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Ao menos oito das quase 100 agências gaúchas do INSS continuam sem atendimento ao público

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Serviço de perícia médica ainda não está disponível em mais de 80 unidades no Estado. (Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil)
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Ao menos oito dos quase 100 postos gaúchos do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) ainda não voltaram a realizar perícias demandadas pela população, devido ao impasse gerado pela resistência de médicos do órgão em prestar esse tipo de atendimento, alegando falta de condições sanitárias nas unidades, no âmbito da prevenção ao contágio por coronavírus.

Permanecem sob portas fechadas as agências do órgão federal nas cidades Gravataí, Novo Hamburgo, Sapiranga, Montenegro, Rio Pardo, Três de Maio, São Luiz Gonzaga e Quaraí. Também há o relato de que 75 endereços da Previdência no Rio Grande do Sul estão em atendimento parcial, proporcionando outros serviços – exceto os exames para perícia.

Após ordem para a reabertura de agências, a ANMP (Associação Nacional dos Médicos Peritos da Previdência Social) se posicionou contra o retorno, alegando que as unidades ainda não cumprem as especificações de segurança sanitária, como distanciamento de pelo menos um metro entre as pessoas, ventilação adequada e disponibilização de equipamentos de proteção individual para as equipes.

Telemedicina

Na semana passada, uma decisão emitida pelo TCU (Tribunal de Contas da União) ordenou que a Subsecretaria da Perícia Médica Federal e o INSS definissem até esta quarta-feira – último dia de setembro – um protocolo para realização das perícias por meio do recurso à telemedicina – consultas através de opções on-line com o aplicativo de mensagens WhatsApp.

Nesta segunda-feira, porém, a Corte determinou prazo de cinco dias para que o INSS desenvolva esse protocolo, ou seja, até a próxima sexta-feira, 2 de outubro. Os médicos-peritos, porém, afirmam que esse tipo de atendimento é ilegal e inviável.

A decisão, que deve ser analisada pelos outros ministros do tribunal nesta quarta-feira (30), atende a um pedido do CNJ (Conselho Nacional de Justiça), após impasses entre o INSS e os profissionais da categoria.

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O TCU avalia que a telemedicina poderia ser uma solução para que um maior número de serviços periciais fossem realizados: “Como não é possível o retorno de 100% das perícias presenciais, é necessário que sejam verificadas, por ora, alternativas para minimizar os transtornos dessa paralisação para a população brasileira mais vulnerável”, afirmou um de seus ministros.

O atendimento médico virtual foi autorizado, através de uma lei, emergencialmente em abril deste ano. No texto, Dantas ainda acusou o governo de estar se dobrando a “lobbies corporativos” ao não usar o recurso para colocar as perícias em dia, deixando a população mais vulnerável.

Francisco Cardoso, vice-presidente da Associação Nacional dos Peritos Médicos Federais (ANMP), afirma ser ilegal usar a telemedicina para perícias, conforme estabelecido pelo código de ética da profissão. O perito também defende que, mesmo que permitida, a medida não atenderia as pessoas mais pobres:

“Como fazer cidadãos pobres e hipossuficientes terem acesso a equipamentos necessários, como smartphones, para fazer teleperícia, se eles não têm nem como mandar um atestado pela internet para ter acesso a um benefício emergencial?”, completa Cardoso: “A fila que o INSS enfrenta é de pendências administrativas. As perícias estão em dia.”

(Marcello Campos)

O Sul

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Assessoria de imprensa realmente funciona?

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É comum que nas negociações com possíveis clientes surja dúvida sobre se assessoria de imprensa realmente funciona ou não, e explicamos, com base em dados concretos e cases de sucesso o porquê nosso trabalho realmente funciona e está atrelado ao setor de comunicação, a fim de ampliar a visibilidade das empresas.

 

O primeiro passo para a parceria entre o prestador de serviço e contratante realmente dar certo é a honestidade e clareza de ambas as partes. Isso inclui a gestão compreender quais são seus objetivos com os serviços da assessoria de imprensa e, do nosso lado, haver a explicação do que significa nossas ações e como funcionam as atividades desempenhadas. Coloco ênfase nessa fase, pois evita más interpretações de ambas as partes e proporciona um alinhamento perfeito entre os dois.

 

A quebra de expectativa é um dos maiores desafios que uma agência de comunicação tem que enfrentar em seu dia a dia, justamente por não haver essa troca de informações esclarecedoras, e que auxiliam enormemente na continuação dos trabalhos em conjunto. Arrisco-me a dizer que essa objeção a atinge qualquer negócio que oferece serviços, pois como não há “uma foto ilustrativa” como ocorre em produtos, esse desencontro pode ocorrer, porém é facilmente evitado com essa tratativa inicial.

