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Ciência

A porta da cidade bíblica onde Jesus terá vivido data da época do Rei David

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Em julho de 2018, um grupo de 20 arqueólogos de várias nacionalidades descobriram na antiga cidade de Betsaida dos montes Golã, em Israel, as ruínas de uma grande porta que convidava a entrar na cidade bíblica de Zer.

“Betsaida era o nome da cidade durante o período do Segundo Templo, mas durante o Primeiro foi a cidade de Zer”, disse Rami Arav, professor na Universidade de Nebraska ao The Jerusalem Post, que cita o livro de Josué quando diz “As cidades fortificadas são Ziddim, Zer, Hammath, Rakkath, Kinneret”.

No início, a porta foi provisoriamente datada entre os anos 1.000 e 550 a.C. Agora, especialistas confirmaram que pertence ao tempo do rei David, entre os séculos XI e X a.C.

Dentro da cidade, nomeada várias vezes no Novo Testamento como a cidade onde Jesus viveu e onde conseguiu com cinco pães e dois peixes alimentar uma multidão de pessoas, os arqueólogos, incluindo Chris Sinkinson, também descobriram um estela de pedra raraque remonta ao reino de Gesur, no século XI a.C.

A peça, que representa a imagem do seu deus lunar na forma de um touro, é a segunda dessas características encontradas em Betsaida e a sétima do mundo antigo, do sul da Turquia ao Egito.

Também localizado nas Colinas de Golã, o reino de Gesur é mencionado na Bíblia juntamente com o Reino de David. Foi finalmente anexada pelo rei Hazael, que governou o que hoje é a Síria moderna.

Rami Arav afirmou que a porta e outras descobertas encontradas na cidade antiga dão a ideia de que era possível que Salomão e David não tivessem sido os únicos reis do reino israelita nos seus respetivos tempos, mas sim chefes de grandes tribos de israelitas.

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Ciência

Estudo revela por que formigas são excepcionalmente fortes

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Rubén Díaz / Flickr
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Neste trabalho, os pesquisadores conseguiram obter imagens detalhadas do que ocorre no tórax de uma formiga, tirando raios-X e criando modelos 3D para analisar os músculos e o esqueleto interno.

Pesquisadores de universidades do Japão e da França investigaram por que as formigas operárias são tão fortes. O estudo, publicado na revista científica Frontiers in Zoology na segunda-feira (19), sugere que a perda da possibilidade de voar está diretamente ligada à evolução de maior força.

“As formigas operárias evoluíram dos insetos voadores. Sempre presumimos que perder o voo ajudava a otimizar os corpos para trabalhar no solo, mas temos muito que aprender sobre como isso é feito”, afirma em comunicado Evan Economo, coautor do estudo.

As formigas estão entre os animais mais bem-sucedidos do planeta, ocupando desde solos temperados a florestas tropicais, dunas desérticas e a mesa da cozinha. São insetos sociais e suas habilidades de trabalho em equipe há muito foram identificadas como um dos principais fatores que levam ao seu sucesso. As formigas são famosas pela capacidade de levantar ou arrastar objetos que pesam muito mais do que elas próprias e transportá-los para suas colônias.

Nesta pesquisa, os cientistas conseguiram obter uma imagem muito detalhada do que estava acontecendo dentro do tórax de uma formiga, tirando imagens de raios-X e criando modelos 3D para analisar os músculos e esqueleto interno.

Nos insetos voadores, os músculos das asas ocupam a maior parte do tórax, às vezes mais de 50%. Isso significa que outros músculos, que são usados para apoiar e mover a cabeça, as pernas e o abdômen, são contraídos e pressionados contra o exoesqueleto. Mas uma vez que as restrições de voo são removidas, todo o espaço no tórax é reorganizado.

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“Dentro do tórax da formiga operária, tudo está perfeitamente integrado em um espaço minúsculo […] Os três grupos musculares aumentaram de volume, dando às formigas operárias mais força e potência. Também houve uma mudança na geometria dos músculos do pescoço, que sustentam e movem a cabeça. E a fixação interna dos músculos foi modificada”, explica Christian Peeters, autor principal do artigo.

