do senador Marcos do Val (Podemos-ES), o PL 1.610/2020 veda a elevação de preço de alimentos da cesta básica durante estado de calamidade pública. O senador sugere a alteração do Código de Defesa do Consumidor (CDC) e da Lei de Defesa da Concorrência para que o aumento dos preços de alimentos, nessas circunstâncias, seja considerado prática abusiva ou infração da ordem econômica.

“Apenas uma semana após o Congresso Nacional reconhecer a calamidade pública relacionada ao coronavírus, já havia notícias de reajustes de até 70% em produtos de necessidade básica nos supermercados. Esses aumentos repentinos nos preços não se justificam pela elevação dos custos desses produtos, mas pelo oportunismo inescrupuloso de poucos”, diz Marcos do Val na justificação.

 

Já o senador José Serra (PSDB-SP) acredita que cabe ao poder público garantir a produção e o livre acesso a bens e serviços, impedindo abusos. Projeto de sua autoria estabelece medidas gerais a serem seguidas por União, estados, Distrito Federal e municípios em relação a preços e oferta de bens e serviços e abusos contra o consumidor na vigência de estado de emergência ou calamidade pública (PL 1.453/2020).

O texto afirma que é direito de toda pessoa privada, natural ou jurídica, definir livremente o preço de produtos e de serviços como consequência de alterações da oferta e da demanda, devendo o poder público coibir abusos. De acordo com o projeto, o poder público vai poder definir limites de preços para bens essenciais ao enfrentamento da situação emergencial, desde que considere o aumento de custos em toda a cadeia de suprimentos e o ajuste natural entre oferta e demanda. Também vai poder subsidiar preços de bens essenciais para segmentos sociais vulneráveis ou beneficiários de programas de transferência de renda.

 

O senador afirma, na justificação, que nem todos os produtores têm a mesma estrutura de custos.

“Algumas empresas conseguirão produzir com baixo custo e ter mais lucro; outras terão custos mais elevados, e assim margem de lucro menor ou próxima de zero. Quando o governo fixa o preço máximo do bem abaixo do preço que seria determinado por oferta e demanda, os produtores do segundo grupo passam a ter prejuízo, uma vez que o preço pelo qual lhes é permitido vender é agora menor do que seus custos. Eles acabam parando de produzir o bem ou fechando o negócio, o que diminui a produção total desse bem no mercado”.

Criminalização

O Senador Angelo Coronel (PSD-BA) propõe criminalizar a elevação de preços, sem justa causa, em períodos como a pandemia de coronavírus.

De sua autoria, o PL 768/2020 altera o Código de Defesa do Consumidor, passando a vigorar novo artigo que determina detenção de 1 a 3 anos e multa para quem elevar sem justa causa o preço de produtos ou serviços em época de emergência social, calamidade pública ou pandemia.

O senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP) apresentou projeto que altera o Código de Defesa do Consumidor e a lei que define crimes contra a ordem tributária, econômica e contra as relações de consumo (Lei 8.137, de 1990) para estabelecer sanções penais e econômicas para o aumento abusivo no preço de produtos como o que tem ocorrido nos últimos dias devido ao coronavírus. O projeto determina pena de 2 a 5 anos de reclusão e multa para quem praticar esse tipo de crime (PL 771/2020).

 

De acordo com dados apresentados por Randolfe, o preço do álcool em gel de marca popular, por exemplo, aumentou de R$ 16,06, em 27 de fevereiro, para R$ 41,99, em 4 de março. Para ele, a conduta, além de repulsiva, é ilegal e configura prática abusiva.

“Isso ocorre devido à imprecisão dos termos no Código de Defesa do Consumidor e também pela fragilidade da sanção a ser aplicada pelo descumprimento. A elevação que queremos coibir é aquela que representa um aumento na margem de lucro não por otimização dos processos de aquisição, armazenamento, distribuição e venda de produtos, mas por mero aproveitamento de necessidade social ocasionado pela crise de abastecimento”, afirma.

 

Já o senador Alessandro Vieira (Podemos-SE) apresentou projeto que altera o Código Penal para tornar mais severas as penas de crimes contra a saúde pública e contra a administração pública. O PL 1.153/2020 dispõe sobre os crimes de condicionamento de atendimento médico-hospitalar emergencial, epidemia, infração de medida sanitária preventiva, omissão de notificação de doença, invólucro ou recipiente com falsa indicação, substância destinada à falsificação, charlatanismo e curandeirismo.

De acordo com o texto, o a medida agrava as penas de crimes contra a administração pública cujas condutas podem ter relação, ainda que indireta, com a situação de pandemia, tais como peculato, concussão, corrupção passiva e ativa e tráfico de influência.

 

A proposta também modifica a lei que define crimes contra a ordem tributária, econômica e contra as relações de consumo. O projeto tipifica a conduta de elevar exorbitantemente o preço de bens essenciais durante estado de calamidade pública como crime contra as relações de consumo

A medida ainda propõe o agravamento das penas dos crimes contra as licitações e os contratos públicos, mediante inserção de causa especial de aumento, para os casos em que a licitação ou o contrato tiver por objeto o combate a situação de calamidade pública.

Serviços públicos

O senador Rodrigo Cunha (PSDB-AL) apresentou projeto que altera a Lei nº 8.987, de 1995. De acordo com o PL 888/2020, a prestação de serviços públicos essenciais em regime de concessão ou permissão não pode sofrer interrupção durante o período em que for caracterizada pandemia por declaração da Organização Mundial da Saúde (OMS) ou decretada calamidade pública federal reconhecida pela Congresso Nacional, mesmo que o usuário esteja inadimplente. A medida ainda determina que a tarifa dos serviços públicos em regime de concessão ou permissão não poderá sofrer aumento ao consumidor final.

O projeto não retira a possibilidade de, posteriormente, as empresas realizem cortes, cobrem juros e acionem meios judiciais e extrajudiciais de cobrança.

As medidas ainda não têm data para serem apreciadas.

 

Denuncie
Caso o consumidor se sinta lesado, o Procon pede que o usuário informe e formalize a denúncia pelos canais oficiais de sua cidade. Telefone: 151

Fonte: Agência Senado

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