 

É importante ter essa conversa, pois o sucesso dos passos seguintes depende totalmente desses esclarecimentos introdutórios e, assim, transformar a imagem dos clientes por meio de um trabalho eficaz e permanente. Aqui na Vervi, por exemplo, nosso lema é transformar empresas em notícia, o que significa manter um relacionamento efetivo com a imprensa, resultando em uma potencialização da marca. Ou seja, nossas atividades contribuem como mais uma ação de comunicação para ampliar a visibilidade das instituições.

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É relevante ter em mente quais são suas metas para que a equipe da assessoria consiga desenvolver o plano de comunicação, pois ele será a “bússola” para os próximos meses de atuação, obviamente que essa organização pode ser modificada a qualquer momento, é normal que ocorram mudanças e revisões, a fim de melhor atender o cliente. É importante dizer também que o assessor de imprensa tem total condições de identificar pautas dentro das empresas e incluí-las no plano de comunicação ao decorrer do tempo.

 

Então, para ilustrar melhor, imagine que o objetivo central é transformar o dono da empresa ou então gestor e diretor em uma fonte confiável de informação, pois essa pessoa tem interesses em formar a opinião pública ou de um determinado nicho de público, o nosso papel inicial será um criar relacionamento com a imprensa, baseado na confiança, transparência e cumplicidade com esses jornalistas, para que o nosso cliente seja constantemente uma fonte relevante para os veículos de comunicação, seja da imprensa geral ou segmentada, e assim, cumprir o foco inicial.

 

Compreende que são ações constantes que aos poucos fazem uma diferença significativa da imagem da marca. Claro que dentro dessa meta citada como exemplo existem outras ações que são complementares e auxiliam a transformar a empresa em notícia e ampliar a presença dos gestores como fontes para esses jornalistas.

 

Um outro modelo de serviços desempenhados é quando o cliente tem o intuito de divulgar uma novidade da empresa, que seja relevante para seu público-alvo ou então importante socialmente. Por meio da mídia espontânea, esse objetivo consegue ser atingido, pois como apresenta relevância, a assessoria de imprensa consegue sugerir pauta, entrevista, enviar um release ou até mesmo áudio e vídeo, como uma amostra da importância que o assunto tem. Então, novamente a resposta é que assessoria funciona sim.

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Tenha em mente que se vai contratar os serviços para ampliar a visibilidade e utilizar mais um canal de comunicação para se tornar conhecido, então sim, também funciona para isso. Ou então se precisa gerir uma crise, lançar uma nota oficial, tornar público o seu diferencial ou uma peculiaridade interessante, a assessoria de imprensa vai atuar perfeitamente.

 

Mas, é essencial alertar que, se espera um crescimento imediatamente nos índices de venda, por exemplo, ou que você crie um relacionamento com a imprensa rapidamente, que os veículos publiquem material comercial de graça, então, provavelmente, acontece a frustração de uma expectativa não suprida, pois essa não é a função principal da assessoria de imprensa. Obviamente, os nossos serviços influenciam nessa elevação e melhoria, já que a visibilidade e imagem da empresa é modificada positivamente, porém o faturamento depende de uma série de ações, que envolvem todo o setor de comunicação e não apenas a assessoria.

 

É importante compreender que o aumento das vendas, por exemplo, acontece por meio do envolvimento de alguns setores, inclusive, a assessoria de imprensa, mas que envolve efetivamente os serviços de publicidade, marketing, setor comercial, atendimento e todo os outros processos que geram impacto no consumidor e que culminam em venda. Por isso, manter os objetivos, clareza e sinergia sempre ajustados é a chave principal para a assessoria de imprensa funcionar e muito bem.

 

*Vera Lucia Rodrigues é jornalista, mestre em comunicação social e responsável pela Vervi Assessoria, empresa que há mais de 30 anos se dedica a transformar clientes em fontes responsáveis de informação www.verviassessoriadeimprensa.com.br

Vera Lucia Rodrigues*

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Setembro de 2020 foi o mais quente desde que há registros

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Departamento contra Incêndios de São Francisco Bombeiros na Califórnia e em outras partes da costa oeste dos Estados Unidos tentaram conter incêndios florestais.
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Todos os 10 setembros mais quentes ocorreram desde 2005; após um declínio temporário causado pelo bloqueio e desaceleração econômica causado pela crise da Covid-19, emissões estão agora caminhando para os níveis antes da pandemia.

