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Esporte Feminino

Brasil luta, mas perde para França e dá adeus à Copa do Mundo feminina

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Equipe brasileira saiu atrás no placar, buscou empate, mas acabou eliminada com gol de Henry.

O sonho acabou. Pelo menos na Copa do Mundo de Futebol Feminino não dá mais para a seleção brasileira. Neste domingo, Marta e cia entraram em campo com a difícil missão de enfrentar a França, dona da casa, pelas oitavas de final e acabaram sendo eliminadas na prorrogação.

O primeiro tempo equilibrado mostrou que o Brasil não daria refresco para as francesas, com marcação forte e tentando jogar no contra-ataque. As donas chegaram a abrir o placar, mas o VAR anulou o gol ao marcar falta na goleira Bárbara.

No início da segunda etapa, Gauvin abriu o placar após cruzamento rasteiro de Diani. O Brasil manteve a postura em campo de esperar por uma escapada no ataque. E deu certo. Após sobra na área, Thaísa bateu no canto e deixou tudo igual.

Na prorrogação, Debinha teve a chance clara de dar a vitória às brasileiras, mas foi da capitã Henry o gol que selou a classificação francesa. Final, França dois, Brasil um. Valeu, guerreiras!

Pelo Grupo B da Copa América, a Argentina espantou a má fase e venceu o Catar por dois a zero, em Porto Alegre. Lautaro Martínez e Aguero fizeram os gols. Na Arena Fonte Nova, a Colômbia derrotou o Paraguai por um a zero, gol de Cuellar, volante do Flamengo, e manteve a campanha 100%, com três vitórias em três jogos.

No sábado, a seleção de Tite deu show e goleou o Peru no Itaquerão, em São Paulo. Cinco a zero para o Brasil, com gols de Casemiro, Firmino, Everton Cebolinha, Daniel Alves e William. Agora, o time comando por Tite aguarda o restante da rodada para conhecer seu próximo adversário. O Brasil termina a fase de grupos em primeiro no grupo A, com sete pontos, seguido da Venezuela, que bateu  a Bolívia por três a um e ficou com o segundo lugar. O Peru, mesmo com a goleada sofrida para o Brasil, também avança como um dos melhores terceiros colocados.

Nesta segunda, dois jogos encerram a fase de grupos. No Maracanã, o Chile, já classificado, encara o Uruguai na luta pela liderança. No Mineirão, o Equador mede forças contra o Japão. Quem vencer, será o adversário do Brasil nas quartas. Em caso de empate, quem se classifica e encara a nossa seleção é o Paraguai. A bola rola para os dois compromissos a partir das oito da noite, horário de Brasília.

Esporte Feminino

Brasil conhece a sua primeira surfista garantida na Olimpíada de Tóquio-2020

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Tatiana Weston-Webb, de 23 anos, tornou-se neste domingo (20) a primeira surfista do País garantida na Olimpíada de Tóquio-2020, quando o esporte fará sua estreia nos Jogos. Ela confirmou sua vaga ao avançar às quartas de final da etapa de Portugal da WSL (Liga Mundial de Surfe), ainda em disputa nas águas de Peniche.

Nascida em Porto Alegre e filha de pai inglês e mãe brasileira, Tatiana vive no Havaí desde os dois anos de idade. O sonho olímpico motivou a surfista a optar por defender a bandeira do Brasil em vez de a americana. Sua primeira etapa como competidora do país foi em maio do ano passado.

“Tenho muito orgulho por representar o Brasil, que foi onde eu nasci e é onde está o meu coração, sem esquecer de onde eu cresci e que realmente me fez a surfista que sou hoje”, afirmou.

Atualmente, ela ocupa a oitava posição do ranking da WSL. Silvana Lima, 34, está na 12ª posição da temporada e ainda disputa a sua vaga em Tóquio. Entre os homens, os dois representantes serão conhecidos apenas na última etapa do Mundial, em dezembro, no Havaí. Gabriel Medina, 25, Filipe Toledo, 24, e Italo Ferreira, 25, concorrem.