Os pesquisadores querem agora compreender melhor as principais inovações por trás do sucesso das formigas. “Sabemos que um fator é a estrutura social, mas essa força individual é outro fator essencial”, acrescenta Economo.

// Sputnik

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Ciência

Bebês ingerem 1,5 milhão de partículas de microplástico por dia, diz estudo

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Daisy-Daisy / Canva
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Um bebê de 12 meses ingere, em média, mais de 1,5 milhão de partículas de microplástico por dia que são liberadas da mamadeira, revelou um estudo divulgado nesta segunda-feira (19/10).

O impacto destas micropartículas para a saúde é desconhecido. O plástico é liberado quando esses recipientes entram em contato com altas temperaturas.

Para chegar a essa conclusão, pesquisadores da Irlanda avaliaram a quantidade de micropartículas liberadas por mamadeiras de polipropileno em processos recomendados pela Organização Mundial da Saúde (OMS) para a eliminação de bactérias perigosas, como a esterilização e a preparação do leite com água aquecida a 70°C.

Alguns modelos de mamadeiras chegam a liberar até 16 milhões de partículas de microplástico por litro. O estudo mostrou que a temperatura da água desempenha um papel fundamental para a liberação das micropartículas. Se água de preparo do leite for colocado no recipiente a 95°C, a presença do plástico pode chegar a 55 milhões por litro, mas ela cai para pouco mais de 500 mil se a água estiver a 25°C.

A última coisa que queremos é alarmar os pais, especialmente porque não temos informações suficientes sobre as possíveis consequências dos microplásticos na saúde dos bebês”, afirmou John Boland, um dos autores do estudo.

As mamadeiras de polipropileno representam 82% do mercado mundial.

Como alternativa, há modelos de vidro.

Diversos estudos já mostram a presença de microplástico no meio ambiente, em bebidas e alimentos. A atual pesquisa, no entanto, relevou que a preparação de alimentos neste tipo de recipiente pode levar a um consumo muito maior destas partículas.

Para evitar a exposição dos bebês, os pesquisadores recomendam lavar mamadeiras com água fria esterilizada, preparar o leite em pó num recipiente de vidro antes de despejá-lo já resfriado na mamadeira, não agitar em excesso a mamadeira e não colocá-la no micro-ondas. Os autores do estudo pretendem agora pesquisar o impacto do microplástico sobre o corpo humano.

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Ciência

Mulher antiga com crânio de ‘alienígena’ descoberto na Rússia (VÍDEO)

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Os restos de uma mulher, que acredita-se ser da antiguidade, com um crânio alongado de alienígena foram encontrados durante as escavações de um antigo cemitério no sul da Rússia.

Desde 2017, ossos pertencentes a seres humanos e numerosos animais domésticos e selvagens, juntamente com um grande número de cerâmicas, ornamentos e pontas de flechas de bronze foram descobertos no notável assentamento Gamurzievsky na cidade de Nazran, Inguchétia.

RT

No entanto, a descoberta desta semana do esqueleto de uma mulher – que remonta ao século IV e VI – é particularmente única devido à fascinante deformação intencional de seu crânio e pescoço.

RT

A prática de mudar o formato da cabeça, conhecida cientificamente como deformação craniana artificial (DAC), é uma tradição conhecida entre muitos povos do mundo. Hoje, o resultado se assemelha à percepção de Hollywood de como um alienígena do espaço exterior poderia ser.

“A história conhece muitos exemplos de mudanças propositais no formato da cabeça ” disse um representante do Centro Arqueológico Yevgeny Krupnov que realizou a escavação.

RT

Os crânios foram alongados desde a infância, usando anéis e bandagens repetidas nos primeiros anos de vida, como sinal de um status especial para comandar certos privilégios na sociedade. Restos de ancestrais de elite de várias tribos, incluindo os sármatas, alanos e hunos, também foram encontrados com crânios alongados.

No ano passado, os cientistas finalmente identificaram os restos de 1.500 anos de várias noivas de alto escalão da Bulgária e da Romênia descobertos com crânios em forma de torre. No Peru, cerca de 38 membros de alto escalão da população pré-inca também foram encontrados com cabeças em forma de lágrima que representavam seu prestígio e posição social.

//RT

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