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Coach das musas, Eduardo Machado é indicado ao prêmio ‘Profissional do Ano’!

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Coach e preparador físico, Eduardo Machado foi indicado pelo segundo ano consecutivo ao prêmio ‘Profissional do Ano’. Em 2019 ele levou uma estatueta para casa, e em 2020 espera realizar o mesmo feito.

“Ser reconhecido pelo meu trabalho é gratificante. Vivemos num mundo tão cheio de formas e pouquíssimo conteúdo. Quando fui indicado em 2019 foi emocionante, eu não esperava a indicação e muito menos o prêmio, mas saí de lá com ele nas mãos. 2020 já começou bem, com mais uma indicação e mais mais um possível premio. Estou confiante”, conta.

Sobre trabalhar com tanta mulher bonita sendo um homem bonito e solteiro, Eduardo é direto.

“Não misturo o trabalho com a minha vida pessoal. Trabalho com muitas modelos, mulheres lindas e que qualquer homem queria ter ao lado, menos eu, que estou ali como profissional. A minha postura é que define o reconhecimento e respeito ao profissional que sou”, revela ele.

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Sistema prisional do RS já atingiu a produção de mais de 300 mil unidades de máscaras de proteção com mão de obra de pessoas presas

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Marca foi obtida com a participação de oficinas de todas as regiões do estadoFoto de Divulgação Susepe

Assim que o novo coronavírus foi classificado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) como pandemia, a Secretaria da Administração Penitenciária (Seapen) e a Susepe instalaram um Plano de Contingenciamento para o enfrentamento da Covid-19 no sistema prisional gaúcho, o qual teve como uma das primeiras ações atender à necessidade de materiais e de insumos de proteção para os servidores.

Inicialmente, três unidades unidades de tecidos foram entregues para cada servidor e para cada um dos presos. As máscaras são utilizadas por pessoas presas em deslocamentos, seja em escoltas, seja nas áreas comuns dos presídios.
Para tanto, foi montado um grande esquema de produção de máscaras de proteção nas unidades prisionais do RS, que já atingiu a marca de mais de 300 mil unidades fabricadas. Do total até agora, já foram doadas 20 mil unidades para a Secretaria de Saúde, para proteger suas equipes de profissionais, linha de frente na pandemia.
A iniciativa resultou em várias parcerias dos órgãos com empresas privadas, ONGs, Poder Judiciário, OAB, Polícia Civil, Brigada Militar, hospitais, poderes municipais, que receberam lotes do EPI, como doação.
Pelo menos 50 mil máscaras foram feitas por meio de projetos voluntários para hospitais e municípios, e a fabricação das peças ocorreu na Penitenciária Estadual de Arroio dos Ratos (PEAR), na Penitenciária Estadual Modulada de Osório, no Presídio Estadual de Lajeado, na Penitenciária Estadual Feminina Madre Pelletier e no Instituto Psiquiátrico Forense.
A PEAR, por exemplo, conseguiu produzir, sozinha, 60 mil unidades até agora. No total, o empreendimento envolve, contudo, 27 estabelecimentos com oficinas ativas, e a expectativa é que funcionem até encerrar a necessidade do uso de máscaras de proteção.
“O projeto busca parceiros na iniciativa privada, para dar continuidade às oficinas de costura pós-pandemia, aproveitando a mão de obra capacitada e as oficinas já montadas”, explicou a chefe do Trabalho Prisional da Seapen e da Susepe, Elisandra Minozzo.

 

 Pear produziu sozinha 60 mil unidades de máscaras de proteção

 

Seja um parceiro da inclusão social

“As oficinas de costura promovem a qualificação das pessoas presas. Muitas delas receberam cursos através de voluntários do Conselho da Comunidade e foram replicando o conhecimento entre eles”, garantiu Elisandra.
A produção de máscaras no sistema prisional representa economicidade para os cofres públicos. Cada peça custa R$ 0,91, sendo elaborada dentro das normas de saúde (com três camadas, incluindo uma de material filtrante), uma qualidade acima da média encontrada no mercado.
Em tecido, a máscara é confeccionada de acordo com as normas da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Cerca de 100 presos estão envolvidos nessa fabricação, entre eles alguns beneficiados com a remição da pena pelo trabalho.
Outra vantagem citada pela chefe do Trabalho prisional é a inclusão social. “Essa ocupação em atividades laborais do projeto deu significado a essa espera com cuidado de si e dos que estão na rua, além de capacitá-los para um ofício”.
“O Estado não tem poupado esforços na contenção da Covid-19 no sistema prisional gaúcho. As ações têm como prioridades a atenção à saúde do servidor, da população prisional e o controle da ordem e da disciplina nas unidades prisionais. Todos os servidores envolvidos neste projeto estão de parabéns”, destaca o Superintendente da Susepe, Cesar da Veiga.