O mês  passado foi “o setembro mais quente de que há registro em todo o mundo”, informou a Organização Meteorológica Mundial, OMM.

A agência da ONU cita ainda dados Administração Nacional Oceânica e Atmosférica dos Estados Unidos, Noaa, mostrando que os primeiros nove meses de 2020 foram os segundos mais quentes, depois de 2016.

Vale da morte, nos Estados Unidos, onde terá sido registrado o novo recorde de temperatura, by Unsplash/Sarah Lachise

Recordes

Todos os 10 setembros mais quentes ocorreram desde 2005. Além disso, os sete setembros mais quentes ocorreram nos últimos sete anos, entre 2014 e 2020, continuando a tendência de aquecimento de longo prazo.

A variação da temperatura da superfície terrestre e oceânica do hemisfério sul da média em setembro de 2020 foi a maior já registrada. Enquanto isso, o Hemisfério Norte teve seu terceiro mês de setembro mais quente já registrado.

Em relação à extensão do gelo marinho do Ártico, foi a segunda menor já registrada. Por outro lado, o gelo marinho da Antártica ficou acima da média.

Pandemia

Os dados mais recentes sublinham a principal conclusão do recente relatório Unidos pela Ciência, coordenado pela OMM, de que as alterações climáticas não pararam com a Covid-19.

As concentrações de gases de efeito estufa na atmosfera estão em níveis recordes e continuam aumentando. Após um declínio temporário causado pelo bloqueio e desaceleração econômica, as emissões estão agora caminhando para os níveis antes da pandemia.

Em comunicado, o secretário-Geral da OMM, Petteri Taalas, disse que os anos entre 2016 e 2020 “estão se tornando o quinquénio mais quente já registrado.”

Taalas contou que “embora muitos aspectos de nossas vidas tenham sido interrompidos em 2020, a mudança climática continuou inabalável.”

Os anos entre 2016 e 2020 estão se tornando o quinquénio mais quente já registrado

Segundo ele, “o mundo não está no caminho certo para cumprir as metas acordadas para manter o aumento da temperatura global bem abaixo de 2 ° C ou 1,5 ° C acima dos níveis pré-industriais.”

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Temperaturas

Entre janeiro e setembro, a temperatura da superfície do oceano e da terra no hemisfério norte empatou com os valores de 2016, se tornando o período mais quente desde que os registros globais começaram em 1880.

Já o Hemisfério Sul, teve seu quarto período mais quente registrado.

Nesses meses, Europa, Ásia e Golfo do México tiveram seu período mais quente. No norte da Ásia, as temperaturas estavam pelo menos 3° C acima da média. A região da América do Sul e do Caribe teve uma temperatura que se classificou como a segunda mais alta já registrada.

Enquanto isso, condições mais frias do que a média apenas aconteceram no Alasca, oeste do Canadá, norte da Índia e oceanos do sul.

Fonte: Nações Unidas

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“Não tem ação humana”, diz ufólogo sobre marcas no trigo em SC

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Há dois anos a região Oeste de Santa Catarina não registrava círculos misteriosos em plantações de trigo. O último surgimento ocorreu em 2018 na cidade de Ipuaçu, distante 84 quilômetros de Chapecó.

Na última quarta-feira, 14, no entanto, os desenhos foram vistos por moradores na cidade de Entre Rios, cidade próxima a Ipuaçu. O reconhecido ufólogo brasileiro, editor da Revista UFO, Ademar José Gevaerd não conseguiu verificar “in loco” os agroglifos, mas se espantou com as marcas.

“Eu fui avisado somente na quartaà noite, então não consegui me deslocar até Entre Rios. Não tem como ter uma precisão muitas horas depois porque ocorrem o pisoteio na plantação, mas pelas imagens que recebi eu arrisco dizer que os círculos não tem ação humana”, comenta o ufólogo.

O último surgimento na região ocorreu em 31 de outubro de 2018 em Ipuaçu, no entanto, por cerca de 10 anos, os círculos são registrados na região. A cidade ficou conhecida como a Capital Nacional dos Agroglifos.

“Ipuaçu vinha por 10 anos consecutivos com o surgimento dos círculos. Mas também já tivemos casos em Ouro Verde, em Toldo Velho e em algumas cidades em torno de Ipuaçu. Nesses últimos dois anos do não surgimento dos agroglifos não têm um motivo”, finaliza.

Fonte: ND Mais

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