Neste domingo, Medina perdeu a chance não só de confirmar sua presença no Japão, mas também de sair de Portugal com o tricampeonato mundial. Nas oitavas de final, ele liderava a bateria contra o compatriota Caio Ibelli, mas se confundiu ao achar que a prioridade de escolha era dele e atrapalhou o adversário na onda. A interferência foi punida com a anulação de uma das notas da bateria, e Medina acabou eliminado.

Filipe e Italo, além do sul-africano Jordy Smith e do americano Kolohe Andino, concorrentes ao título de 2019, ainda estão vivos etapa portuguesa, que deverá ter continuidade nesta segunda-feira (21). A definição do campeão ocorrerá a partir do dia 8 de dezembro, na etapa de Pipeline, no Havaí.

// O Sul

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Esporte Feminino

A brasileira Beatriz Ferreira derrota chinesa e ganha a medalha de ouro no Mundial de Boxe

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A brasileira Beatriz Ferreira derrotou a chinesa Cong Wang, neste domingo, e conquistou a medalha de ouro na categoria leve (até 60 quilos) no Mundial de Boxe, disputado na Rússia. A decisão dos jurados foi unânime: três anotaram 29 a 28 e 30 a 27 para a brasileira. Bia festejou com uma dancinha em cima do ringue. antes de abraçar os técnicos Mateus Alves e Léo Macedo.

Além da medalha de ouro, Bia foi escolhida como a melhor boxeadora do Mundial. Com a conquista, Bia ratifica sua condição de favorita a conquistar uma medalha nos Jogos Olímpicos de Tóquio, no ano que vem, mas antes ela deverá se classificar no pré-olímpico.

Menor que a adversária, Bia encontrou logo a distância correta para soltar seus golpes. Muito rápida, conseguiu colocar ganchos e cruzados em precisos contra-ataques, que foram frustrando a lutadora chinesa.

Como Wang é muito forte no contra-ataque, Bia teve paciência para esperar a chinesa tomar a iniciativa para só depois buscar o ataque. A tática deu certo e, por várias vezes, o ataque da brasileira pegou em cheio o alvo.

Outro ponto favorável à brasileira foram os golpes aplicados na linha de cintura, que surpreenderam e castigaram a lutadora asiática. Com ótimo preparo físico, a lutadora nacional conseguiu manter o ritmo os três assaltos e obteve a vitória sem sustos.

A trajetória de Bia no Mundial foi impecável. Ela somou quatro vitórias antes de chegar à decisão: derrotou Keamogetse Kenosi, de Botsuana, por nocaute técnico no segundo assalto; eliminou a venezuelana Omailyn Alcalápor, por decisão unânime nas oitavas de final; bateu a russa Natalia Shadrina em decisão dividida e superou a norte-americana Rashida Ellis por 4 votos a 1.

Aos 26 anos, Bia soma 24 pódios em 25 competições. Ela só fica fora dos três primeiros lugares no Mundial passado. Em agosto, a boxeadora ganhou o ouro no Pan-Americano de Lima, no Peru. Em 2018, foi campeã sul-americana em Cochabamba, na Bolívia.

Bia começou no boxe aos quatro anos de idade na garagem de casa, onde seu pai, Raimundo, mais conhecido no boxe como Sergipe (tricampeão baiano, bicampeão brasileiro e sparring de Popó) dava aulas para crianças carentes da região.

Por falta de competições de boxe feminino, Bia precisou esperar até 2014 para iniciar a carreira. Venceu uma luta, mas acabou desclassificada pois já havia participado de uma competição de muay thai e recebeu uma punição de dois anos, pois a Aiba (Associação Internacional de Boxe) proibia que as atletas participassem de competições por outras modalidades .

Bia voltou em 2016 e passou também a ser sparring de Adriana Araújo, medalha de bronze na Olimpíada de Londres-2012. Talentosa, ficou com a vaga da amiga, que passou para o boxe profissional.