O projeto teve apoio da direção geral da Seapen, do Departamento Administrativo (DA), das delegacias penitenciárias, das direções das casas prisionais e do Departamento de Tratamento Penal (DTP).
“Um dos desafios que me impus, ao aceitar o convite para ser o primeiro secretario de Administração Penitenciária do Rio Grande do Sul, foi justamente o de atuar em prol do crescimento do trabalho prisional na nossa rede penitenciária. Esses números exibidos agora comprovam que estamos no caminho certo. Ainda há muito a ser feito, mas não há como não celebrar essa marca histórica”, afirmou o secretário Cesar Faccioli.

 

 

 

Imprensa Seapen e Susepe

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Quando e como procurar um advogado?

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O profissional do Direito, André Leonardo Couto, gestor da ALC Advogados, com mais de 25 anos de atuação, explica como funcionam consultas, honorários e lembra que contratar profissional levando em consideração apenas o preço não é o melhor caminho

A maior dificuldade de um cidadão após ter os seus direitos lesados, seja no âmbito de trabalho, contrato de compra e venda, divórcio, ou mesmo, por causa de uma situação constrangedora, como roubo, está em como acionar a justiça e, consequentemente, contratar um advogado ou escritório para ajudar a resolver a situação. O fato, é que muitas pessoas não têm o entendimento de quando é necessário procurar um profissional e se ele agirá da forma justa. Além disso, existe o receio de ser caro e demorado. Por esse motivo, o advogado André Leonardo Couto, gestor da ALC Advogados, com mais de 25 anos de atuação no Direito do Trabalho e outras áreas, explica como funcionam os serviços, desde a consulta, cobranças de honorários e a importância de criar uma relação de confiança entre cliente e advogado.

Para o advogado André Leonardo Couto, o primeiro passo para se procurar um profissional está entender se a causa é passível de se ter uma atuação jurídica. “Sempre que uma pessoa se sentir lesada em algum direito ou mesmo, for demandada, a sugestão que faço é sempre consultar um advogado devidamente inscrito na OAB e de sua confiança para lhe prestar a devida assistência e lhe aconselhar sobre a necessidade de ajuizamento de uma ação judicial e/ou medidas extrajudiciais. Ou seja, de como proceder a defesa se for demandada ou mesmo, se há viabilidade de uma transação extrajudicial e/ou judicial, como um acordo”, comenta.

Segundo o advogado, existem dúvidas a respeito da cobrança por consultas, que, de acordo com o profissional, as normas da OAB devem ser seguidas. “A não cobrança de consulta pode ensejar processo ético disciplinar, porque pode ser interpretada na prática do exercício da advocacia sem observar o valor mínimo da tabela de honorários instituída pelo respectivo Conselho da OAB Regional”, salienta.

Saiba escolher

Questionado sobre como escolher de forma assertiva um escritório ou mesmo um advogado liberal para ajudar a solucionar um problema, o advogado André Leonardo Couto ressalta que o cliente jamais deve contratar levando em consideração apenas a questão de preço, mas sim, qualidade do serviço. “A escolha de qualquer profissional liberal, dentre eles um advogado ou um escritório de advocacia, deve levar em consideração primordialmente, a relação de confiança entre as partes. Por mais qualificado que seja um profissional ou seu escritório, sem relação de confiança, haverá um sério ruído na prestação de serviços. Outro ponto também é, jamais contrate um profissional ou seu escritório por preço. A advocacia não é licitação e nem um serviço quantitativo. Ao contrário, é um serviço qualitativo”, afirma.

Para ele, não necessariamente as maiores bancas de advogados ou mesmo os escritórios localizados nas grandes cidades possui a melhor prestação de serviços. “Tudo é inerente a especialização e a personalização que os serviços são prestados. Há escritórios menores e/ou profissionais que trabalham sozinhos que apresentam um alto índice de êxito em suas demandas, porque retornam ao cliente a qualidade, somada a personalização e confiança. Portanto, é necessário avaliar bem antes de contratar”, diz.

ALC Advogados

O escritório ALC Advogados está sediado na cidade de Pedro Leopoldo, Região Metropolitana de Belo Horizonte, desde a sua inauguração. Com atuação nacional há 10 anos e vários cases de sucesso, o negócio, que tem à frente o advogado André Leonardo Couto, trabalha principalmente nas áreas do Direito do Trabalho, Cível e Imobiliária, com clientes em diversos Estados. Siga no Instagram @alcescritorio: www.instagram.com/alcescritório

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Profissionais de eventos fazem pedido de socorro com passeata em BH

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Parados há mais de 6 meses, trabalhadores do setor mobilizam uma manifestação para o dia 5 de outubro para chamar a atenção da Prefeitura de Belo Horizonte; o intuito é chamar a atenção do poder executivo municipal para liberar a realização de eventos, tomando todos os cuidados necessários

Obrigados a suspender as suas atividades desde o mês de março deste ano, quando a pandemia de Covid-19 começou a assolar o mundo, milhares de trabalhadores do setor de eventos viram suas rendas serem zeradas de forma abrupta. O setor entrou em uma crise sem precedentes. Em algumas cidades brasileiras, o segmento começa a retomar as atividades de forma gradual, mas em Belo Horizonte ainda não existe uma previsão para o retorno. Por isso, os profissionais da área mobilizam uma manifestação para o dia 5 de outubro, a partir das 15h, com uma passeata que reunirá técnicos, produtores, artistas e outros agentes da indústria do entretenimento, que sairão da Praça da Liberdade e seguirão até a porta da Prefeitura Municipal, vestidos preto e clamando por socorro.

