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Coronavírus

Brasil alcança 4.980.942 milhões de pessoas recuperadas

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Número é superior à quantidade de casos ativos, ou seja, pessoas que estão em acompanhamento médico. Informações foram atualizadas às 17h deste domingo (01/11)

OBrasil já registra mais de 4,9 milhões de pessoas curadas da Covid-19. No mundo, estima-se que pelo menos 29 milhões de pessoas diagnosticadas com Covid-19 já se recuperaram. O número de pessoas curadas no Brasil é superior à quantidade de casos ativos (404.689), que são os pacientes em acompanhamento médico. O registro de pessoas curadas já representa a grande maioria do total de casos acumulados (89,8%). As informações foram atualizadas às 17h deste domingo (01/11) e enviadas pelas secretarias estaduais e municipais de Saúde.

A doença está presente em 99,9% dos municípios brasileiros. Contudo, mais da metade das cidades (3.447) possuem entre 2 e 100 casos. Em relação aos óbitos, 4.700 municípios tiveram registros (84,4%), sendo que 650 deles apresentaram apenas um óbito confirmado.

O Governo do Brasil mantém esforço contínuo para garantir o atendimento em saúde à população, em parceria com estados e municípios, desde o início da pandemia. O objetivo é cuidar da saúde de todos e salvar vidas, além de promover e prevenir a saúde da população.

Dessa forma, a pasta tem repassado verbas extras e fortalecido a rede de atendimento do Sistema Único de Saúde (SUS), com envio de recursos humanos (médicos e profissionais de saúde), insumos, medicamentos, ventiladores pulmonares, testes de diagnóstico, habilitações de leitos de UTI para casos graves e gravíssimos e Equipamentos de Proteção Individual (EPIS) para os profissionais de saúde.

O Ministério da Saúde já destinou aos 26 estados e o Distrito Federal R$ 177,3 bilhões, sendo que desse total foram R$ 133,1 bilhões para serviços de rotina do SUS, e outros R$ 44,2 bilhões para a Covid-19. Também já foram comprados e distribuídos 23,7 milhões de unidades de medicamentos para auxiliar no tratamento do coronavírus, 301,5 milhões de EPI, mais de 15,5 milhões de testes de diagnóstico para Covid-19 e 79,9 milhões de doses da vacina contra a gripe, que ajuda a diminuir casos de influenza e demais síndromes respiratórias no meio dos casos de coronavírus.

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O Ministério da Saúde, em apoio a estados e municípios, também tem ajudado os gestores locais do SUS na compra e distribuição de ventiladores pulmonares, sendo que já entregou 11.661 equipamentos para todos os estados brasileiros.

As iniciativas e ações estratégicas são desenhadas conforme a realidade e necessidade de cada região, junto com estados e municípios, e têm ajudado os gestores locais do SUS a ampliarem e qualificarem os atendimentos, trazendo respostas mais efetivas às demandas da sociedade. Neste momento, o Brasil registra 5.545.705 casos confirmados da doença, sendo 10.100 registrados nos sistemas nacionais nas últimas 24h.

Em relação aos óbitos, o Brasil possui 160.074 mortes por coronavírus. Nas últimas 24h, foram registrados 190 óbitos nos sistemas oficiais, sendo que 170 óbitos ocorreram nos últimos três dias. Outros 2.359 permanecem em investigação.

Da Agencia Saúde

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Brasil

Ministro da Justiça é diagnosticado com COVID-19

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© Folhapress / Wallace Martins/Futura Press
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O ministro da Justiça e Segurança Pública, André Mendonça, foi diagnosticado com COVID-19 nesta terça-feira (24).

André Mendonça é o 13º ministro do governo de Jair Bolsonaro a testar positivo para o novo coronavírus. As informações foram publicadas pelo portal G1.

Segundo informou a assessoria do ministério, Mendonça “está bem e permanecerá em isolamento em casa nas próximas semanas”.

Em setembro, o ministro da Justiça chegou a ser internado durante uma madrugada para exames após sentir um mal-estar. Ele foi diagnosticado na época com “miocardite aguda, inflamação do músculo do coração desencadeada, na maioria das vezes, por um processo viral”.

O anúncio da infecção de Mendonça pelo novo coronavírus ocorre no momento em que o Brasil vê o aumento do número de casos da doença.

Um monitoramento do centro de controle de epidemias do Imperial College de Londres, no Reino Unido, divulgado nesta terça-feira (24) mostrou que a taxa de transmissão do novo coronavírus no Brasil nesta semana é a maior desde maio.