A medalla de ouro conquistada por Bia é a quarta do boxe feminino. Em 2002, na segunda edição da competição, Ana Paula Lucio dos Santos foi bronze, em Antalya, na Turquia. Em 2010, em Barbados, Roseli Feitosa sagrou-se campeã mundial e, em 2014, Clélia Costa ficou com o bronze, na Coreia do Sul.

No masculino, a lista começa com Everton Lopes, campeão mundial em Baku, no Azerbaijão, em 2011. Na mesma competição, Esquiva Falcão foi bronze. Dois anos depois, Everton foi bronze e Robson Conceição, prata. Em 2015, Robson subiu mais uma vez no pódio para receber bronze. As informações são do jornal Estado de S. Paulo.

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Esporte Feminino

Inglaterra vence Noruega e se torna 1ª semifinalista da Copa feminina

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A Inglaterra derrotou a Noruega por 3 a 0 em jogo disputado nesta quinta-feira (27) no estádio Océane, em Le Havre, e se tornou a primeira semifinalista da Copa do Mundo de Futebol Feminino.

A seleção inglesa buscou a vitória desde o início. Com isso, conseguiu abrir o placar logo aos 2 minutos de jogo. Parris tocou para Bronze, que avançou pela direita, deixou para trás a lateral adversária e cruzou da linha de fundo para o meio da área. A artilheira White fura, mas Scott aparece logo atrás para marcar.

Com a desvantagem no placar, a Noruega passou a se arriscar mais, enquanto a Inglaterra continuava apostando nas jogadas pelos lados do campo.

Em uma dessas jogadas, aos 20 minutos, Parris recebe na direita, se livra de Minde e, dentro da área, bate colocado. Mas a bola vai para fora, perdendo uma boa chance.

Foi da ponta direita que nasceu outra boa jogada da equipe inglesa. Aos 28 minutos, Parris recebe cobrança de lateral e toca para White, que acerta uma pancada na trave do gol norueguês.

E, de tanto tentar, a Inglaterra conseguiu ampliar sua vantagem. Em ótima jogada de Parris. Aos 39 minutos, a ponteira recebe passe, invade a área adversária e toca para White, que sozinha escora para o fundo das redes.

O panorama não mudou no segundo tempo. Aos 11 minutos, a lateral Bronze marcou um golaço. Em cobrança de falta ensaiada ao lado da área da Noruega, Mead cobra para trás, e Bronze dá uma pancada de primeira da intermediária para marcar o terceiro gol da Inglaterra.

Mas, mesmo com a desvantagem no placar, a Noruega tem uma oportunidade clara aos 20 minutos. Após recuo errado de Bright, Utland se livra da goleira inglesa e chuta, mas Houghton salva em cima da linha do gol.

Três minutos depois, é Herlovsen que consegue finalizar com perigo, mas a goleira Bardsley defende bem.

Aos 36 minutos, a árbitra marca pênalti em favor da Inglaterra após Thorisdottir derrubar Houghton. Parris vai para a cobrança, porém a goleira Hjelmseth brilha e defende.

Mas no final prevalece a vitória de 3 a 0 da Inglaterra.

Agora a Inglaterra aguarda o vencedor da partida entre França e Estados Unidos, que será amanhã (28) em Paris, para saber quem será seu adversário nas semifinais.

Ficha técnica:

NORUEGA 0 X 3 INGLATERRA

Competição: Mundial Feminino (quartas de final)

Local: Le Havre, França.

Juíza: Lucila Venegas (México).

Noruega: Hjelmseth; Moe Wold (Hansen), Mjelde, Thorisdottir e Minde; Boe Risa, Engen, Reiten (Eikeland) e Saevik (Utland); Herlovsen e Graham Hansen. Técnico: Martin Sjogren.

Inglaterra: Bardsley; Bronze, Houghton, Bright e Stokes; Scott, Walsh e Kirby (Stanway); White, Duggan (Mead) e Parris. Técnico: Phil Neville.

Gols: No primeiro tempo: Scott (2) e White (39). No segundo tempo: Bronze (11).

*Fábio Lisboa é jornalista e comentarista esportivo dos programas da TV Brasil StadiumNo Mundo da Bola.

Agencia Brasil

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