De acordo com Ederson Clayton, que integra a diretoria da AMEE – Associação Mineira de Eventos e Entretenimento, o objetivo desta mobilização é unir as forças com profissionais e empresas do segmento para gritarem por ajuda ao poder executivo municipal da capital mineira. “O setor cultural é responsável por 2% do PIB brasileiro, e, incluindo os eventos, emprega 5,2 milhões de trabalhadores. E não há nada que possamos fazer sem que exista um faturamento. Os caixas das empresas estão zerados, não há previsão de receita, mas as responsabilidades e contas continuam existindo. Os salários de funcionários terão que ser pagos (ou possíveis rescisões), assim como os respectivos impostos, além de outras despesas fixas como aluguel, água, luz, comunicação, serviços de manutenção etc. Se nada for efetivamente feito, 2020 será marcado como o ano em que mais empresas de eventos fecharam as suas portas em toda a história. O nosso setor está agonizando”, diz o profissional.

Além da AMEE, outras entidades que também estão sofrendo com a falta de previsão de retorno dos eventos também participarão da manifestação, como a ABRAPE – Associação Brasileira dos Promotores de Eventos, ABRAFESTA – Associação Brasileira de Eventos, SINDIPROM MG – Sindicato das Empresas de Promoção, Organização e Montagem de Feiras, Congressos e Eventos de Minas Gerais e ABEFORM – Associação Brasileira das Empresas de Formatura. “Entendemos a complexidade do momento e estamos planejando todos os cuidados necessários para evitarmos o aumento de casos de Covid-19. Suplicamos ao nosso prefeito pelo direito de trabalhar. Já elaboramos rígidos protocolos que visam a realização dos eventos de forma segura, tanto para o público, quanto para quem estiver trabalhando, como, por exemplo, a limitação de 50% da capacidade dos locais. O nosso setor está agonizando e precisa de uma rápida retomada para que muitas empresas e empregos não deixem de existir”, completa Ederson Clayton.

Diversos artistas abraçaram a causa e utilizaram as redes sociais para convocar todos os trabalhadores do segmento de eventos para a mobilização. O vocalista do grupo Sorriso Maroto, Bruno Cardoso, gravou um vídeo para ajudar na campanha. “Eu estou aqui para convocar você, que faz parte da indústria de eventos, cultura, arte e lazer, para pedir a sua ajuda para que entre nessa corrente junto com a gente. Venham de preto, porque a gente vai gritar socorro, para que olhem para o nosso setor. A gente precisa voltar a trabalhar”, disse.

Vários outros artistas também utilizaram os seus canais de comunicação para ajudar a mobilizar toda a cadeia de eventos de Belo Horizonte, como DJ Nest. “O setor se eventos é responsável por várias experiências inesquecíveis que você viveu, como uma festa de casamento, uma balada, uma festa formatura, Todos os setores estão voltando, menos o setor de eventos”, diz Nest.

Figuras populares do cenário musical e do entretenimento também aderiram à manifestação, como, Netinho de Paula, João Lucas & Diogo, Rick & Nogueira, Palhaço Pimentão, Alan & Alex, Bim do grupo Pique Novo, o apresentador e jornalista Marcos Maracanã e muitos outros. “Vamos reunir o pessoal da música. O setor de eventos foi o primeiro a parar e será o último a retornar. Estamos esquecidos e precisamos trabalhar. A gente pode voltar a trabalhar de forma consciente e segura, diz o músico de folk mineiro Santero.

Para participar da mobilização, a AMEE – Associação Mineira de Eventos e Entretenimento pede que os profissionais estejam na Praça da Liberdade, vestidos de preto, às 15h. “O intuito não é atrapalhar a rotina da cidade, mas sim chamar a atenção do poder público e da sociedade para a importância do setor de eventos para a cultura, o entretenimento e à economia. Não é só festa. É trabalho, é economia, são vidas. Por isso, vamos fazer a nossa passeata pacificamente e todas as autoridades competentes já foram comunicadas”, completa Ederson Clayton, diretor da AMEE.

Serviço:

Passeata dos profissionais de eventos e artistas de BH

Data: 05 de outubro, segunda-feira

Horário: a partir das 15h

Concentração na Praça da Liberdade e passeata até a porta da Prefeitura Municipal de Belo Horizonte

Entidades que participarão da manifestação: AMEE – Associação Mineira de Eventos e Entretenimento, ABRAPE – Associação Brasileira dos Promotores de Eventos, ABRAFESTA – Associação Brasileira de Eventos, SINDIPROM MG – Sindicato das Empresas de Promoção, Organização e Montagem de Feiras, Congressos e Eventos de Minas Gerais e ABEFORM – Associação Brasileira das Empresas de Formatura.

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