O ritmo de contágio do novo coronavírus no Brasil passou 1,10 no dia 16 de novembro para 1,30 no balanço atual. Isso significa que cada 100 pessoas contaminadas transmitem o vírus para outras 130.

//Sputniknews

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Brasil

Butantan anuncia que testes da CoronaVac chegaram à fase final

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© REUTERS/Thomas Peter/Direitos Reservados
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Os resultados sairão na primeira semana de dezembro

Chegou à fase final o estudo clínico da CoronaVac, a vacina desenvolvida pelo Instituto Butantan em parceria com biofarmacêutica Sinovac Life Science. De acordo com informações do governo de São Paulo e do Instituto Butantan, os resultados sairão na primeira semana de dezembro e a previsão é a de que, até janeiro de 2021, 46 milhões de doses estejam disponíveis no Brasil.

Os resultados serão enviados pelo Comitê Internacional independente na primeira semana de dezembro para que a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) analise o relatório para verificação da vacina. Os testes no Brasil estão sendo coordenados desde julho pelo Butantan em 16 centros de pesquisa científica espalhados em sete estados brasileiros e no Distrito Federal, com 13 mil voluntários envolvidos. Na última semana, o primeiro lote com 120 mil doses chegou a São Paulo.

Na última terça-feira (17), os resultados da fase anterior de estudos clínicos da CoronaVac foram publicados pela revista científica Lancet, uma das mais importantes do mundo. A publicação mostrou que a vacina é segura e tem capacidade de produzir resposta imune no organismo 28 dias após sua aplicação em 97% dos casos.

Outras vacinas

Hoje (23) a farmacêutica britânica AstraZeneca anunciou a vacina que o laboratório está desenvolvendo contra o novo coronavírus pode ter 90% de eficácia, sem nenhum efeito colateral grave. Desenvolvida pela Universidade de Oxford, atingiu esse percentual na prevenção da doença quando administrada em meia dose e, pelo menos um mês depois, uma dose integral, de acordo com dados do estudo clínico em estágio avançado realizado no Reino Unido e no Brasil. A farmacêutica terá 200 milhões de doses da vacina até o final deste ano, com 700 milhões de doses prontas globalmente até o fim do primeiro trimestre de 2021.

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A americana Pfizer informou na última quarta-feira (18) que os resultados finais do teste de estágio avançado de sua vacina mostram que o imunizante é 95% eficaz, tem todos os dados de segurança exigidos referentes a dois meses e que solicitaria autorização para uso emergencial nos Estados Unidos em alguns dias. Segundo a Pfizer, a eficácia da vacina desenvolvida em parceria com alemã BioNTech foi consistente em dados demográficos de idade e etnia, e que não houve efeitos colaterais importantes.

A concorrente Moderna divulgou na segunda-feira (16) dados preliminares para sua vacina, mostrando eficácia semelhante.

//Agência Brasil

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Boas Notícias

Agência Europeia de Medicamentos prevê distribuição de vacinas contra o coronavírus em janeiro

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Vacinas da Pfizer e da BioNTech estão entre as mais avançadas Foto: Reprodução
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O diretor da EMA (Agência Europeia de Medicamentos), Guido Rasi, afirmou neste sábado (14) que uma vacina contra o novo coronavírus pode começar a ser distribuída na Europa a partir de janeiro.

“Se os dados são sólidos, poderemos dar o sinal verde para a primeira vacina até o fim do ano e começar a distribuição a partir de janeiro”, declarou o diretor.

A Comissão Europeia, responsável pela autorização final das vacinas, anunciou que acertou com a Pfizer e a BioNTech a compra de cerca de 300 milhões de doses do imunizante.

“Temos recebido também dados pré-clínicos da AstraZeneca e tivemos várias discussões com a Moderna. Com uma vacina no mercado em janeiro, teremos os primeiros efeitos sobre a propagação do vírus em cinco ou seis meses, especialmente durante o próximo verão europeu”, destacou o diretor.

Ainda que as previsões otimistas se confirmem, Rasi afirmou que está claro que não será possível uma vacinação ampla da população, e pessoas “mais expostas”, como idosos e profissionais da saúde, devem ser priorizadas. Rasi acredita, no entanto, que vacinar mais da metade da população europeia, algo em torno de 500 milhões de doses, terá um efeito significativo na contenção da pandemia.

“Se tudo correr bem, até o final de 2021 teremos uma imunização suficiente”, completou. O mandato de Rasi na diretoria da EMA terminou nesta sexta. A farmacêutica Emer Cooke substituiu ele no posto.

O Sul

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