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Coronavírus

Casos de covid-19 sobem 7,5% em Portugal. Há 140 mortos

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De acordo com o boletim epidemiológico da Direção-geral da Saúde, há 6.408 casos de covid-19 em Portugal – mais 446 do que no domingo. Mortes sobem de 119 para 140 e o número de recuperados mantém-se nos 43.

O número de casos confirmados de covid-19 subiu para os 6.408, o que constitui um aumento de 7,5% em relação ao dia anterior. Há 571 pessoas internadas, entre as quais 164 nos cuidados intensivos.

O Norte voltou a ser a região com maior aumento de casos, 251 em relação a domingo, numa subida de 7%, tal como Lisboa e Vale do Tejo (99, num total de 1577) e no Algarve (oito, num total de 116).

A região Centro tem mais 75 casos, num total de 784. O Alentejo teve um abrandamento na subida, com apenas mais quatro casos.

A maior subida verificou-se nos Açores, que passaram de 33 para 41 casos.

O maior crescimento deu-se na faixa acima dos 80 anos (mais 78) e 30% dos 446 novos casos positivos foi acima dos 70 anos.

A percentagem de mulheres infetadas tem vindo a subir de forma ligeira e gradual, com mais 64 mulheres do que homens infetados, num total de mais 616.

O número de países e de casos importados não teve alterações em comparação com as informações da véspera: mantêm-se os 38 países com casos importados, num total de 427 casos identificados com especial incidência para Espanha, França e Reino Unido (com mais 13 casos do que Itália).

Os números oficiais dão conta de que há um total de 140 mortes em Portugal, mais 21 em comparação com domingo. A incidência maior fixa-se de novo nas pessoas acima dos 80 anos, com 15 casos. A informação disponibilizada esta segunda-feira não faz ainda referência ao jovem de 14 anos de Ovar que faleceu este domingo em Santa Maria da Feira. Há apenas os casos de duas mulheres abaixo dos 50 anos

Leia também:  Rio Grande do Sul registra mais 59 óbitos e 2.914 novos casos de coronavírus

O número de recuperados mantém-se nas 43 pessoas. Em conferências de imprensa, no domingo, a ministra da Saúde, Marta Temido, realçou que os números podem estar enviesados por atrasos temporais.

“Este vírus não dá tréguas”

Na conferência de imprensa, o secretário de Estado da Saúde António Lacerda Sales diz que “há duas semanas fecharam as escolas e há duas semanas que as famílias estão nas suas casas a fazer a sua parte nesta luta contra a pandemia”. “Temos todos de continuar este trabalho porque este vírus não dá tréguas”.

O responsável agradeceu aos portugueses que têm sido “exemplares” neste comportamento cívico, mas “aos que ainda hesitam em seguir esta conduta, tentados por uma manhã de sol ou por uma falsa ideia de invencibilidade”. “Ficar em casa é salvar vidas”, disse.

Segundo António Lacerda Sales, as prioridades são “testar, isolar, proteger e tratar”.

O responsável explicou que a reserva nacional recebeu, na semana passada, mais de 66 mil testes, 5,2 milhões de máscaras cirúrgicas e 1,2 milhões de respiradores FFP2 entre outros equipamentos como batas e fatos. “Hoje mesmo devem chegar 700 mil respiradores FFP2 e 200 mil testes. Nos próximos dias, 100 toneladas de equipamentos de proteção individual”.

Os primeiros casos confirmados foram registados no dia 2 de março e o país encontra-se em estado de emergência desde as 0h de 19 de março e até às 23h59 de 2 de abril.

O novo coronavírus, responsável pela pandemia da covid-19, já infetou mais de 640 mil pessoas em todo o mundo, das quais morreram mais de 30.000. Dos casos de infeção, pelo menos 130.600 são considerados curados.

Depois de surgir na China, em dezembro, o surto espalhou-se por todo o mundo, o que levou a Organização Mundial da Saúde (OMS) a declarar uma situação de pandemia. Vários países adotaram medidas excecionais, incluindo o regime de quarentena e o encerramento de fronteiras.

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Brasil

Butantan anuncia que testes da CoronaVac chegaram à fase final

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© REUTERS/Thomas Peter/Direitos Reservados
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Os resultados sairão na primeira semana de dezembro

Chegou à fase final o estudo clínico da CoronaVac, a vacina desenvolvida pelo Instituto Butantan em parceria com biofarmacêutica Sinovac Life Science. De acordo com informações do governo de São Paulo e do Instituto Butantan, os resultados sairão na primeira semana de dezembro e a previsão é a de que, até janeiro de 2021, 46 milhões de doses estejam disponíveis no Brasil.

Os resultados serão enviados pelo Comitê Internacional independente na primeira semana de dezembro para que a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) analise o relatório para verificação da vacina. Os testes no Brasil estão sendo coordenados desde julho pelo Butantan em 16 centros de pesquisa científica espalhados em sete estados brasileiros e no Distrito Federal, com 13 mil voluntários envolvidos. Na última semana, o primeiro lote com 120 mil doses chegou a São Paulo.

Na última terça-feira (17), os resultados da fase anterior de estudos clínicos da CoronaVac foram publicados pela revista científica Lancet, uma das mais importantes do mundo. A publicação mostrou que a vacina é segura e tem capacidade de produzir resposta imune no organismo 28 dias após sua aplicação em 97% dos casos.

