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Apdif desenvolve aplicativos baseado em GeneXus para apoiar autistas

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A Apdif (Aprendizagem Diferente), empresa especializada em criar software para pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA), promove a inclusão social e digital por meio de aplicativos gratuitos disponíveis nas lojas Google e Apple

Julho de 2019 – Uma em cada 68 crianças da população mundial é diagnosticada com algum tipo de Transtorno do Espectro Autista (TEA). No Brasil, estima-se que dois milhões de habitantes tenham autismo. Apesar de numerosos, os autistas ainda sofrem para encontrar tratamentos adequados e para serem inseridos na sociedade, uma vez que a alteração no desenvolvimento do sistema nervoso limita a capacidade de se comunicar e realizar atividades diárias.

Convivendo com esta realidade, Daniela Sniadower e Gerardo Wisosky, pais de uma criança com TEA, fundaram a Apdif: Aprendizagem Diferente. O projeto cria aplicativos para aumentar a autoestima e a independência, principalmente dos autistas, mas também pode ser utilizado por todas as pessoas com alguma dificuldade para se comunicar, executar, organizar, aprender, entre outras.

“As necessidades das pessoas com deficiência intelectual não são levadas em conta na sociedade e isso leva a um maior isolamento. A falta de ferramentas inclusivas nos motivou a desenvolver esse projeto. A tecnologia agora nos permitiu multiplicar e expandir nosso conhecimento com estratégias aprendidas nos últimos anos e, assim, atingir mais pessoas causando um impacto sobre essa população, suas famílias e seu meio ambiente”, explica Daniela Sniadower, CEO e co-fundadora da Apdif.

A Apdif desenvolveu quatro aplicativos com GeneXus, plataforma low-code que facilita a criação de aplicativos nativos e web responsivos para dispositivos móveis, baseada em Inteligência Artificial. Eles estão disponíveis gratuitamente nas lojas do Google e Apple nas versões em português, espanhol e inglês. E são utilizados em mais de 10 países, tanto em nível familiar, quanto institucional.

Dentre os aplicativos desenvolvidos pela Apdif por meio da plataforma da GeneXus, o mais conhecido é o “ChatTEA”, que facilita a comunicação do autista com a família e amigos por meio da possibilidade de responder mensagens com imagens de múltipla escolha. Por exemplo, para uma pergunta “tudo bem?”, a pessoa com autismo tem três opções de resposta: um rosto feliz, um neutro e um triste.

Outras ferramentas são “Interagir”, que por sua vez, permite programar situações hipotéticas para ajudar o autista a praticar diálogos e, assim, reduzir a ansiedade da interação social. Já o “Eu Carrego Tudo”, tem como função contribuir para a autonomia das pessoas quando organizam suas diferentes mochilas. Por fim, o “Agora Leio”, que permite criar suas próprias histórias com imagens, texto e voz, impulsionando, desta forma, atividades como a leitura e a escrita.

“Queremos contribuir para a inclusão e isso envolve adaptar conteúdos e desenvolver atividades que consideram as características especificas de um grupo de pessoas, tornando ambientes mais acessíveis, inclusivos e de apoio. Por meio destes aplicativos, muitas pessoas estão conseguindo se comunicar, pela primeira vez, com seus familiares”, finaliza o country manager da GeneXus Brasil, Ricardo Recchi.

Sobre a GeneXus (www.genexus.com/pt/global)

GeneXus é uma plataforma de desenvolvimento software multiplataforma líder há mais de 25 anos, que permite adotar novas tecnologias rapidamente. A plataforma usada por mais de nove mil empresas e 140 mil desenvolvedores para criar software empresarial baseado em dados executados em servidores, computadores desktop e na web, bem como em dispositivos móveis. Sua metodologia ágil e acelerada permite automatizar os processos que consomem mais tempo e recursos no desenvolvimento, manutenção, integração e modernização de aplicativos de negócios e sistemas de software.

Fundada em 1988, a GeneXus está sediada em Montevidéu (Uruguai) e possui escritórios no Brasil, Estados Unidos, Japão e México. Além disso, está presente em 45 países da África, Ásia, Europa, Oceania e Américas.

Sobre a Aprendizagem Diferente (www.apdif.com)

Apdif nasce como uma empresa de “tripé da sustentabilidade” (ou Triple Bottom Line)., como tal, assume com responsabilidade e orgulho a pertença a este movimento global de empresas que querem fazer uma mudança usando as forças do mercado para fornecer soluções para os problemas sociais e ambientais.

Apdif é uma plataforma que incentiva a inclusão de pessoas com Transtorno do Espectro do Autismo (TEA).

Cria softwares inovadores para que cada pessoa alcance seu maior autovalor e máxima independência, ajudando, assim, a ter uma sociedade inclusiva, sensível e solidária.

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Covid-19: checadores de fatos e WhatsApp criam robô contra fake news

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© Marcello Casal Jr./Agência Brasil

Serviço envolve redes de agências de checagem em 74 países

O WhatsApp e a Rede Internacional de Checadores de Fatos (IFCN, na sigla em inglês) criaram um serviço de esclarecimento para tirar dúvidas e combater notícias falsas envolvendo a pandemia do novo coronavírus. A iniciativa envolve redes de agências de checagem em 74 países, que já produziram mais de 4,8 mil desmentidos em 43 idiomas.

disseminação de conteúdos enganosos sobre a covid-19 vem crescendo e gerando preocupação entre autoridades de saúde, bem como medidas por parte das plataformas digitais onde essas mensagens circulam.

 

O serviço consiste em um robô virtual (ou bot, no termo técnico utilizado). Para tirar dúvidas, basta o usuário de WhatsApp clicar neste link ou enviar a mensagem “hi” para o número +1 (727) 291-2606.

