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Economia

Caixa Econômica Federal não libera novos créditos do auxílio emergencial de R$ 600 há duas semanas

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Créditos: Agência Brasil

A Caixa Econômica Federal completa nesta quinta-feira (14) duas semanas sem liberar novos créditos do Auxílio Emergencial. O último balanço dos pagamentos divulgado pelo banco, às 12h de terça-feira (12), apontava que haviam sido creditados até então R$ 35,5 bilhões a 50 milhões de brasileiros – mesmos números informados desde 30 de abril. Enquanto isso, milhões de brasileiros que aguardam o benefício seguem sem saber se – e quando – irão receber.

 

Mesmo para os que já receberam a primeira parcela do pagamento, a segunda e a terceira ainda são uma incógnita. Até a noite de terça-feira, Caixa e Ministério da Cidadania não haviam divulgado o calendário de pagamentos para essas parcelas. Apenas os trabalhadores que já são beneficiários do Bolsa Família têm data para receber, já que os pagamentos seguem o calendário do Bolsa.

O governo previa inicialmente pagar a segunda parcela do Auxílio Emergencial entre os dias 27 e 30 de maio, ficando a terceira para entre os dias 26 e 29 de maio. A Caixa chegou a anunciar a antecipação dessa parcela, mas ela foi cancelada. Desde então, os trabalhadores aguardam a divulgação das novas datas.

Na última segunda-feira (11), o vice-presidente de varejo da Caixa Econômica Federal, Paulo Henrique Angelo, disse que o banco aguardava o governo federal divulgar o novo calendário do Auxílio Emergencial para detalhar como será feito o pagamento das próximas parcelas.

Posicionamento

A Caixa informou que aguarda a divulgação do calendário das próximas parcelas do Auxílio Emergencial pelo governo federal. O banco aguarda o envio das informações de um novo lote de cadastros pela Dataprev.

“A Caixa esclarece que a responsabilidade pela análise de quem tem o direito ao Auxílio Emergencial é da Dataprev, que é a instituição do Governo Federal responsável por verificar se o cidadão cumpre todas as exigências previstas na lei, com homologação do Ministério da Cidadania”, informou o banco em nota.

 

Pedidos em análise

Na quarta-feira (13), a Dataprev, empresa pública responsável por identificar quem tem direito a receber o Auxílio Emergencial de R$ 600, informou que deveria entregar no mesmo dia o resultado do processamento de mais 14 milhões de pedidos do benefício feitos através do aplicativo e do site do programa.

Segundo a empresa, os dados processados incluem novos cadastros e complementações cadastrais (cadastros refeitos por terem sido considerados inconclusivos) feitos entre os dias 23 e 30 de abril. É a partir dessa avaliação que a Caixa Econômica Federal libera os pagamentos.

Atualmente, 2,3% do total de quem se inscreveu no site e aplicativos está em processamento adicional em função da complexidade de cenários e cruzamentos. São 1,04 milhão de solicitações que ainda aguardam análise: 38 mil cadastros concluídos entre 7 a 10 de abril; 1 mil pedidos feitos entre 11 e 17 de abril; e 1 milhão solicitados de 18 a 22 de abril.

Até o dia 30 de abril, dos 96,9 milhões de CPFs que já foram analisados e enviados à Caixa Econômica Federal, 50,52 milhões atenderam aos critérios da lei e foram considerados elegíveis para receber o benefício, ou seja, 52,1% do total.

Outros 27,2 milhões estavam inelegíveis e não poderão receber o auxílio (30,5%), e 13,6 milhões (15,2%) classificados como inconclusivos, ou seja, precisam de complementação nos cadastros. O índice de exclusão está dentro da média de balanços anteriores divulgados pela Dataprev.

A Dataprev trabalha no processamento das informações e a homologação dos dados é realizada em conjunto com o Ministério da Cidadania. Já a Caixa efetua o pagamento, desenvolve e mantém o aplicativo, que informa o resultado processamento realizado pela Dataprev e homologado pelo Ministério da Cidadania.

O Sul

Economia

Caixa ampliará para 4 meses pausa no financiamento da casa própria

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Por conta da pandemia do novo coronavírus, banco anunciou em março suspensão das cobranças por 190 dias. Presidente da Caixa já tinha dito que prazo poderia ser esticado diante da crise

O presidente da República Jair Bolsonaro afirmou nesta quinta-feira (14) que a Caixa Econômica Federal vai ampliar de três para quatro meses o período de suspensão das cobranças de financiamentos da casa própria.

 

Ao sair do Palácio da Alvorada nesta quinta, Bolsonaro disse ter lido uma notícia sobre as dificuldades da população para quitar as prestações em meio à pandemia do novo coronavírus.

Ele disse ter conversado nesta manhã com o presidente do banco, Pedro Guimarães, que concordou com o aumento do prazo. Segundo Bolsonaro, cerca de 2,3 milhões de clientes da Caixa já pediram para pausar a cobrança do financiamento imobiliário.