Outras vacinas

Hoje (23) a farmacêutica britânica AstraZeneca anunciou a vacina que o laboratório está desenvolvendo contra o novo coronavírus pode ter 90% de eficácia, sem nenhum efeito colateral grave. Desenvolvida pela Universidade de Oxford, atingiu esse percentual na prevenção da doença quando administrada em meia dose e, pelo menos um mês depois, uma dose integral, de acordo com dados do estudo clínico em estágio avançado realizado no Reino Unido e no Brasil. A farmacêutica terá 200 milhões de doses da vacina até o final deste ano, com 700 milhões de doses prontas globalmente até o fim do primeiro trimestre de 2021.

Leia também:  Espanha registra mais de 200 novas mortes diárias por coronavírus

A americana Pfizer informou na última quarta-feira (18) que os resultados finais do teste de estágio avançado de sua vacina mostram que o imunizante é 95% eficaz, tem todos os dados de segurança exigidos referentes a dois meses e que solicitaria autorização para uso emergencial nos Estados Unidos em alguns dias. Segundo a Pfizer, a eficácia da vacina desenvolvida em parceria com alemã BioNTech foi consistente em dados demográficos de idade e etnia, e que não houve efeitos colaterais importantes.

A concorrente Moderna divulgou na segunda-feira (16) dados preliminares para sua vacina, mostrando eficácia semelhante.

//Agência Brasil

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Boas Notícias

Agência Europeia de Medicamentos prevê distribuição de vacinas contra o coronavírus em janeiro

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Vacinas da Pfizer e da BioNTech estão entre as mais avançadas Foto: Reprodução
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O diretor da EMA (Agência Europeia de Medicamentos), Guido Rasi, afirmou neste sábado (14) que uma vacina contra o novo coronavírus pode começar a ser distribuída na Europa a partir de janeiro.

“Se os dados são sólidos, poderemos dar o sinal verde para a primeira vacina até o fim do ano e começar a distribuição a partir de janeiro”, declarou o diretor.

A Comissão Europeia, responsável pela autorização final das vacinas, anunciou que acertou com a Pfizer e a BioNTech a compra de cerca de 300 milhões de doses do imunizante.

“Temos recebido também dados pré-clínicos da AstraZeneca e tivemos várias discussões com a Moderna. Com uma vacina no mercado em janeiro, teremos os primeiros efeitos sobre a propagação do vírus em cinco ou seis meses, especialmente durante o próximo verão europeu”, destacou o diretor.

Ainda que as previsões otimistas se confirmem, Rasi afirmou que está claro que não será possível uma vacinação ampla da população, e pessoas “mais expostas”, como idosos e profissionais da saúde, devem ser priorizadas. Rasi acredita, no entanto, que vacinar mais da metade da população europeia, algo em torno de 500 milhões de doses, terá um efeito significativo na contenção da pandemia.

“Se tudo correr bem, até o final de 2021 teremos uma imunização suficiente”, completou. O mandato de Rasi na diretoria da EMA terminou nesta sexta. A farmacêutica Emer Cooke substituiu ele no posto.

O Sul

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Brasil

Casal de brasileiros é expulso do Uruguai devido a medidas de prevenção ao coronavírus

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Casal tentou se hospedar em um hostel no balneário de Punta del Diablo, que fica a pouco mais de 40 km da fronteira com o Brasil — Foto: Divulgação/Intendência Departamental de Rocha
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Um casal brasileiro foi expulso do Uruguai, na semana passada, devido a medidas de prevenção ao coronavírus. Segundo as autoridades uruguaias, o fato aconteceu porque eles não tinham visto de permanência do serviço de migração e nem os testes negativos para Covid-19, como é exigido pelo governo uruguaio aos estrangeiros que têm autorização de trânsito pelo interior do país.

De acordo com a polícia uruguaia, o homem de 31 anos e a mulher de 32 entraram no país vizinho pela cidade gaúcha de Chuí, através da BR-471. Eles tentaram se hospedar em um hostel no balneário de Punta del Diablo, que fica a pouco mais de 40 km da fronteira com o Brasil.

O presidente do Uruguai, Luis Lacalle Pou, falou sobre o caso, na sexta-feira (6), durante a inauguração de uma central elétrica que vai beneficiar comunidades rurais do departamento de Tacuarembó, que fica a 116 km de Santana do Livramento, na Fronteira Oeste do RS.

“Dois brasileiros passaram sem permissão e tiveram que voltar pra trás. E isso é o que vamos fazer com cada um que não está autorizado a estar no país. Temos que cuidar de nós mesmos, não é fácil a coisa. O mundo ainda está complicado, a região está complicada, então vamos cuidar dos uruguaios”, afirma o presidente uruguaio.

O presidente uruguaio também afirmou que as fronteiras do país vizinho vão continuar fechadas para o tradicional turismo de verão por causa da pandemia de Covid-19.

“Não haverá abertura de fronteiras para o turismo de verão esse ano. Está muito claro e parece simples que se cumprimos isso vamos nos sair bem em relação à pandemia”.

 

O governo uruguaio não informou em qual estado do Brasil o casal reside.

Por Lucas Bello, RBS TV

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