Ao acessar o serviço, é possível buscar checagens por tema, conferir as últimas verificações, obter dicas sobre como não cair em boatos e mensagens falsas e encontrar iniciativas de checagem próximas ao usuário.

 

Na procura pelas últimas verificações, a informação é oferecida de forma cronológica. Nesta seção, o interessado pode conhecer os últimos conteúdos avaliados e quais são as informações oficiais relativas a ele.

Para buscar uma checagem, o usuário insere uma palavra, assim como ocorre em mecanismos de busca. Por enquanto, esse procedimento funciona apenas em inglês, mas nas próximas semanas o aplicativo deve disponibilizar a busca em outras línguas. Não há previsão para quando o serviço será ofertado em português.

 

No Brasil, diversas agências trabalham com análise de conteúdos falsos, especialmente neste momento de pandemia. O Ministério da Saúde tem uma página específica para desmentir notícias falsas.

 

//EBC

 

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Plataforma de relacionamento cria “corona voucher” para usuários

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A plataforma de relacionamento MeuPatrocínio registrou um crescimento de 80% no número de cadastros semanais dos seus usuários nas últimas semanas. Constatando que as pessoas estavam aproveitando o tempo livre para buscar um parceiro, o site iniciou uma promoção denominada “CoronaVoucher”. São cupons que dão direito a dias de acesso gratuito aos sugar daddies – homens maduros, poderosos e bem-sucedidos – que queiram conhecer a tão polêmica modalidade de relacionamento.

É preciso ficar isolado de tudo e de todos nesta fase de pandemia, mas os relacionamentos virtuais têm demonstrado a sua força e poder para aplacar a solidão dos dias sem a possibilidade de contato físico. Para quem procura enxergar um lado positivo na situação atual, é o período ideal para conhecer melhor aquele crush e, se estiver valendo a pena, aprofundar a relação até que o encontro pessoal possa se tornar realidade.

Jennifer Lobo, fundadora e CEO da plataforma MeuPatrocínio, afirma que “este é o canal para quem busca um relacionamento baseado na transparência de objetivos e expectavas alinhadas desde o início. Os vouchers, além de representarem um antídoto para a solidão, darão aos daddies a oportunidade de escolher, com a calma que o processo merece, as suas babies – jovens ambiciosas e determinadas a conquistar segurança emocional e financeira em uma relação amorosa. Acreditamos que o momento ideal é esse, usufruindo do tempo livre para procurar a companhia ideal, um romance que poderá ser concretizado depois que tudo passar. E, por enquanto, fique em casa. O relacionamento virtual é uma opção contra o isolamento total”.

O MeuPatrocínio, rede social exclusivamente voltada ao estilo de vida sugar, com quatro anos de atuação, conta com cerca de três milhões de usuários em sua base de dados. A plataforma é a pioneira no Brasil e se transformou em referência de relacionamento sugar.

Abaixo, segue o video do MeuPatrocínio, como uma campanha para instimular seus usuários a ficarem em casa:

https://www.youtube.com/watch?v=MIrLi4mCfww&lc=UgxqnoysB3TtGwn7eaF4AaABAg

Sobre o MeuPatrocínio: primeiro e maior site de relacionamento Sugar do Brasil, o MeuPatrocínio é a rede social mais exclusiva e elitizada do país. O estilo de vida Sugar reúne homens poderosos a mulheres jovens e atraentes para relacionamentos verdadeiros, transparentes, com acordos preestabelecidos e expectativas alinhadas. Hoje, em sua base de dados, a plataforma conta com mais de três milhões de usuários. Todos submetem seus perfis e fotos à aprovação individual. Somente são aceitos maiores de 18 anos que devem aderir às condições e termos de segurança do site.

www.meupatrocinio.com

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Quase 50 mil gaúchos já utilizam o documento do veículo no celular

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Perto de completar um mês que o CRLV-e foi disponibilizado no Rio Grande do Sul, 48.723 gaúchos já utilizam o documento do veículo no celular.  A novidade foi lançada no Estado no último dia 06 de novembro, junto com o portal rs.gov.br, plataforma que concentra os serviços digitais oferecidos ao cidadão pelos órgãos de governo.  Em todo Brasil, cerca de 1 milhão de proprietários de veículos já utilizam a versão virtual do documento de licenciamento.

Somente o CRLV (documento recebido anualmente após o pagamento do IPVA e seguro obrigatório) pode ser baixado no celular. O CRV, documento de propriedade, continua sendo disponibilizado em papel.  O documento virtual pode ser gerado em um smartphone ou outro dispositivo móvel pelo aplicativo gratuito Carteira Digital de Trânsito, desenvolvido pelo Serpro para o Departamento Nacional de Trânsito (Denatran) e viabilizado, no RS, pela Procergs e pelo DetranRS. Assim como a CNH Digital, a versão eletrônica do CRLV traz todas as informações do documento impresso e tem a mesma validade jurídica do CRLV físico.

Para ter o documento digital, o proprietário do veículo licenciado no RS deverá baixar o app no Google Play e App Store e fazer o cadastramento. Tanto a CNH quanto o CRLV digital poderão ser acessados pelo dispositivo móvel mesmo off-line, ou seja, sem internet. Lançada em dezembro de 2017, a CNH digital já é utilizada por 365 mil gaúchos.

Compartilhamento

O CRLV-e pode ser compartilhado com até cinco pessoas que utilizam o mesmo veículo, desde que ela já tenha instalado, em seu dispositivo móvel, o aplicativo CDT. Quando o proprietário do veículo não quiser mais compartilhar o documento, basta cancelar a opção no app.

Clique aqui e veja como gerar o CRLV digital.

Fonte: Detran RS

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