“Porque não adianta apenas prorrogar, se o elemento que perdeu o emprego, teve o salário reduzido, não tem como pagar a prestação da casa própria. O que está sobrando de dinheiro para ele, está sendo pra comida”, disse Bolsonaro.

Em 19 de março, a Caixa suspendeu a cobrança por dois meses. Porém, em 26 de março, anunciou que a pausa seria ampliada para três meses.

Mais tarde, em 9 de maio, Guimarães já tinha dito que, diante da crise provocada pela pandemia, a suspensão poderia ser mantida por ainda mais tempo. Essa pausa vale apenas para contratos antigos de pessoas físicas.

Os financiamentos da casa própria contratados a partir de 13 de maio terão carência de seis meses para o pagamento. Durante esse tempo, as pessoas físicas não precisarão pagar as parcelas.

 

Aplicativo Caixa Econômica Federal– FGTS.

Como suspender o pagamento

Para ter direito, os clientes devem procurar o banco e solicitar a suspensão. A recomendação é a utilização dos canais digitais, como banco pela internet, aplicativos para celulares, como o “Habitação CAIXA”, além dos telefones 3004-1105 e 0800 726 0505.

Para renegociação dos contratos, o cliente pode entrar em contato pelo telefone 0800 726 8068 .

Fonte: [email protected]

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Economia

Energia solar é opção para preservar o meio-ambiente e economizar

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Vantagens fiscais e sustentabilidade chamam a atenção; período pós-quarentena promete aquecer o mercado

Nos últimos anos, a energia fotovoltaica, popularmente conhecida como energia solar, se tornou uma das grandes apostas do mercado. A preocupação com o meio-ambiente, aliada ao retorno econômico dessa opção, transformou o mercado em um grande expoente para os investidores. A tendência é que, em um futuro próximo, consumidores de todos os segmentos optem ainda mais por esse tipo de energia.

Gustavo Henrique de Almeida, CEO da Amerisolar Brasil, explica que o cenário atual pode beneficiar ainda mais o setor nos próximos anos. “As pessoas estão cada vez mais preocupadas em preservar o meio-ambiente. As notícias e as projeções relacionadas à importância da sustentabilidade coloca a população geral em estado de alerta. Enquanto isso, devido à crise crescente que estamos passando mundialmente por causa da pandemia de coronavírus, muitas pessoas e empresas vão precisar de meios para economizar e reduzir custos”, afirma.

No caso da energia fotovoltaica, especialistas se mostram otimistas exatamente por essa ser uma opção que reúne as duas necessidades principais da sociedade atual. “Economistas, governantes e defensores do meio-ambiente defendem cada vez mais a conscientização sobre os benefícios desse tipo de energia em longo prazo”, completa Gustavo.

Redução de tributos é uma das principais vantagens da energia fotovoltaica

Além de economizarem na conta mensal – a redução pode ser de 95% em relação à conta de energia elétrica convencional – os consumidores também possuem algumas vantagens em relação aos tributos. Para o Imposto sobre circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), cada estado brasileiro possui autonomia para decidir o valor de tributação. Gustavo comenta que diversos estados, principalmente aqueles que possuem mais potencial para a geração de energia limpa, já optaram pela isenção do ICMS para os consumidores da energia fotovoltaica. “Este é o caso, por exemplo, de Minas Gerais, São Paulo, Rio de Janeiro, Bahia, Distrito Federal e outros. A tendência é que todos os estados brasileiros optem por isso no futuro”, complementa.

Enquanto isso, no caso do PIS e COFINS, que são dois impostos federais, caso o contribuinte consiga realizar a compensação de geração de energia, ele recebe a isenção de tais tributos.

Fonte: Gustavo Henrique de Almeida, CEO da Amerisolar Brasil, Doutor em Direito Privado e Professor Universitário. Possui experiência com Gestão, Consultoria, Implantação de novos negócios, avaliação de risco empresarial, Product Owner de startups.

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Economia

Ao vivo: Caixa atualiza informações sobre auxílio emergencial

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Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Banco se prepara para pagamento da 2ª parcela do benefício

 

Neste momento, o vice-presidente da Rede de Varejo da Caixa Econômica, Paulo Henrique Angelo, participa de entrevista online e atualiza informações sobre o auxílio emergencial.

Acompanhe ao vivo

Até sábado (9), cerca de 93% dos mais de 50 milhões de pessoas que tiveram o auxílio emergencial de R$ 600 (R$ 1,2 mil para mães solteiras) autorizados pela Dataprev haviam movimentado os valores creditados.

 

De acordo com o banco, 20.314.311 transações financeiras foram registradas na poupança digital envolvendo o auxílio emergencial. Deste total, 8.274.636 foram por meio de transferência na própria Caixa; 4.134.325 por meio de DOC ou TED; 49.281 por débito em cartão ELO; e cerca de 930 mil por meio de pagamentos via boleto ou concessionárias. O total de saques registrados ficou em 6,92 milhões.

 

//EBC

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