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Brasil

Brasil não terá horário de verão pelo segundo ano seguido

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Foto: Pixabay

Pelo segundo ano seguido, o Brasil não terá horário de verão, quando os relógios são adiantados em uma hora com o objetivo de diminuir o consumo de energia entre outubro e fevereiro, aproveitando mais a luz solar.

Em abril do ano passado, por decreto, o presidente Jair Bolsonaro encerrou o horário de verão após um estudo do Ministério de Minas e Energia. “Nos últimos anos, com as mudanças no hábito de consumo da população e a intensificação do uso do ar-condicionado, o período de maior consumo diário de energia elétrica foi deslocado para o período da tarde, quando o horário de verão não tinha influência. Como a luz traz consigo o calor, o horário de verão também passou a produzir um efeito de aumento de consumo em determinados horários, que já superavam seus benefícios”, explicou a pasta.

A redução da economia de energia com o horário de verão começou a ser percebida e questionada em 2017, quando foi registrada uma queda de consumo da ordem de 2.185 megawatts, equivalente a cerca de R$ 145 milhões. Em 2013, a economia havia sido de R$ 405 milhões, caindo para R$ 159,5 milhões em 2016, uma redução de 60%.

O Sul

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STF

Plenário do Senado aprova indicação de Kassio Nunes Marques para o STF

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Samuel Figueira/Proforme/Direitos Reservados

Desembargador ocupará vaga aberta com aposentadoria de Celso de Mello

O plenário do Senado aprovou nesta quarta-feira (21) por 57 votos a 10 e uma abstenção a indicação do desembargador Kassio Nunes Marques, do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1), para Supremo Tribunal Federal (STF). Nunes foi indicado pelo presidente Jair Bolsonaro para ocupar a vaga aberta com a aposentadoria do ministro Celso de Mello, que deixou a Corte poucas semanas antes de completar a idade limite para ocupar o cargo, de 75 anos.

O nome do magistrado foi aprovado na tarde de hoje, na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado, após pouco mais de 10 horas de sabatina. O desembargador respondeu sobre diversos assuntos na CCJ, entre eles a separação dos poderes, ativismo judicial, combate à corrupção, a Lava Jato, porte de armas, crime de homofobia, presunção de inocência, entre outros.

Durante a sabatina, o magistrado se definiu com perfil “garantista”. Para ele, o chamado “garantismo judicial” significa a aplicação da lei e da Constituição e não pode ser confundido com leniência.

“Sim, eu tenho esse perfil. O garantismo deve ser exaltado porque todos os brasileiros merecem o direito de defesa. Todos os brasileiros, para chegarem a uma condenação, precisam passar por um devido processo legal. E isso é o perfil do garantismo, que, de certa forma, pode estar sendo interpretado de uma forma diferente, inclusive com esse instituto do textualismo e o originalismo”, argumentou.

Segundo Nunes, o “garantismo” não atrapalha o combate à corrupção ou favorece a impunidade. “Não verifico nenhum conflito entre ser um juiz garantista e isso de alguma forma atrapalhar o combate à corrupção. Ao contrário, acho que chegaremos a uma construção muito mais justa ao final e sem margem para nulidade no processo”, completou.

Leia também:  Covid-19: Brasil negocia com nove laboratórios sobre possíveis vacinas

Sob a alegação de estar impedido de comentar casos que possa vir a julgar se for confirmado para uma cadeira no Supremo, o desembargador, por outro lado, deixou de responder a alguns questionamentos, incluindo temas como a redução da maioridade penal, demarcação de terras indígenas e o inquérito das fake news, que tramita no STF sob relatoria do ministro Alexandre de Moraes.

“Em razão da norma contida no inciso III do art. 36 da Lei da Organização da Magistratura Nacional (Loman), eu, na condição de magistrado, não tenho condição de emitir nenhuma opinião sobre processo que esteja na relatoria de um outro membro do Poder Judiciário”, disse o desembargador, ao ser questionado sobre as fake news (notícias falsas).

por Agencia Brasil

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ANP

Gás de cozinha sobe 5%

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Com este novo aumento nas refinarias, o acumulado do ano já chega a 10,5%.

O gás de cozinha vai ficar mais caro. Isso por que a Petrobrás reajustou, numa média de 5 por cento, o preço de venda do produto nas refinarias.

 

Um aumento de 2 reais e 90 centavos, com o preço do botijão, sem impostos e sem taxas, chegando a 30 reais e 74 centavos às distribuidoras.

Com esse aumento, o acumulado do ano já chega a 10 e meio por cento. Pelo brasil, o preço de revenda do gás ao consumidor varia de acordo com o estado. Segundo levantamento da agência nacional do petróleo, a anp, o botijão mais caro é vendido no estado do mato grosso, a 115 reais.

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Brasil

Saque do auxílio nesta quinta-feira

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Aniversariantes de novembro podem sacar nesta quinta-feira mais uma parcela do auxílio emergencial.

 

Aproximadamente três milhões e 800 mil pessoas têm direito ao saque. Este pessoal recebeu alguma parcela do benefício no dia 28 de setembro. Para quem recebeu até a quinta parcela do auxílio, o valor do saque é de 600 reais. Da sexta parcela em diante, o governo liberou apenas a metade, 300 reais.  Para sacar é preciso antes gerar um código no aplicativo caixa tem.

 

A transferência também pode ser feita pelo aplicativo e não haverá cobrança de taxa. Também nesta quinta-feira recebem a sétima parcela do auxílio emergencial o pessoal do bolsa família. O calendário de pagamentos do programa é de acordo com o número de identificação social. O bolsa família também recebe o auxílio pela metade, 300 reais.

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