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Tecnologia

A Humanidade poderia mover a órbita da Terra para escapar à morte do Sol

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O Sol vai morrer e sufocar a Terra com a sua própria agonia. O engenheiro espacial Matteo Ceriotti defende que, para conseguir escapar a este terror, a Humanidade poderia empurrar a órbita da terra para uma distância segura e, assim, sair ilesa deste evento catastrófico.

No filme de ficção científica The Wandering Earth (Terra à Deriva), disponível na Netflix, a Humanidade tenta mudar a órbita da Terra para escapar do Sol em expansão e, assim, evitar uma colisão com Júpiter. Este cenário pode, um dia, tornar-se realidade, pelo menos de acordo com Matteo Ceriotti, engenheiro espacial da Universidade de Glasgow, na Escócia.

Daqui a cinco mil milhões de anos, o Sol começará a morrer, expandindo-se a uma velocidade extrema, atormentando a Terra. Se quiserem escapar a esta obliteração cósmica, os seres humanos precisam de pensar com antecedência no plano B.

A melhor aposta da Humanidade é migrar para outro planeta. No entanto, com planeamento suficiente, Ceriotti acredita que poderia ser possível empurrar a órbita da Terra em redor do Sol para uma distância segura onde a explosão não nos atingiria.

Na The Conversation, o cientista explicou que a Ciência tem explorado várias técnicaspara mover pequenos corpos, como asteróides, da sua órbita para proteger o nosso planeta de eventuais impactos. Algumas dessas técnicas são baseadas numa ação impulsiva e, muitas vezes, destrutiva: uma explosão nuclear perto ou até mesmo na superfície do asteróide – uma solução que não funcionaria no caso da Terra.

Outras técnicas envolvem um impulso suave e contínuo durante um longo período de tempo, fornecido por uma espécie de rebocador ancorado na superfície do corpo celeste, ou por uma nave espacial a pairar perto dele. Segundo o Futurism, esta solução também não pode ser aplicada ao nosso planeta, uma vez que a sua massa é enorme, comparada com os maiores asteróides.

Na verdade, nós já estamos a mover a órbita da Terra: quando lançamos uma sonda em direção a outro planeta, ela transmite um pequeno impulso que empurra o nosso planeta na direção oposta. Felizmente (ou infelizmente) este efeito é muito pequeno.

Assim, Matteo Ceriotti argumenta que o Falcon Heavy, da SpaceX, é o veículo de lançamento mais capaz que temos atualmente à disposição para o efeito, mas não seria suficiente.

Ceriotti argumentou que os propulsores a laser seriam mais eficazes do que os propulsores da Falcon Heavy, mas eles nem sequer existem. Por isso, pelo menos para já, a solução mais realista é encontrar um novo planeta para viver.

ZAP //

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RS

Governo gaúcho lança serviço de Telecuidado Farmacêutico voltado a idosos com doenças respiratórias

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Coordenadora de Cuidado Farmacêutico da Secretaria da Saúde, Agnes Nogueira, ao lado de Leite, durante anúncio do novo serviço Foto: Felipe Dalla Valle/Palácio Piratini

O governo do Rio Grande do Sul lançou, nesta terça-feira (05), o Telecuidado Farmacêutico, serviço de acompanhamento ao paciente de forma remota no qual farmacêuticos vão contatar o usuário que retira medicamentos nas Farmácias de Medicamentos Especiais do Estado. O anúncio foi feito pelo governador Eduardo Leite durante transmissão ao vivo pela internet.

 

O serviço é voltado especialmente a idosos com doenças crônicas respiratórias, como asma e doença pulmonar obstrutiva crônica, que são grupo de risco da Covid-19.

Os farmacêuticos entrarão em contato com os usuários de medicamentos – cerca de 15 mil pessoas no Estado – de modo remoto, via telefone ou videoconferência, a fim de orientá-los a respeito da adesão ao tratamento, do controle da doença, do uso dos medicamentos, dos sintomas relacionados à Covid-19 e de dúvidas relacionadas ao tratamento de cada um.

 

O lançamento coincidiu com o início da Semana Estadual de Uso Racional de Medicamentos, que prossegue até segunda-feira (11). A coordenadora de Cuidado Farmacêutico da Secretaria Estadual da Saúde, Agnes Nogueira, explicou que, a cada 10% de aumento de adesão ao tratamento de doenças respiratórias, o número de internações tem queda de 7%. “O programa tem tudo a ver com toda a situação de pandemia que vivemos”, explica.

 

Inicialmente, serão contatados os usuários de medicamentos de Porto Alegre para, em seguida, serem inclusos também os moradores de outras cidades. “Se melhorarmos o uso de medicamentos, melhora a adesão ao tratamento dos pacientes e, assim, podemos diminuir o número de internações”, detalha Agnes.

 

O Sul

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Brasil

Internet será instalada em todas unidades de saúde do país

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Todas unidades de saúde do país estarão conectadas à internet até o fim de abril.

 

A afirmação é do ministério da ciência, tecnologia, inovações e comunicações, que articulou com operadoras de telefonia e provedores a instalação de 16 mil pontos de conexão pelo país. O ministro da ciência, tecnologia, inovações e comunicações, marcos pontes, comenta a ação.

 

A instalação dos pontos de internet foi possível graças à rede conectada mctic, criada com o objetivo de aprimorar e garantir o funcionamento dos serviços de telecomunicações, radiodifusão e tecnologia da informação durante o período da pandemia.

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Coronavírus

Desenvolvido ‘drone pandêmico’ para combater coronavírus (FOTO)

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Pesquisadores estão desenvolvendo drone capaz de detectar remotamente temperatura, frequência cardíaca e respiratória, tosse e espirros de pessoas em áreas com risco de transmissão do coronavírus.

Segundo informa o portal australiano 7news, uma equipe da Universidade da Austrália do Sul, em parceria com a empresa canadense Draganfly, começou a desenvolver um drone para monitorar pacientes com doenças infecciosas respiratórias, incluindo a COVID-19.

Combater o coronavírus

Estes “drones pandêmicos” serão equipados com um sensor capaz de monitorar remotamente a temperatura corporal, assim como as frequências cardíaca e respiratória.

Drones pandêmicos que podem detectar febre subirão ao céu

Também será capaz de detectar pessoas com sintomas de tosse e espirros em navios de cruzeiro, escritórios, aeroportos, lares de idosos e locais com alto risco de transmissão.

Catástrofe de saúde pública

A tecnologia fora originalmente desenvolvida para uso militar em zonas de desastres naturais, bem como para o monitoramento remoto dos batimentos cardíacos de bebês prematuros em incubadoras.

Mas agora poderia ser vital na luta contra a pandemia do coronavírus, segundo o professor Javaan Chahl, que está liderando o projeto.

“Constatamos agora a necessidade do seu uso imediato, para ajudar a salvar vidas na maior catástrofe de saúde a que o mundo assistiu nos últimos 100 anos”, disse ele.

Por sua vez, Cameron Chell, diretor-geral da Draganfly, anunciou que a tecnologia estaria disponível para clientes governamentais, médicos e comerciais, não tendo contudo sido adiantada nenhuma data para o início da produção.

//Sputniknews

 

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